Mostrar mensagens com a etiqueta Peu Madureira. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Peu Madureira. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, março 07, 2018

ainda o Festival da Canção

Sem tirar nem pôr ao que escrevi aqui e aqui, as minhas preferidas foram mesmo «Só por ela», de Diogo Clemente, por Peu Madureira, e «Anda estragar-me os planos», de Francisca Cortesão e Afonso Cabral, cantada por Joana Barra Vaz. Não sei se repararam, mas a interpretação de Peu Madureira perdeu um pouco de força da eliminatória para a final (o mesmo me pareceu suceder com Peter Serrado), provavelmente por opção, quanto a mim errada, de tornar as prestações menos rugosas, portanto menos autênticas. É possível que não tenha havido influência na votação final -- se tivesse votado, apesar das minhas hesitações entre Peu e Joana, acabaria, provavelmente, por votar naquele. No entanto a suavização, se bem ouvi, não funcionou.

segunda-feira, fevereiro 19, 2018

o Festival, parte I

Desenterrado por Nuno Artur Silva no ano passado, o Festival da Canção mereceu voltar a ser ouvisto. Propriamente má, só uma, miseràvelzinha, apesar do aparato. Algumas, poucas, assim-assim, e uma meia dúzia de boas canções. Gostei bastante da Catarina Miranda, "Para Sorrir Eu não Preciso de Nada" (música de Júlio Resende, letra de Camila Ferraro), e "Alvoroço", de e por J. P. Simões, e também gosto sempre de ouvir a Anabela, uma cantora esplêndida. Mas quem me encheu as medidas, por igual, foram a Joana Barra Vaz "Anda Estragar-me os Planos" (de Francisca Cortesão e Afonso Cabral) e "Só por Ela", de Diogo Clemente, cantada por Peu Madureira. E ainda o vozeirão de Maria Amaral, embora acusando os nervos ou a inexperiência.