O meu Batman, já o disse, é o de Neal Adams; e, no cinema, o de Christopher Nolan (Bale mais convincente do que Keaton). O episódio Ra's Al Gul eestá bem metido; Michael Caine, um formidável Alfred; o batmóvel é excitante, mas falta-lhe a personalidade gótica do arquétipo, melhor no filme de Tim Burton; a conexão do Espantalho ao Asilo Arkham também me pareceu bem. A banda sonora cumpre melhor do que o trailer sugere; aliás, o trailer é fraco.
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quinta-feira, agosto 14, 2014
segunda-feira, junho 06, 2011
quarta-feira, janeiro 18, 2006
O meu Batman
é o de Neal Adams. Verdadeiramente soturno, lúgubre, máscara que enche de terror os bandidos, os assassinos, os maus. A personagem é um achado desde Bob Kane, o seu criador; mas penso que foi com Adams que ela se transcendeu, passando do mero boneco, do (in)vulgar super(?)-herói para a figura trágica que oscila entre a justiça e a vingança, em nome dos pais chacinados à sua frente, no acto gratuito de matar para roubar.
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