Investigadores do IHC editam número especial sobre imperialismo e encarceramento
O último número do The Journal of Imperial and Commonwealth History foi editado por Philip J. Havik, Helena Pinto Janeiro, Pedro Aires Oliveira e Irene Flunser Pimentel.
Xurxo Ayán inicia projecto de arqueologia na Galiza
O projecto Adegas da Memória tem como objectivo estudar resistência anti-franquista e a organização das rotas de fuga dos republicanos espanhóis para Portugal.
IHC Renova os Órgãos Sociais
No dia 23 de Abril, o IHC viu eleitos os seus novos órgãos sociais em Assembleia Geral Ordinária.
Margarida M. Ramalho e Leonor Sá premiadas pelo Grémio Literário
Livros de Margarida de Magalhães Ramalho e Leonor Sá foram premiados Grémio Literário.
IHC e Abrantes celebram protocolo de colaboração
No dia 10 de Fevereiro, realizou-se a assinatura do Protocolo de Colaboração entre a Câmara Municipal de Abrantes e a NOVA FCSH, através do IHC.
História da UGT dá prémio a investigadores do IHC
Cristina Rodrigues e José Maria Brandão de Brito receberam uma Menção Honrosa na edição 2018 do Prémio António Dornelas.
Elisabete Pereira integra projecto da EUROCLIO
Elisabete Pereira foi seleccionada para integrar o projecto Sharing European Histories, da EUROCLIO.
Bolsas Individuais Marie Skłodowska-Curie 2019
O IHC acolhe manifestações de interesse de potenciais candidatos às Bolsas Individuais Marie Skłodowska-Curie 2019.
Notícias
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O último número do The Journal of Imperial and Commonwealth History foi editado por Philip J. Havik, Helena Pinto... -
O projecto Adegas da Memória tem como objectivo estudar resistência anti-franquista e a organização das rotas de fuga dos... -
No dia 23 de Abril, o IHC viu eleitos os seus novos órgãos sociais em Assembleia Geral Ordinária.
Agenda
maio, 2019
Tipologia do Evento:
Todos
Todos
Apresentação
Ciclo
Colóquio
Conferência
Congresso
Curso
Debate
Encontro
Exposição
Inauguração
Jornadas
Lançamento
Mesa-redonda
Mostra
Open calls
Outros
Palestra
Roteiro
Seminário
Sessão de cinema
Simpósio
Workshop

Detalhes do Evento
O livro coordenado por Ana Paula Pires, Fátima Mariano e Ivo Veiga será apresentado por Anne Cova, na
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Detalhes do Evento
O livro coordenado por Ana Paula Pires, Fátima Mariano e Ivo Veiga será apresentado por Anne Cova, na Livraria Almedina Rato.
“Mulheres e Eleições”
Mulheres e Eleições oferece uma reflexão multidisciplinar sobre a participação das mulheres na política, através da análise dos discursos e das práticas no contexto português, espanhol e também da União Europeia. Desde a conquista do direito ao voto até ao facto de serem candidatas aos órgãos do poder político, passando pela participação nas campanhas eleitorais, a filiação nos partidos políticos e a organização dos próprios atos eleitorais. A questão da participação das mulheres na política surge no final do século XVIII com a emergência dos estados liberais e a necessidade de definir quem poderia eleger e ser eleito para o parlamento. A sua exclusão do novo modelo de governo acentua o debate sobre o papel que os homens e as mulheres desempenhavam tanto na família como na sociedade..
Tempo
(Quinta-feira) 6:00 pm - 8:00 pm
Organizador
Grupo Almedinageral@almedina.net Rua Fernandes Tomás, 76-78-80 — 3000-164 Coimbra

Detalhes do Evento
Décima-segunda sessão da VI série do seminário de investigação promovido pelo IHC, sobre o processo histórico que molda e caracteriza a economia e a sociedade contemporâneas. Modernidade e Tradição:
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Décima-segunda sessão da VI série do seminário de investigação promovido pelo IHC, sobre o processo histórico que molda e caracteriza a economia e a sociedade contemporâneas.
