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sábado, abril 14, 2018

Mas o Macron já mostrou as provas que diz ter do ataque químico perpetrado por Assad?

Espera-se que o faça amanhã, quando se dirigir ao povo francês, caso contrário junta-se, em estofo e credibilidade, à parelha composta pelo doido varrido do Trump e da aldrabona relapsa e contumaz May. Para nós, portugueses, já trouxe à memória um certo Zèmanel, o tal que viu as provas da existência de armas de destruição maciça no Iraque.

Suspeito que Macron não vá mostrar nada, pois hoje assistimos a mais uma fantochada encenada, também com a colaboração ou aquiescência dos russos. A pressa era tanta, que nem puderam esperar pela missão de fiscalização das Nações Unidas (parece que irá amanhã para o terreno...), não fosse aparecer mais um Hans Blixen, o sueco que liderava a equipa da ONU no Iraque, para que não se recorde.

Tratando-se duma farsa, custa menos a figura de cu-prò-ar do governo português, e cai mais no ridículo o tom enfatuadamente marcial de Marcelo, hoje, com os antigos combatentes -- gente, aliás, que o estado português trata miseravelmente, sempre de acordo com os nossos baixos padrões de conselheiros acácios e de cu-prò-ar.

p.s.- estava a ouvir um palerma a comentar no Telejornal. Que riqueza de análise, que sumo, dando por certas, claro, as tais acusações. Talvez tenha acesso directo ao Macron. Claro que desliguei a criatura e vim aqui escrever isto, ansioso por passar a coisas mais sérias.

em tempo: não sei se os russos vão retaliar. Se calhar vão também fazer de conta. Façam o que fizerem, só espero que não caiam em cima dos curdos, que tanto jeito nos deram contra o Daesh, parece que (oxalá me engane) abandonados à sua sina.

sexta-feira, julho 08, 2016

é um fato que fica a matar a Durão Barroso,

o de presidente não-executivo -- 'chairman', escreve o Expresso em redondo (que orgulho, oh, que orgulho) --, além de 'consultor' e, quiçá (chi lo sai?) canalizador, com sorte motorista dos netos do accionista de referência da Goldman Sachs. 
Que orgulho, oh, que orgulho, 
Eu disse que o fato lhe fica a matar? É um facto. Mas, a propósito, terá de ir à Assembleia da República, explicar finalmente as provas de existência de armas de destruição maciça que parece que viu, o que só revela argúcia. Proponho, até, que ele preste mais um serviço à Humanidade, e seja ouvido em Haia. 

quarta-feira, julho 06, 2016

Iraque: os inocentes têm de ser vingados

Aquilo que sempre soubemos sobre a invasão do Iraque sob falsos pretextos e os largos milhares de vidas humanas inocentes que se perderam, só é cada vez mais confirmado  pelo lento, porém inexorável, acumular das evidências e provas materiais  do crime inominável que foi cometido por bandidos que têm nome e prosseguem tranquilamente com as suas vidas: Bush (o pateta de serviço), Cheney e Rumsfield (as criaturas letais), Blair (o político sem escrúpulos), Aznar (palhaço ibérico) e Barroso (o anfitrião da Cimeira das Lajes, que a todos nos envergonha).
Este punhado de indivíduos, com responsabilidades diferentes, é certo, deveriam ser julgados em Tribunal Penal Internacional e todos condenados, com penas variáveis, evidentemente.
É claro que isso não vai acontecer: os americanos gozarão sempre de toda a impunidade que lhe será dada pelas instituições e os ibéricos gozarão também daquela impunidade que decorre da tendência, compreensível mas injusta, de não levantar ondas, de não mexer no lodo. Mas ele, o lodo, aí está, e continua. O chamado Daesh não é mais do que uma consequência.
Resta o Bliar, esse infame com as mãos sujas de sangue, tanto quanto as dos comparsas do lado de lá do Atlântico, mas que dificilmente seria o único a expiar a culpa num improvável julgamento internacional.
Resta, em nome da justiça e da memória de todos quantos morreram nessa monstruosidade engendrada sem vergonha diante dos olhos de todo o mundo, resta a esperança que este indivíduo seja levado a tribunal pelos próprios britânicos, vítimas e familiares cujas vidas foram usadas sem pudor nem piedade. Os inocentes, incluindo as vítimas iraquianas.

quarta-feira, outubro 22, 2014

não havia necessidade

Eu até percebo que, por razões de civilidade e elegância, um deputado português, que não correligionário, aplaudisse o último discurso de Durão Barroso no Parlamento Europeu. Fazê-lo de pé, como sucedeu com Assis, é que, atendendo à personagem, me parece excessivo.

quarta-feira, março 20, 2013

Então e o Durão Barroso não dá murros na mesa, ou só serve para ver as provas das armas de destruição maciça no Iraque?

Dizia eu ao meu amigo PCP que  desde que a Alemanha se reunificou, as coisas têm corrido mal. E calculo que lideranças como a do Zé Manel não ajudem.

terça-feira, janeiro 29, 2013

papel de mosca

Andava cheio de vontade de o ler. Novidades, novidades, não dei por elas, a não ser o que tem que ver com politicalha, a alta roda da União Europeia (oh, o tutear dos estadistas...), as reuniões entre os líderes, os jantares confidenciais, etc.
Mas parece ser um trabalho competente de David Dinis e Hugo Filipe Coelho, papel de moscas em reuniões à porta fechada, seguindo a-par-e-passo aquele período do pec IV e do pedido de resgate.
Sócrates obstinado, Cavaco calculista, Portas malabarista, Passos ávido e empurrado para a frente, Teixeira dos Santos saco de pancada, Pedro Silva Pereira ministro adjunto, Durão Barroso, o nosso homem na Europa (como se tivesse feito alguma diferença).
O livro não responde, nem lhe cumpria, à pergunta se o pec IV, com o aval alemão, teria chegado. A avidez pelo pote de Passos e apaniguados não permitiu sequer assistir ao eventual falhanço desse pec. 
Apesar de tudo muito fresco, é útil relembrar alguns episódios de pouca grandeza.

David Dinis e Hugo Filipe Coelho, Resgatados -- Os Bastidores da Ajuda Financeira a Portugal, 3.ª ed., Lisboa, A esfera dos Livros, 2012.

quinta-feira, julho 07, 2005

Hoje, não quero saber

das mentiras do Bliar, dos crimes do gang do Bush, nem das provas que o Barroso diz ter visto da existência de armas de destruição maciça no Iraque. Estive na manifestação contra a guerra, e ainda bem que mostrámos o nosso nojo pela repugnante aldrabice. Mas o que se passou hoje só lateralmente tem que ver com a vigarice americana. Há ratazanas a espalhar a peste, indiscriminadamente. O que se faz às ratazanas?
E, francamente: por mim os israelitas, de quem gosto, aliás, podiam ser corridos de Jerusalém, ou de parte dela, aos pontapés no cu, mas só depois de se dar caça aos Bin Ladens, aos Zarqawis e a outros filhos-da-puta.
Farto deste ranço bíblico e corânico.