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quinta-feira, março 28, 2019

livros que me apetecem

Alegria para o Fim do Mundo, de Andreia C. Faria (Coolbooks)
Amar o Tempo das Grande Maldições, de Luís Costa (Coolbooks)
Cada um com o Seu Contrário num Sujeito, de Helder Macedo (Abysmo)
O Real Arrasa Tudo, de Isabel de Sá (Coolbooks)
O Tempo Avança por Sílabas, de João Luís Barreto Guimarães (Quetzal)

no papo:
A Noite e o Riso, de Nuno Bragança (Dom Quixote)

quarta-feira, março 28, 2018

«O sol encontrava-o sempre de pé, e em pé o deixava ao esconder-se.» Júlio Dinis, As Pupilas do Senhor Reitor (1867)

«Seca e breve, como uma chicotada, a praga rompe dos lábios azedos da velha:» Manuel da Fonseca, Seara de Vento (1958)

«Não que o meu riso fosse esgar, ou o meu gargalhar inexistente; mas uma certa palidez no semblante geral denunciava (ao que parece) más possibilidades.» Nuno Bragança, A Noite e o Riso (1969)

sexta-feira, maio 12, 2017

começar

Qualquer dos três incipit é bom: Abel Botelho  faz com que queiramos saber de imediato de que  justeza se trata; Raul Brandão já nos sobressaltou antes de chegarmos ao segundo ponto de exclamação; por sua vez, Nuno Bragança deixa-nos logo com um sorriso, até porque já se sabe que a forma como ele pega nas palavras nunca mais nos dará descanso até ao fim do livro

1898: «[15 de Fevereiro de 1893.] É justo.» Abel Botelho, O Livro de Alda

1903: «-- Ai que ma levam!, ai que ma levam!» Raul Brandão, A Farsa

1970: «Criado embora entre hálitos de faisão, cedo me especializei na arte de estender os braços.» Nuno Bragança, A Noite e o Riso