Modernidade e Tradição: Economia, Sociedade e Inovação no Mundo Contemporâneo
VI Série do Seminário de Investigação
Produção e captura de imaginários simbólicos futuros do cante alentejano
Dulce Simões (INET-md – NOVA FCSH)
Os folcloristas e académicos do passado reclamaram a preservação da herança cultural – ou pelo menos a sua representação – perante as transformações materiais e simbólicas da sociedade capitalista. As suas narrativas foram rearticuladas pelos estados-nação, como representações hegemónicas regionais ou nacionais, vinculadas à “cultura popular” e à “autenticidade”. Na actualidade as representações culturais preservadas são patrimonializadas e adaptadas ao “mercado das autenticidades”, entraram em circulação e transformaram-se em objectos de culto, como produtos rentáveis das indústrias culturais. O objectivo da apresentação é debater a ruptura simbólica com a “tradição” [pelo desaparecimento das realidades vividas] e a produção e representação de formas de vida e relações desaparecidas como algo posto em valor ao serviço do turismo e do desenvolvimento regional, a partir de uma etnografia localizada na fronteira do Baixo Alentejo, complementada por fontes bibliográficas e documentais.
[título a indicar]
Diogo Ferreira (IHC – NOVA FCSH)
ENTRADA LIVRE
Sobre o seminário:
O seminário de investigação Modernidade e Tradição. Economia, Sociedade e Inovação no Mundo Contemporâneo é um espaço aberto de conhecimento, dedicado ao estudo e compreensão do processo histórico que molda e caracteriza a economia e a sociedade contemporâneas. O programa contempla a análise de diferentes cenários e contextos de inovação, as tensões e os impasses que as rodearam e as diferentes conjunturas científicas e tecnológicas em que ocorreram as transformações mais relevantes.
Procura-se apreciar criticamente o papel ocupado pelos diversos agentes no campo económico e social, atendendo ao papel da ciência e da tecnologia, tendo presente as mudanças e os enquadramentos políticos, as realidades culturais, o contexto nacional e as dinâmicas europeias e internacionais em que se inseriram, bem como as principais conjunturas (guerras e crises) que marcaram a economia e a sociedade contemporâneas.
Coordenação:
Maria Fernanda Rollo, Ana Paula Pires e Maria Inês Queiroz (IHC – NOVA FCSH)
Tempo
(Segunda-feira) 6:00 pm - 9:00 pm
Organizador
Instituto de História Contemporânea - Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade NOVA de Lisboacomunicacao.ihc@fcsh.unl.pt Avenida de Berna, 26C — 1069-061 Lisboa

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Sexta e última sessão da quarta edição do ciclo de seminários História da Saúde e da Medicina, organizado por Helena da Silva e Alexandra
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Sexta e última sessão da quarta edição do ciclo de seminários História da Saúde e da Medicina, organizado por Helena da Silva e Alexandra Marques. Com Margarida de Magalhães Ramalho (IHC – NOVA FCSH).
Este ciclo de seminários pretende ser um espaço de debate historiográfico sobre a História da Saúde e da Medicina, numa perspectiva pluridisciplinar e num contexto espácio-temporal alargado.
Nas diferentes sessões, será apresentada a investigação em curso pelos conferencistas com o intuito de promover o conhecimento e a reflexão na História da Saúde e da Medicina. Diferentes vertentes serão abordadas, quer uma visão científica e prática, quer em termos políticos, sociais e institucionais.
PROGRAMA 2019
19 de Fevereiro
Estado Novo e investigação médica: das “facas, garfos e colheres” aos instrumentos Zeiss?
Quintino Lopes (IHC – Universidade de Évora)
12 de Março
A Tuberculose Pulmonar e o Pneumotórax Artificial
António Ramos (Universidade de Évora)
26 de Março
“Questão social”, sofrimento e medicalização da vida
Tiago Pires Marques (CES-UC)
9 de Abril
Micróbios, Doenças e Doentes na cidade: a luta contra a tuberculose na Barcelona republicana
Celia Miralles Buil (CIUHCT)
14 de Maio – Esta sessão decorre na Escola Superior de Enfermagem de Lisboa e tem início às 17h30
‘The high roads of the war’: Nurses’ work on ambulance trains in the First World War (1914-1918)
Christine Hallet (University of Huddersfield)
28 de Maio
Thomaz de Mello Breyner, o cronista de uma época
Margarida de Magalhães Ramalho (IHC – NOVA FCSH) — 📎 Resumo e biografia
Thomaz de Mello Breyner nasceu em 1866. Por ascendência familiar, e por inerência do cargo que seu pai ocupava na corte, privou de perto, desde criança, com a família real de que veio mesmo a ser médico. Paralelamente, a sua vida clínica seria feita no Hospital do Desterro dirigindo o serviço de venereologia. Conheceu por isso todas as camadas da sociedade portuguesa. Lisboeta culto e atento inicia, em 1897, um diário que escreverá até à data da sua morte em 1933. Através das milhares de páginas dos cinquenta volumes que deixou, Thomaz de Mello Breyner faz um retrato pormenorizado, por vezes irónico, por vezes crítico, do dia a dia do país e mesmo da Europa desde o final da Monarquia até ao início do Estado Novo.
