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20 de julho de 2010

Bazares de Resistência


Os bazares estão fechados e os comerciantes das ruas de Teerão entram na segunda semana de greve.

Um grande numero de lojas ainda estão fechadas, mesmo após um compromisso alcançado sobre o plano de impostos, que despontou a greve na semana passada. O Governo Iraniano queria aumentar os impostos em 70% neste sector, quando encontrou uma enorme resistência liderada pelos comerciantes. Assim, o Governo de Teerão reduziu este aumento para 15% mas os protestos continuaram.

Numa tentativa de abrir os Bazares, a polícia Iraniana tentou abrir os bazares á força mas teve pouco sucesso. De forma a reduzir o impacto económico, o Governo Iraninano decretou um dia nacional, invocando as temperaturas extremas. Contudo, isto é muitíssimo estranho se virmos que as temperaturas não tem sido acima do normal. Há que ter em conta que os Bazares não tem tido um papel político activo desde a Revolução. Este sector da sociedade Iraniana, historicamente, tem tido um papel importante e determinante, como foi na Revolução Constitucional e na nacionalização do petróleo com Mohammed Mosaddegh.

O que se passa no Irão é para seguir atentamente.

8 de junho de 2010

Israel + E.U.A = Armamento2


Uma semana após o massacre do Mavi Marmara, e um dia após o assassinato de 4 pescadores Palestinianos na costa de Gaza, Israel reforça a sua posição internacional. Com mais armamento, obviamente e simultanemente nega qualquer inquérito internacional sobre o massacre em águas internacionais.

Este pedido foi feito pelo Ministro da Defesa Israelita, Ehud Barak junto do Governo Americano. Com este gesto, o Estado Israelita prevê aprofundar a instabilidade no Médio Oriente, porque só compra armas quem as tenciona usar. Segundo o jornal diário Israelita Haaretz esta prioridade reflecte a “provável guerra prolongada” que estará no horizonte. Dentro desta lógica belicista, Israel pretende aumentar os depósitos de equipamento em 50%, de $800 milhões para $1.2 biliões.

Mais instabilidade no Médio Oriente se avizinha, Israel sendo o principal destabilizador. Sem justiça, não há paz.