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24 de out de 2014

Plágio, uma Marca de Nascença da Tradução no Brasil

opa, saiu a programação do citrat - para quem estiver em são paulo, dia 7, na usp, e eu lá, toda exibida, ao lado de um pessoal de primeiríssima:

O CITRAT (Centro de Tradução e Terminologia da FFLCH), o Departamento de Letras Modernas da FFLCH, e o Programa de Pós-graduação em Estudos da Tradução da USP (TRADUSP) convidam para a XII Jornada CITRAT e a III Jornada TRADUSP na sexta-feira, 7 de novembro de 2014, na Sala 266, Prédio de Letras, Av. Luciano Gualberto 403, Cidade Universitária.

Copyright, Plágio, Tradução

Programação:

9h: Palestra: Denise Bottmann (Tradutora e Historiadora)
Plágio, uma Marca de Nascença da Tradução no Brasil
Por incrível que pareça, os plágios e contrafações não foram excrescências na história da tradução no Brasil. Na verdade, antes mesmo que se firmasse a figura do tradutor brasileiro, o que se tem é a apropriação de traduções portuguesas apresentadas como traduções brasileiras, anônimas ou sob nomes fictícios. É como se a atividade adquirisse vida às avessas, sob o signo da negação e do ocultamento. Bombasticamente, eu diria: a tradução no Brasil nasce sob a forma de plágio.
10h30: Mesa com advogados
Allan Rocha de Souza
Antonio Carlos Morato
Renata de Arruda Botelho da Veiga Turco
Rodrigo Salinas
14h: Relatos de casos:
João Azenha
Stella Tagnin e Luciana Carvalho
Lenita Esteves e Renato Franco de Campos
16h Palestra: Márcia Pietroluongo (UFRJ)
Que tradutores somos nós?
Panorama dos diferentes tipos de tradutores e suas diversas configurações autorais no mercado de trabalho brasileiro da tradução. Reflexão sobre as diferentes legislações que os regem, sobre o caráter heterogêneo de suas inscrições neste campo, e sobre suas possíveis incidências nos modos de traduzir, enfatizando a relevância da relação intersubjetiva no trabalho de tradução que, antes de se fundar em textos, se dá entre os sujeitos implicados no processo.

17 de abr de 2011

bom programa

para quem está em curitiba, hoje às 14,30, no solar do barão, vai ter uma mesa-redonda muito legal: a autoridade do original e a autoria da tradução, com sabrina lopes, virna teixeira e claudio daniel (mediador).

o programa completo está aqui.

14 de abr de 2011

cursos, palestras

às vezes fico comovida quando estudantes de cursos de tradução comentam suas perplexidades sobre o ofício. mas não é por falta de oportunidade, pelo menos em são paulo e curitiba.

Ciclo de Palestras sobre Tradução - CITRAT* e Departamento de Letras Modernas, FFLCH, USP.

Palestra "A Festa da Tradução: Vilém Flusser" Cláudia Santana Martins e Murilo Jardelino, 15 de abril, 14h, Sala 261, Prédio de Letras, USP. Avenida Luciano Gualberto 406, Cidade Universitária, SP

Desafios da tradução literária - com Maurício Santana Dias

Um panorama das principais questões sobre a tradução literária, passando por suas diferentes concepções ao longo da história e pelos problemas teóricos e práticos que envolvem o trabalho do tradutor, como as pesquisas paralelas à tarefa tradutória, as ambiguidades que permeiam a interpretação do texto e as demandas do mercado editorial, com exemplos de versão para o português da obra de Italo Calvino, Luigi Pirandello e outros autores.

Programa
12 de abril
Delimitando o campo: teorias da tradução na história e situação atual dos estudos de tradução
19 de abril
Demandas do texto literário e competências do tradutor
26 de abril
Da cultura de partida à cultura de chegada: um difícil equilíbrio
3 de maio
Duvidar o tempo todo: o trabalho interminável da tradução

Maurício Santana Dias é professor de Literatura Italiana na USP, crítico e tradutor de 71 contos de Primo Levi (Cia. das Letras, 2005), Trabalhar cansa, de Cesare Pavese (Cosac Naify, 2009) e O príncipe, de Maquiavel (Penguin / Cia. das Letras, 2010).

