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quinta-feira, maio 15, 2014

como uma prece

imagem daqui
Um tom de litania, palavras do baiano Ildásio Tavares, música de Gerônimo, a abrir o esplêndido álbum Brasileirinho (2004), um disco que nos transporta para o mais profundo ethos brasileiro, português, índio e africano. Bethânia acompanhada pelos mineiros do Grupo Uakti; pelo meio o maranhense Ferreira Gullar (Prémio Camões) diz -- e que bem! -- um excerto dum poema do paulista Mário de Andrade, o livreto, atravessado por frases de João Guimarães Rosa. Ouvir, reouvir, muitas vezes, como uma prece.





terça-feira, fevereiro 26, 2013

de Ferreira Gullar:

A arte existe porque a vida não basta.
(entrevista a João Pombeiro, na Ler deste mês)