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terça-feira, dezembro 18, 2018
segunda-feira, setembro 17, 2018
domingo, fevereiro 11, 2018
domingo, janeiro 28, 2018
«Magical Mystery Tour»
Eu sei o que é participar deste momento mágico de felicidade, o de assistir a uma das etapas da tournée do mais talentoso dos Fab Four. O vídeo mostra bem o efeito. What a joy!
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segunda-feira, janeiro 15, 2018
sábado, novembro 04, 2017
quinta-feira, dezembro 08, 2016
quinta-feira, setembro 15, 2016
quarta-feira, maio 18, 2016
domingo, março 06, 2016
sexta-feira, outubro 30, 2015
a possibilidade de viver
Há uns bons anos, em resposta a um comentário que a Maria Noronha (quando voltará ela a blogar?) fez a este excerto de Stig Dagerman: «Sem fé, ouso pensar a vida como uma errância absurda a caminho da morte, certa. Não me coube em herança um qualquer deus, nem ponto fixo sobre a terra de onde algum pudesse ver-me. Tão pouco me legaram o disfarçado furor do céptico, a astúcia do racionalista ou a ardente candura do ateu. Não ouso por isso acusar os que só acreditam naquilo que duvido, nem os que fazem o culto da própria dúvida, como se não estivesse, também esta, rodeada de trevas. Seria eu, também, o acusado, pois de uma coisa estou certo: o ser humano tem uma necessidade de consolo impossível de satisfazer.»
escrevi a minha via pessoal para tentar iludir o absurdo da existência, via que continuo a trilhar, tentando iludir-me
«É o nada que nos espera que torna a vida absurda. O Vergílio Ferreira diz num dos seus diários qualquer coisa como isto: uma hora de eternidade é igual a mil anos de eternidade; isto é: uma hora de nada é igual a mil anos de nada. Há para mim algo que pode dar um sentido à vida, e tal é a minha descendência, a única coisa perene que me vai sobreviver, pois não sou Miguel Ângelo, Beethoven, Camões ou sequer Napoleão. E mesmo esses... Por isso, também ouço muitas vezes o «Blackbird» & outras músicas; tornam a vida possível de ser vivida.»
*«Blackbird», música de Paul McCartney, nos Beatles.
*«Blackbird», música de Paul McCartney, nos Beatles.
quinta-feira, outubro 22, 2015
quarta-feira, agosto 27, 2014
tudo no lugar
Um McCartney típico, bem construído e esgalhado, cheio de alma e graça, com tudo no seu lugar: a linha do baixo, o fraseado da guitarra, o beat da bateria, as vozes desesperadamente roufenhas. E é divertido. Abre Rubber Soul (1965), um dos meus álbuns preferidos.
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terça-feira, julho 08, 2014
Harrison & McCartney
Balada característica da primeira metade da década de 1960. McCartney é o autor, percebe-se; e o riff, segundo este revelou, é de Harrison -- também.
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sábado, junho 21, 2014
outros tempos
Tema directo e inspirado a abrir um dos mais fantásticos discos dos Beatles, o so called duplo White Album, que tem tudo: do rock'n'roll ao experimentalismo. O grande McCartney, que compôs, canta, toca guitarra, o piano e uma parte da bateria... brinca na Guerra Fria (estamos em 1968) e pisca os olhos à música americana (Chuck Berry, The Beach Boys, Hoagy Carmichael, está tudo aqui), enquanto clama pelas miúdas russas e ucranianas (outros tempos...).
Em baixo, Macca em Moscovo, já neste século, Putin a assistir.
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terça-feira, março 11, 2014
sábado, setembro 28, 2013
domingo, março 03, 2013
BABA O'RILEY
Poucos extravasam o som, e a fúria com a verve de Pete Townshend, o grande.
Extractos dos concertos organizados, em Londres, Dezembro de 1979, por Paul McCartney e a ONU, em favor do povo cambodjano, numa aflitiva situação de fuga dos Khmers Vermelhos, que haviam dizimado o país, em face da invasão do vizinho Vietname.
Baba O'Riley abre este álbum desigual. Melhor é ver o filme, em baixo.
Roger Daltrey, voz e harmónica; Pete Townshend, guitarra, voz e uns synths que pusera a tocar sozinhos; John Entwistle, baixo; Kenney Jones, bateria.
Abaixo, uns furitos abaixo, os Pearl Jam. Eddie Vedder faz, bem, o que pode, mas não é Daltrey quem quer. Fantástico o público de Santiago do Chile.
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sexta-feira, maio 13, 2011
revisitação - The Beatles + Wilson Pickett
The Beatles + Wilson Pickett, «The Long And Winding Road».
Reconhecidamente da autoria de McCartney, o melhor beatle, para mim, sem desmerecer os outros, é claro. O Wilson Pickett está sublime na sua curta intervenção. Prefiro-o às grandiloquências orquestrais do Phil Spector.
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domingo, outubro 01, 2006
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