Abralic Simpósio "Tradução e Adaptação: Entrecruzamentos e Limites"
Inscrição até 15 de abril
Prezados,
Nós o convidamos a participar e a divulgar o simpósio "Tradução e Adaptação: Entrecruzamentos e Limites" (com resumo abaixo), que coordenaremos no XII Congresso Abralic (18 a 22/07/11, UFPR, Curitiba). A inscrição deve ser feita SOMENTE no site da Abralic - http://www.abralic.org.br/ - entre os dias 14/03 e 15/04/11.

NA CASA GUILHERME DE ALMEIDA: http://www.casaguilhermedealmeida.org.br/

GRUPO DE ESTUDOS DE TRADUÇÃO POÉTICA

Por Alípio Correia de Franca Neto
Quintas-feiras, das 19h30 às 21h30, Dias 7 e 14 de abril; 5, 12, 19 e 26 de maio.

Essa atividade permanente da Casa Guilherme de Almeida destina-se à discussão de aspectos teóricos e práticos da tradução de poemas, com base no próprio exercício orientado de tradução de obras escolhidas.

Alípio Correia de Franca Neto é tradutor e escritor. Traduziu, entre outros, os livros Música de câmara, de James Joyce, e A balada do velho marinheiro, de S. T. Coleridge.

OFICINA DE TRADUÇÃO DE PROSA

Por Alzira Allegro
Sábados, das 10h30 às 12h30.
Dias 12, 19 e 26 de março; 2 e 30 de abril; 7 e 14 de maio; 4 e 18 de junho.

O curso terá por objetivo a realização, pelos alunos, de tradução de uma obra de prosa; para tanto, tratará de aspectos teóricos e práticos de tradução literária. O resultado do trabalho em grupo será publicado pela Casa Guilherme de Almeida.

Alzira Allegro é professora de Literatura de Povos de Língua Inglesa e de Práticas de Tradução no Centro Universitário Ibero-Americano (Unibero). Tem diversos trabalhos publicados na área de tradução, entre eles, A Evolução – Cartas Seletas de Charles Darwin (1860-1870) e O Espelho e a Lâmpada.

JAMES JOYCE ENTRE NÓS: TRADUÇÃO BRASILEIRA

Por Maria Teresa Quirino
Terças-feiras, das 19h30 às 21h30. A partir do dia 5 de abril.

A oficina propõe a leitura, em voz alta, pelos participantes, de diferentes traduções da obra de Joyce, seguida de observações e comentários sobre os textos. A série de encontros, que deverá se prolongar por todo o ano, inicia-se, no dia 5 de abril, com a leitura dos contos do livro Dublinenses, que será seguido, em outro módulo do programa, pelo romance Ulisses. Do grupo de leitura emergirá um grupo de pesquisa, que terá a missão de observar e analisar as diferenças entre as traduções lidas, sob vários aspectos, com o objetivo de elaborar trabalhos a serem publicados pelo Centro de Estudos de Tradução Literária do museu.

Maria Teresa Quirino é professora, tradutora, especialista em estudos de tradução, mestre e doutoranda em Estudos Linguísticos e Literários em Inglês pela USP e bolsista da James Joyce Summer School 2010, na University College Dublin.

CARLOS RENNÓ: LETRAS E VERSÕES

Por Carlos Rennó - Quartas-feiras, das 19h30 às 21h30. - Dias 6, 13 e 27 de abril.

O letrista e tradutor Carlos Rennó discutirá os processos de criação e de tradução de letras de música popular, apontando diferenças em relação à criação de poemas

Carlos Rennó é letrista, parceiro de Lenine, João Bosco, Gilberto Gil, Arrigo Barnabé, Pedro Luiz, Rita Lee e outros. Canções com letras suas já foram gravadas por nomes que vão de Tetê Espíndola e Gal Costa a Maria Rita, Roberta Sá e Seu Jorge. É autor de Cole Porter - Canções, Versões (Paulicéia) e organizador de Gilberto Gil - Todas as Letras (Companhia das Letras).

A POESIA DE JOYCE - Por Alípio Correia de Franca Neto
Dia 9 de junho, quinta-feira, das 19h30 às 21h30.

O tradutor dos livros de poemas de Joyce para o português aborda características da poesia joyciana e aspectos de sua experiência de tradução.

Alípio Correia de Franca Neto é tradutor e escritor. Traduziu, entre outros, os livros Música de câmara, de James Joyce, e A balada do velho marinheiro, de S. T. Coleridge.
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