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sexta-feira, maio 10, 2019

livros que me apetecem

As Pessoas Felizes, de Agustina Bessa Luís (Relógio d'Água)
Ficções da Memória, de Alberto da Costa e Silva (IN-CM)
Hotel Silêncio, de Audur Ava Ólafsdóttir (Quetzal)
Obra Reunida, de Manuel de Lima (Ponto de Fuga)
Santos e Pecadores, de Graham Greene (Livros do Brasil)
Sophia de Mello Breyner Andresen, de Isabel Nery (A Esfera dos Livros)


no papo:
Banhos de Caldas e Águas Minerais, de Ramalho Ortigão (Quetzal)

sexta-feira, dezembro 14, 2018

vozes da biblioteca

«Com a entrada de Dean Moriarty começou a parte da minha existência a que posso chamar a minha vida pela estrada fora.» Jack Kerouac, Pela Estrada Fora (1953) (tradução de H. Santos Carvalho)

«Do telhado, uns bútios olharam-no com indiferença mesquinha: não era ainda carniça.», Graham Greene, O Poder e a Glória (1940) (tradução de António Gonçalves Rodrigues)

«É uma aldeola completamente escondida no coração da taiga, nessas selvas virgens e hiperbóreas do governo de Iakutsk.» Vladimir Korolenko, O Sonho de Macar (1885) (tradução anónima)

terça-feira, novembro 27, 2018

vozes da biblioteca

«Exceptuando a mulher que tinha recebido o velho junto ao portão e com a qual ele conversava nesse momento, não tinha dado pela presença de qualquer alma viva; mas Eguchi, que ali ia pela primeira vez, não tinha conseguido aperceber-se se era a patroa ou uma empregada.» Yasunari Kawabata, A Casa das Belas Adormecidas (1961) (tradução de Luís Pignatelli)

«Quando Gregor Samsa despertou, certa manhã, de um sonho agitado viu que se transformara, durante o sono, numa espécie monstruosa de insecto.»   Franz Kafka, A Metamorfose (1915) (tradução de Breno Silveira)

«Wilson estava sentado na varanda do Hotel Bedford com os rosados joelhos nus encostados à balaustrada de ferro.» Graham Greene, O Nó do Problema (1948) (tradução de J. P. de Barreto-Mendonça)

domingo, outubro 28, 2018

«Enquanto conduzia, afligia-se com o destino do Seat, a que chamava, em memória do seu antepassado, "o meu Rocinante".» Graham Greene, Monsenhor Quixote (1982) (tradução minha)

«O vale do Seret, desde a meseta de Braila até à de Galatz, na sua magnificência, enche a alma de desejos.» Panait Istrati, Tsatsa Minnka (1931) (tradução de José Barão)

«Queimará isto que lhe escrevo, como eu lhe prometo queimar o que me responda.» Denis Diderot, A Religiosa (1796) (tradução de Franco de Sousa)

terça-feira, julho 31, 2018

«Nesse dia, a 6 de Janeiro, o que mettait en émotion tout le populaire de Paris, como diz Jehan de Troyes, era a dupla solenidade dos Reis e da festa dos Loucos, celebradas juntamente desde tempos imemoriais.» Victor Hugo, Nossa Senhora de Paris (1831) (trad. Jorge Reis)

«Surpreendidos pelo aguaceiro, os espectadores dispersos pela escadaria regressavam ao vestíbulo, rindo e empurrando os que como sardinha em lata se chamavam em altos berros por entre os ombros nus, rodeados por uma chuva que se detinha no berçário dos toldos, para desabar, a potes, sobre os degraus de granito.» Alejo Carpentier, A Perseguição (1956) (trad. Margarida Santiago)

«Tapada a sepultura, Rollo Martins afastou-se ràpidamente a largos passos das suas compridas pernas de aranha, enquanto pelo seu rosto de homem de trinta e cinco anos deslizavam lágrimas de criança.» Graham Greene, O Terceiro Homem (1949) (trad. Baptista de Carvalho)


domingo, julho 22, 2018

«Promovido a oficial, Giovanni Drogo deixou a cidade numa manhã de Setembro para se dirigir à Fortaleza Bastiani, seu primeiro destino.» Dino Buzzati, O Deserto dos Tártaros (1940) (trad. Margarida Periquito)

«Havia algo numa quermesse que atraía irresistivelmente Arthur Rowe, que o tornava vítima indefesa das longínquas estridências de uma banda de música e do entrechocar dos cocos com as bolas de madeira.» Graham Greene, Ministério do Medo (1943) (trad. Marília de Vasconcelos)

«Era um velho que pescava sòzinho na Corrente do Golfo, e saíra havia já por oitenta e quatro dias sem apanhar um peixe.» Ernest Hemingway, O Velho e o Mar (1952) (trad. Jorge de Sena) 

sábado, julho 14, 2018

«Para o fim do Verão daquele ano vivíamos numa aldeia que, para lá do rio e das planície, confrontava as montanhas.» Ernest Hemingway, O Adeus às Armas (1929) (trad. Adolfo Casais Monteiro)

«Era um prazer muito especial ver as coisas arderem, vê-las calcinar-se e mudar.» Ray Bradbury, Fahrenheit 451 (1953) (trad. Mário-Henrique Leiria)

«Uma história não tem princípio ou fim: escolhemos arbitrariamente um momento da experiência, de onde olhar para trás, ou olhar para diante.» Graham Greene, O Fim da Aventura (1951) (trad. Jorge de Sena)

quinta-feira, junho 28, 2018

«Parecia um qualquer homem jovem que regressava a casa depois do trabalho; o sobretudo preto conferia-lhe um aspecto clerical.» Graham Greene, Assassino a Soldo (1936) (trad. Fátima St. Aubyn)

«Um pequeno de onze anos, que assistira solícito ao entrouxar das coisas, juntara-se também ao grupo e, enquanto coçavam o queixo, indecisos, murmurou corando ao som da própria voz:» Thomas Hardy, Judas, o Obscuro (1895) (trad. Maria Franco e Cabral do Nascimento)

«Em princípios do mês de Abril de 1813 houve um domingo cuja manhã prometia um desses belos dias em que os Parisienses vêem pela primeira vez no ano as suas ruas sem lama e o céu da sua cidade sem nuvens.» Honoré de Balzac, A Mulher de Trinta Anos (1829/1942) (trad. Carlos Loures)

terça-feira, junho 19, 2018

«Depois do jantar sentei-me no meu quarto, na Rua Catinat, à espera de Pyle: ele dissera: "Chegarei quando muito às dez horas", e quando bateu a meia-noite senti-me incapaz de ficar quieto por mais tempo, desci as escadas e saí.» Graham Greene, O Americano Tranquilo (1955) (trad. P. J. de Morais)

«Muitos anos depois, diante do pelotão de fuzilamento, o coronel Aureliano Buendía havia de recordar aquela tarde remota em que seu pai o levou para conhecer o gelo.» Gabriel García Márquez, Cem Anos de Solidão (1967) (trad. Eliane Zagury)

«Em 1824, no último baile da Ópera, várias máscaras ficaram impressionadas com a beleza dum mancebo que passeava pelos corredores e pelo salão, com o modo das pessoas que procuram uma mulher retida em casa por motivos imprevistos.» Honoré de Balzac, Esplendores e Misérias das Cortesãs (1838-1847) (trad. M. Manuela da Costa)