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sábado, dezembro 15, 2018

gavetas & gavetinhas (corrigido)

Tive sempre a mania das listas, das classificações, das compartimentações, etc. Lembrei-me agora de arranjar um bolgue para as músicas de que em cada ano mais gostei em cada ano, desde 2013, com a excepção não sei por que diabo de 2014, e está aqui.  Boas audições.
(Afinal também há 2014, esqueci-me de pôr a etiqueta...)

quarta-feira, outubro 10, 2018

terça-feira, setembro 18, 2018

os amores inúteis #12

O adagietto da 5.ª sinfonia do Thomas Mann -- perdão, do Gustav Mahler.

domingo, setembro 09, 2018

os amores inúteis #3

A englishness dos Genesis em Selling England By The Pound.

quarta-feira, março 07, 2018

ainda o Festival da Canção

Sem tirar nem pôr ao que escrevi aqui e aqui, as minhas preferidas foram mesmo «Só por ela», de Diogo Clemente, por Peu Madureira, e «Anda estragar-me os planos», de Francisca Cortesão e Afonso Cabral, cantada por Joana Barra Vaz. Não sei se repararam, mas a interpretação de Peu Madureira perdeu um pouco de força da eliminatória para a final (o mesmo me pareceu suceder com Peter Serrado), provavelmente por opção, quanto a mim errada, de tornar as prestações menos rugosas, portanto menos autênticas. É possível que não tenha havido influência na votação final -- se tivesse votado, apesar das minhas hesitações entre Peu e Joana, acabaria, provavelmente, por votar naquele. No entanto a suavização, se bem ouvi, não funcionou.

domingo, janeiro 28, 2018

«Magical Mystery Tour»

Eu sei o que é participar deste momento mágico de felicidade, o de assistir a uma das etapas da tournée do mais talentoso dos Fab Four. O vídeo mostra bem o efeito. What a joy!

sábado, setembro 14, 2013

Rory Gallagher, o guitarrista de quem gostávamos.

Gallagher era simples e sério, profundamente honesto com o seu trabalho, e, talvez por isso mesmo, antivedeta -- rara excepção nesse tempo de rockers multimilionariamente kitsch. Em Guitar Héros (Paris, 1983), Hervé Picart, a propósito das qualidades humanas e artísticas do grande guitarrista irlandês, escreveu: «Alors que la plupart des guitar-heroes sont parvenus à se faire admirer, Gallagher posséde le privilège exorbitant de s'être fait aimer.»
Procurando fotos para ilustrar o post, encontro esta que ilustra bem as palavras do crítico francês. Há dez anos escrevi um poemeto intitulado Rory Gallagher: Follow Me. (tema de Top Priority)estátua de David Annand, coincidência deliciosa, tem-no também inscrito na base.

terça-feira, abril 16, 2013

...e, já agora, também Nuno Camarneiro:

«Entre um Tom Waits rouco e um Sinatra de voz perfeita, prefiro o Tom Waits».

(entrevista na «actual» de último Expresso)

a propósito do post de ontem (Richard Thompson), com ressalva minha a propósito do longo percurso de Frank Sinatra, nem sempre uma contrafacção de si próprio.


terça-feira, março 26, 2013

MODERATO do Concerto para Violeta de Béla bartók


Concerto póstumo e inacabado, finalizado pelo discípulo de Béla Bartók, Tibor Serly, tal como o Concerto para piano #3. Pertencem ao período americano do enorme compositor húngaro, tal como o inolvidável Concerto para Orquestra, cuja vigor também aqui se reconhece. A um tempo melancólico e fogoso, não parece ter saído do génio de alguém que, desenraizado e muito doente, estaria certamente em profundo abatimento.
Em baixo, Jaroslav Karlovský com a Orquestra Filarmónica Checa, dirigida por Karel Ancerl.
A seguir, os primeiros 9'57'' por Luca Ranieri com a Orquestra Sinfónica da RAI, dirigida pelo arménio George Pehlivanian, que já tive a sorte de ver e ouvir. 




sábado, março 16, 2013

THE LONE RHINOCEROS


Em The Acoustic Adrian Belew (1993), acústico e a solo. Humor triste do rinoceronte solitário, em que não se dá, nem podia, pela facilmente reconhecível guitarra dos King Crimson (é obra ser-se uma guitarra reconhecível na  banda que tem por mentor Robert Fripp).
Aqui em baixo, Nova Iorque, 2009, Belew guitarra um rino gemebundo.

sábado, março 09, 2013

ALL SHOOK UP



 Versão electrizante e magnificada (como pode comprovar-se) da música de Ottis Blackwell & Elvis Presley,  pelo Jeff Beck Group, não fosse Beck um dos grandes heróis da guitarra do rock e Stewart, nesta altura (e, depois, sempre que queira) um dos seus maiores vocalistas. No baixo, Ron Wood (Ron e Rod iriam a seguir para os Small Faces); no piano, Nicky Hopkins; Tony Newman, na bateria.
Do álbum de 1969, Beck-Ola, mais tarde reeditado como The Most of Jeff Beck Featuring Rod Stewart.