Tempo
(Terça-feira) 6:00 pm - 8:00 pm

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Seminário sobre o movimento operário e sindical argentino organizado pelo Grupo de Investigação História Global do Trabalho e dos Conflitos Sociais. Com Miguel Ángel
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Seminário sobre o movimento operário e sindical argentino organizado pelo Grupo de Investigação História Global do Trabalho e dos Conflitos Sociais. Com Miguel Ángel Pérez Suárez.
A classe operária argentina na história
Miguel Ángel Pérez Suárez (IHC — NOVA FCSH)
Após 50 anos do Cordobazo, o movimento operário e sindical continua a ocupar um lugar central na sociedade argentina. Neste seminário pretenderemos uma introdução global à sua história, desde a crise da década de 30 aos nossos dias, no quadro específico da evolução política, económica e social daquele país.
ENTRADA LIVRE
Crédito da foto: Miguel Ángel Pérez Suárez
Tempo
(Terça-feira) 6:00 pm - 8:00 pm
Organizador
Instituto de História Contemporânea - Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade NOVA de Lisboacomunicacao.ihc@fcsh.unl.pt Avenida de Berna, 26C — 1069-061 Lisboa

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Quarta sessão do terceiro ciclo de conferências sobre a história de Lisboa, organizado por Daniel Alves (IHC) e Rosa Maria Fina (CLEPUL) e acolhido
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Quarta sessão do terceiro ciclo de conferências sobre a história de Lisboa, organizado por Daniel Alves (IHC) e Rosa Maria Fina (CLEPUL) e acolhido pelo Museu de Lisboa. Com Mariana Salvador.
Novos estudos & Novos olhares sobre a cidade: Lisboa do Terramoto à Revolução de Abril
III Ciclo de Conferências
A paisagem alimentar histórica da cidade de Lisboa
Mariana Sanchez Salvador (DINÂMIA’CET – IUL)
Uma Paisagem Alimentar pode ser entendida como a materialização, no espaço, das actividades associadas a cada etapa do sistema alimentar: da produção ao processamento de alimentos, da sua distribuição à comercialização, até à sua preparação, consumo e gestão dos resíduos. Nesta concepção, incluir-se-ão tanto os seus aspectos materiais como imateriais, sob a forma de recursos naturais e humanos, infraestruturas, conhecimento e cultura, e que se manifestam a diferentes escalas territoriais e urbanas. Haverá, então, uma variedade de paisagens alimentares tão vasta como a das comunidades que lhes dão origem, diferentes consoantes os contextos geográficos e históricos, e em permanente mutação segundo as dietas praticadas.
Procurar-se-á, aqui, delinear uma Paisagem Alimentar histórica para a cidade de Lisboa, com maior enfoque no início do século XX. Compreender a natureza e a localização dos seus espaços de produção alimentar — hortas, campos, pomares, olivais e vinhas — e a sua ligação com a topografia e a estrutura urbana. Identificar os seus caminhos terrestres e os pontos de distribuição fluvial e perceber o seu impacto na organização da cidade e na sua toponímia. Explorar os seus mercados e lojas e a relação que estes pontos de venda mantinham com os fluxos de produtos alimentares que à cidade chegavam.
Assim, a partir da Carta de Silva Pinto (1904-1911), e recorrendo a outras fontes como descrições literárias, bibliografia e fotografias históricas, serão identificados e descritos estes espaços de produção, distribuição e comercialização de hortícolas, frutícolas e carne. Mais do que um mapeamento exaustivo, contudo, procurar-se-á transmitir a ambiência desta paisagem alimentar histórica, e estabelecer paralelismos com a realidade contemporânea, pondo este conhecimento histórico ao serviço de um futuro mais sustentável.
