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segunda-feira, novembro 12, 2018
quinta-feira, agosto 24, 2017
segunda-feira, maio 29, 2017
segunda-feira, março 27, 2017
livros que me apetecem
Coração Mais que Perfeito, Sérgio Godinho (Quetzal)
Desobediência Civil, Hannah Arendt (Relógio d'Água)
Escravos em Portugal, Arlindo Manuel Caldeira (A Esfera dos Livros)
Três História Desenhadas, José de Almada Negreiros (Assírio & Alvim)
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Sérgio Godinho
domingo, dezembro 04, 2016
canções portuguesas #26 :«Que força é essa?» (Sérgio Godinho, 1971)
(Música e letra: S.G.)
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Sérgio Godinho
terça-feira, novembro 22, 2016
sexta-feira, outubro 28, 2016
canções portuguesas - #17 «Foi a trabalhar» (Sérgio Godinho, 1976)
Música e letra: S. G.
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Sérgio Godinho
quinta-feira, outubro 13, 2016
How does it feel?...
Depois do Prémio Nobel para Dylan, Chico Buarque e Sérgio Godinho já podem receber o Camões.
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domingo, outubro 02, 2016
canções portuguesas #12 - «A Deusa do Amor» (Sérgio Godinho, 2006)
Música e letra: S. G.
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Sérgio Godinho
domingo, setembro 25, 2016
canções portuguesas: #10 «Cuidado com as Imitações» (Sérgio Godinho, 1979)
Música e letra: S.G.
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domingo, setembro 04, 2016
canções portuguesas #4 - «Antes o Poço da Morte» (Sérgio Godinho, 1981)
Música e letra: S.G.
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segunda-feira, agosto 29, 2016
terça-feira, maio 31, 2016
sábado, janeiro 16, 2016
só uma música
Um disco histórico, uma daquelas obras que nos define como comunidade cultural. O resto é conversa fiada. Gravado no exílio em Paris, saído em 1971, na agonia do salazarismo sem Salazar, proibido no país (ah ah ah!, a pré-história...), aparece às escusas com olho camoniano. A emigração, a Guerra Colonial, a pobreza endémica, o marialvismo polltrão, a charlatanice social e política, o sebastianismo imobilista, a censura castradora e ofensiva, a repressão policial a um povo ignaro, o desafio final num verso do Trinca Fortes, por isso rajada de metralha naquela apagada e vil bisonhice -- oh, plano de ajustamento & metas do défice mais a puta que os pariu.
Difícil a escolha de uma música neste Mudam-se os Tempos, Mudam-se as Vontades? Para mim, em por isso. Tomar balanço em toada quase medieval para o Angola (e o resto) não é nossa, com a «Cantiga do Fogo e da Guerra». A letra, o poema -- pois les beaux esprits -- é de Sérgio Godinho.
quinta-feira, outubro 01, 2015
segunda-feira, março 30, 2015
quarta-feira, setembro 18, 2013
domingo, julho 17, 2011
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