Mostrar mensagens com a etiqueta Miguel Serras Pereira. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Miguel Serras Pereira. Mostrar todas as mensagens

domingo, agosto 21, 2011

A verdade é o espanto que não cede.
Miguel Serras Pereira

quarta-feira, maio 24, 2006

Caracteres móveis #75 - George Steiner

A imensa maioria das biografias humanas são uma transição baça entre o espasmo familiar e o esquecimento.
No Castelo do Barba Azul
(tradução de Miguel Serras Pereira)

quarta-feira, julho 06, 2005

Antologia Improvável #26 - Miguel Serras Pereira

DE CORPO INTEIRO

Para o Eduardo Lourenço

Era só não amar que não podia
o rio certas cidades ruas a infância
e a espanha de george orwell e outra frança
línguas mortas e estrelas que nasciam

despedaçado em quantas não sabia
partes de si de corpo inteiro ou campos
onde o mundo flutuava ao fundo e em branco
de novo na distância desabrida

que os dias idos sem fim iam rasgando
de regresso à sua frente enquanto havia
em cada rio sempre outra encruzilhada

lá onde morria o seu amor de tanto
querer sem resto arder em quanto amasse
pois era não amar que não podia

O Mar a Bordo do Último Navio