11 abril 2019

(enquanto o clip de audio não chega, mes amours)


Olá, Carlos Natálio!

Sê mui bem-vindo a esta hospedaria, há vários quartos vagos, escolhe o teu, onde poderás permanecer todo o tempo que bem te aprouver, principalmente nesta fase do doutoramento em curso e o teu tempo é mui escasso :)

A malta, em geral, é algo cambalhoteira, tanto lhe dá para o silêncio total, caminhando polla rebentação das ondas, quanto de amochar, em grupo, na adega e (traz auriculares) não se calam/param de dançar até à aurora. Gente danada, enfim, heterogéneos (praiza da lorda!), em suma.

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Beijo, enorme, de agradecimento, por estares connosco*

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P.S. - E uma costela partida, no abraço não dito, mas executado :), que aqui é tudo cambada de cepa rija :D
P.P.S. - Podes sempre continuar a escrever a tese e a ver filmes com uma costela quebrada, depois envias a conta que eu encarrego-me de a fazer chegar ao SNS, com crítica feroz pelo atraso nos tratamentos e exigências várias (ressarcimento, contencioso, etc., que a culpa, é sabido, não é nossa :)

09 abril 2019

tenho, ao vivo, uma excelente projecção de voz (nada de falsas modéstias, já guiei mais de 120 pax em simultâneo)

Aquilo que me apetece, agora, é ler este texto, na íntegra.
Just wait, que quero mesmo, 'cos i loved what i read.

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(apesar de grave, a minha voz, soa-me sempre a bebé, menina)

Do desafio


Há asas onde julgavas não ser possível.

Nigga, Porcelana, alexandra


(o quanto pintámos, juntas, as três, explorando cores, formas!!!)

dedicatória, no verso



Do/de A. Corte-Real, pelo trabalho dedicado, em um lugar de excelência.
Nem sequer precisámos de ser amigos. O lugar, sim, o lugar precisou.

my entire body and mind, jazzing

Amanhã, serviço externo (passeio com escolha de peças, mas não especificarei, que algum resguardo - pelos outros - é necessário).

08 abril 2019

seis 6 dias de desemprego dos dias

seguidos de oito 8 dias de alexandra :D

agrada-me isto de poder escrever cousas que jamais confessei excepto a um núcleo mui reduzido de pessoas, muito próximas,

e logo diante de tanta gente que não conheço. Sei que é saudável, bastaram aqueles 2 anos enquanto trabalhadora-estudante, Coimbra, no psiquiatra, para saber que é outra forma de fazer psicoterapia, mas de moto-próprio. E resulta. Livrei-me de uma espécie de culpa, mesmo sabendo que não me pertencia, na íntegra, apesar de o corpo ser Meu

Aconselho, vivamente.

07 abril 2019

não tarda,

sou expulsa do whatsapp do desemprego dos dias (sempre pensei que, afinal, existia ali uma oportunidade de faladura, mas não, a hipocrisia é ainda maior, logo, maior a minha frontalidade:)

alien

a veces, pergunto-me o que ando aqui a fazer, em dizer, de facto, de tal forma sinto o vazio adiante, sabendo que não estou só, mas sinto que, o que vai dar no mesmo.

se o escrevo, é por razões (que nascem de emoções, como é sabido)

O Diogo fala da eutanásia, eu replico, mas tenho algo a acrescentar: IVG, mas tenho algo a acrescentar, ainda que tenha sido ilegal, então, mas dentro do tempo legal actual: choro, sempre que me lembro, na altura chorei horas sem fim.

Venham e prendam-me, que eu já me sinto presa há muito tempo, e as minhas filhas sabem disto, para que não lhes acontecesse a mesma falta de educação.

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(quantas, de/entre nós ???)

Don't stop the dance

Pêssego, consciência, fio no ar

Nunca quiseste o imponderável,
nunca que a carne rebentasse?

Que a noite fosse suficiente,
que os nossos dedos se separassem?

Nunca quiseste afundar no amor pela forma,
nunca que o teu retrato te pareça selvagem no espelho?

Que me esquecesses e a minha seiva absoluta,
que as árvores te mostrassem a eternidade?

Nunca quiseste amar outro tão ardentemente,
nunca que o altar do sexo cantasse sem nome?

Que a melodia que não te sai da cabeça saísse,
que o longe fosse aqui?