Em baixo, a versão original, cantada por Elvis (1957), 

e ainda uma gravação esplêndida de Cliff Richard
com metade dos Shadows: Hank Marvin (outro guitar hero) e Bruce Welch, creio que em 1979.

quinta-feira, março 07, 2013

Comès e Alvin Lee


E no mesmo dia a notícia de duas mortes de duas referências da adolescência: Alvin Lee (n. 1944), ontem; e Didier Comès (n. 1942), hoje.

Lee era para mim uma guitarra num poster que eu tinha na minha cave, na divisão da música. E era também imagens e sons de Woodstock. Mais tarde, a noção do seu lugar nos british blues (3 posts do Abencerragem, aqui).
Comès, um autor raro que conheci nas páginas da revista Tintin -- depois de Corto Maltese a aposta mais arriscada de Vasco Granja -- com Silêncio (1980) e A Sombra do Corvo (1981) --, a que, de motu proprio associei um poema visual de E. m. de Melo e Castro (aqui).

domingo, março 03, 2013

BABA O'RILEY


Poucos extravasam o som, e a fúria com a verve de Pete Townshend, o grande. 
Extractos dos concertos organizados, em Londres, Dezembro de 1979, por Paul McCartney e a ONU, em favor do povo cambodjano, numa aflitiva situação de fuga dos Khmers Vermelhos, que haviam dizimado o país, em face da invasão do vizinho Vietname.
Baba O'Riley abre este álbum desigual. Melhor é ver o filme, em baixo. 
Roger Daltrey, voz e harmónica; Pete Townshend, guitarra, voz e uns synths que pusera a tocar sozinhos; John Entwistle, baixo; Kenney Jones, bateria.


Abaixo, uns furitos abaixo, os Pearl Jam. Eddie Vedder faz, bem, o que pode, mas não é Daltrey quem quer. Fantástico o público de Santiago do Chile.

 

domingo, janeiro 13, 2013

ronda da noite & do dia

Os nus femininos de Egon Schiele, aqui.
Brendel & Beethoven, aqui.
Mais Genesis, aqui.
Free-bop, ou o free mais bom para que não gosta do free, aqui.
Sobre a justa má fama internacional da política portuguesa dirigida por vigaristas & mais ladrões, com precioso link, daqui.
Eros e sonho, aqui.

Ontem, a música de amanhã

Não sei dizer qual dos álbuns dos Genesis prefiro. Talvez o Selling England by The Pound (1973), por ter sido o meu primeiro... Mas The Lamb Lies Down In Broadway (1974) estava tão à frente dentro do chamado rock progressivo, que, após a saída de Peter Gabriel, os que ficaram, embora assinassem mais dois discos excelentes (A Trick Of The Tail,  Wind And Wuthering, ambos de 1976), recuavam para a sonoridade mais genèsicamente canónica do Selling England; mesmo a solo, Gabriel ensaiará alguma forma ruptura com os padrões estéticos do seu mítico grupo, mas creio que só o conseguindo com o terceiro disco a solo, de 1980. De qualquer modo, "ruptura" deve ser expressão a utilizar com cautelas, porque Gabriel está até ao pescoço no disco de 74, que, por sua vez, é Genesis cem por cento, não se devendo secundarizar o papel dos restantes elementos. 
(De alguma forma Face Value (1981), de Phil Collins, também faz um corte com o som da formação, indo para paragens mais negro-americanas, vindo a ser um degrau para uma carreia solista de enorme sucesso comercial que arrastaria os Genesis consigo para uma certa superficialidade popular, sem escamotear alguns bons momentos, em especial o álbum de 1983, significativamente sem outro título que não o epónimo, Genesis, como que significando um regresso às origens, infelizmente fugaz.) 
Eles foram tão longe com The Lamb Lies Down On Broadway -- escrevo agora, que me preparo para virar o disco no prato para o lado D --, que tiveram de voltar para trás.... 
E eu, a ouvi-los hoje: música enganadoramente de ontem; música de amanhã e de sempre, tal como sucede com a Nona de Beethoven...

sexta-feira, setembro 23, 2011

José Niza (1938-2011)

tão grande quanto a simplicidade o permite

segunda-feira, setembro 19, 2011

figuras de estilo - Abel Botelho

Entretanto Alda, progressivamente desinteressada da conversa fora sentar-se junto do Bolacheira; e num grande e aplicado interesse tudo era agora seguir-lhe a harmoniosa ginástica dos dedos pela guitarra. Não sei que flâmea tentação, que diabólico sugesto, que amavioso filtro irresistível a traspassara de repente... que o bárbaro planger do canalha instrumento e a garatujada solfa do malandrim monopolizaram-lhe por inteiro a atenção, e eram naquele instante os pólos do seu querer, o norte da sua vontade...
O Livro de Alda

sábado, julho 09, 2011

homenagens a Nicot

Armstrong. Dêem-me os dedos de uma mão para os cinco maiores músicos ocidentais do século XX: Louie é um deles. Não sei de ninguém que tanto tivesse marcado o som do nosso tempo.

sábado, julho 02, 2011

revisitação - The Beatles

The Beatles, «I Saw Her Standing There». Os Fab Four no ano em que nasci. No solo, creio que do Harrison, o realizador captou o Ringo... apesar de tudo, muito bem captado.

sábado, junho 25, 2011

revisitação - The band

The Band, «It Makes No Difference», ou quando um sax faz diferença.