Sobre a oradora:
Mariana Sanchez Salvador (Lisboa, 1986) é arquitecta e investigadora. Trabalhou no atelier Carrilho da Graça Arquitectos, onde colaborou em numerosos projectos, desde a escala urbana aos equipamentos públicos, reabilitação e intervenções temporárias. A sua investigação foca-se na forma como os espaços que habitamos — da cidade à casa — são transformados pela nossa alimentação, e pelas actividades que lhe estão associadas. É autora de várias publicações nacionais e internacionais, e tem sido convidada para conferências e entrevistas. Recebeu o Prémio Arquiteto Quelhas dos Santos pela melhor Dissertação de Mestrado em Arquitectura (FAUL), recentemente publicada sob o título “Arquitectura e Comensalidade: uma história da casa através das práticas culinárias” (Caleidoscópio, 2016). Está a desenvolver a sua tese de Doutoramento em Estudos Urbanos — sobre a Paisagem Alimentar de Lisboa — na FCSH-UNL e ISCTE-IUL, com o apoio de uma Bolsa de Doutoramento atribuída pela Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT)..
ENTRADA LIVRE
Sobre o ciclo:
Não se pode dizer que a investigação académica sobre Lisboa alguma vez tenha passado de moda, afirma-se um contínuo olhar sobre a cidade e descobre-se nela, no seu espaço e nas suas gentes, motivos para novos estudos todos os anos. A perspectiva deste ciclo de conferências é, por isso, a de renovar esse olhar apresentando e discutindo trabalhos, textos, projectos que têm Lisboa como cenário ou Lisboa como actriz. E são estas duas visões que enquadram os estudos que fazem parte deste ciclo de conferências: por um lado, caracterizar a vivência quotidiana, a sociabilidade e as dinâmicas culturais, sociais ou políticas daqueles que viveram ou passaram pela cidade; por outro lado, analisar o seu espaço físico, o seu pulsar urbano, as suas transformações. Estes dois olhares, porém, não os queremos fixos numa determinada época, antes os estendemos num arco de mais de dois séculos, procurando abarcar a História de Lisboa do século XVIII ao século XX. Queremos que sejam também histórias nunca antes contadas sobre Lisboa e os lisboetas, queremos apelar à imaginação dos que vierem assistir e queremos que venham debater connosco cada um dos temas propostos.
Tempo
(Quarta-feira) 6:00 pm - 8:00 pm
Organizador
Instituto de História Contemporânea da Universidade NOVA de Lisboa, Centro de Literaturas e Culturas Lusófonas e Europeias da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e Museu de Lisboa
Publicações
Contributos para a determinação dos elementos visuais mais relevantes da paisagem litoral da foz do Tejo
Capítulo do livro A Paisagem Como Problema, assinado por Pedro Fidalgo, sobre os elementos visuais da paisagem da foz do Tejo.
A criação poética da paisagem portuguesa em Carlos Queiroz
Capítulo do livro A Paisagem Como Problema, assinado por Maria M. Almeida e Sandra Escobar, sobre a paisagem vista por Carlos Queiroz.
Paisagem e Fotografia
Capítulo do livro A Paisagem Como Problema, assinado por Carlos Vargas, sobre a relação entre a fotografia e a paisagem.
O impacto das tecnologias militares na percepção e formação da paisagem
Capítulo do livro A Paisagem Como Problema, assinado por Carlos Alves Lopes, sobre a relação entre a história militar e a paisagem.
Paisagens africanas da Grande Guerra
Capítulo do livro A Paisagem Como Problema, assinado por Ana Paula Pires, sobre as paisagens da Grande Guerra em África.
A Paisagem Como Problema (Volumes I-V)
Uma obra coordenada por Pedro Fidalgo, fruto de um congresso internacional, publicada em 2018 pelo Instituto de História Contemporânea.
Pesquisa
Notícias
Investigadores do IHC editam número especial sobre imperialismo e encarceramento
16 Mai 2019
O último número do The Journal of Imperial and Commonwealth History foi editado por Philip J. Havik, Helena Pinto Janeiro, Pedro Aires Oliveira e Irene Flunser Pimentel.
Xurxo Ayán inicia projecto de arqueologia na Galiza
10 Mai 2019
O projecto Adegas da Memória tem como objectivo estudar resistência anti-franquista e a organização das rotas de fuga dos republicanos espanhóis para Portugal.
IHC Renova os Órgãos Sociais
24 Abr 2019
No dia 23 de Abril, o IHC viu eleitos os seus novos órgãos sociais em Assembleia Geral Ordinária.
Oportunidades
Bolsas Individuais Marie Skłodowska-Curie 2019
7 Jul
O IHC acolhe manifestações de interesse de potenciais candidatos às Bolsas Individuais Marie Skłodowska-Curie 2019.
Bolsa de Investigação (Mestre) – IHC
9 Mai
Prazo de candidatura: 9 de Maio de 2019
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