| George Clooney, Suburbicon |
Quando tudo o que parecia mas não era, era pior do que parecia.
conservador-libertário, uns dias liberal, outros reaccionário. um blogue preguiçoso desde 25 de Março de 2005
Quando o vi pela primeira vez, nem sabia quem diabo era o Robert Rodriguez. Pus-me, portanto, a ver um road movie com dois psicopatas (Tarantino mais que Clooney) em fuga, sequente e habitual sequestro de família, pai viúvo, pastor que perdeu a fé (deslumbrante Harvey Keitel) e casalinho adolescente (ela é Juliette Lewis). Tiros, pancadaria, esgares maníacos (Tarantino) e crueldade moderada (Clooney, esplêndido moderador...), quando, passada a fronteira, aguardam contacto num bar cheio de mulherio (inesquecível Salma Hayek). Só não estava à espera de zombies (Tarantino é o autor do argumento)... Mudado o registo, a adaptação é fácil, filme que se revê muito bem, um must do género.
Segue-se a norma adoptada em Angola e Moçambique, que é a da ortografia decente. O Acordo Ortográfico de 1990 foi decidido por idiotas e aplica-se a analfabetos e, pior, a indiferentes.