quarta-feira, 22 de maio de 2019


O espaço no papel que a escrita necessita para se desenvolver é um mistério. Demasiadas vezes temos limites de espaço dentro dos quais esta se deve confinar. Mas e quando esta necessita de mais? Tantas vezes o sentimos. Mas e quanto mais é que necessita? Não sabemos. Talvez até nem necessita de muito. Talvez se diga melhor em pouco espaço do que em muito, onde corre o perigo de se desorientar e perder. Há um espaço justo? Mistério...
Grant Snider

segunda-feira, 20 de maio de 2019

Os livros que ficam pelo caminho


No meu percurso de leituras, e embora procure evitá-lo, há muitos livros que ficam “pendurados”. Estes são iniciados com um propósito, regra geral, a preparação para / de uma actividade. Mas como nem sempre a sua disponibilidade física coincide com os meus timmings, a leitura não fica concluída a tempo, como, entretanto, outras se avizinham, ficam em pausa por tempo indeterminado. Há sempre a esperança de as concluir, mas conscientemente sei que é sobretudo por vanidade. Na verdade, nunca sei quando terei de regressar a uma leitura e é apenas por isso que nunca dou uma leitura pela metade por perdida. Porque, de quando a quando, é já meio caminho percorrido.

Pablo Gallo

sábado, 18 de maio de 2019

As histórias têm fim?


Sinto que termino uma história – um conto – quando além da suposta unidade temporal consigo uma sensação de encerramento da possibilidade sobre a qual trabalhei. Seja de 5 ou de 10 páginas, concluir uma história é um feito que ainda me surpreende. Talvez porque ainda não atingi conclusões para as inúmeras histórias que vou acumulando. Mesmo que daqui a uns meses reescrevesse, pelo menos, partes de modo diferente, sei que naquele momento coloquei naquele texto o melhor das minhas capacidades.
Mas, inevitavelmente, passado um tempo, há sempre uma questão que me assola: o que ficou por contar? Sei o que mostra, mas e o que não mostra? O que ainda há por explorar? Talvez por isso, por vezes, sinto-as mais com um capitulo ao qual se poderiam juntar diversos outros. E ainda outros. Porque as histórias, tal como na vida, encadeiam-se e o fim de um momento é apenas a base para um momento seguinte.

quinta-feira, 16 de maio de 2019

Perguntas frequentes: Quantos livros lês por mês?


Uma das perguntas que recebo frequentemente é: Quantos livros lês por mês? Cuja resposta é, uma média de 3 a 4.
É verdade que, por vezes, inicio livros que não concluo. É verdade que há livros que demoram diversas semanas a ser lidos porque se imiscui a leitura de outros cuja conclusão é prioritária. Isto pode originar que, muito esporadicamente, termine a leitura de meia dúzia de livros quase ininterruptamente.
É verdade que a maioria das minhas leituras é efectuada nos trajectos de transportes públicos que necessito realizar diariamente no meu percurso casa-trabalho-casa. É também verdade que, nesse trajecto, tento prestar atenção às leituras dos outros passageiros e que ganhei o hábito de apontar o nome dos livros. É o nome desses livros que mensalmente publico sobre o título Leituras nos Transportes Públicos. Sim, essa lista inclui os livros que leio, mas não é a lista dos livros de leio. Compreendo que este tipo de publicação possa causar alguma confusão, dai a pergunta frequente do título. Mas descansem, eu não sou uma leitura tão profícua. Nem sei se o quero ser. Sou assumidamente uma slow reader.
Os livros que leio, quando tenho o tempo para a síntese e reflexão, publico sob o titulo do livro e do autor e incluem-se no separador 8. Literatura (Ficção/Não Ficção), ao qual estou a dever, desde o inicio deste blog, cerca de 20 títulos. É que, (in)felizmente, ainda é mais fácil ler do que escrever.

quinta-feira, 9 de maio de 2019

Ensino-Aprendizagem em Contextos Multiculturais


Esta semana estou em aprendizagem: Ensino-Aprendizagem em Contextos Multiculturais, promovido pelo Conselho Português para os Refugiados. Alguns conceitos não são novos, mas a sua noção era superficial e indistinta. Logo, a sua sistematização e diferenciação é importante. Deixo-vos apenas as palavras, porque as realidades são complexas e amplas.
Asilo | Autorização de residência | Permanência no País | País de origem | País de Acolhimento | Primeiro país de asilo | País terceiro seguro | Centro de acolhimento | Condições (materiais) de Acolhimento | Convenção de Genebra | Estatuto de Refugiado | Estatuto de protecção subsidiária | Apátrida | Migrações | Emigrante económico | Pessoas particularmente vulneráveis | Menores não acompanhados | Motivos da perseguição | Raça | Religião | Nacionalidade |  Grupo | Opiniões Politicas | Protecção Internacional | Proibição de repelir

segunda-feira, 6 de maio de 2019

Balanço de manuscritos digitais


A dinamização de sessões de escrita criativa tem sido um grande empurrão para escrever mais. Por uma questão de honestidade e transparência, sinto que não posso pedir a alguém que execute os exercícios que solicito, sem os experimentar primeiro ou mesmo experimentar uma série de estratégias que vou “roubando” aos autores que leio. Nesse sentido, tenho escrito bastante. No entanto, embora escreva, não quer dizer que seja a pessoa mais organizada e produtiva. Tenho muitas ideias e – como qualquer nativo de gémeos que se preze – uma grande dispersão no que diz respeito à sua continuidade. Ou seja, o que não tenho é trabalhos concluídos. Oh, valha-nos nossa srª da procrastinação. Mas, acreditem, esse é o meu grande foco actualmente: perseverar, perseverar e concluir.
Assim, hoje deu-me para fazer um balanço das minhas escritas, que partilho convosco. Tenho diversos textos reunidos e/ou divididos por meia dúzia de ficheiros com os seus títulos de trabalho. São eles:
·         O Acertar dos ponteiros e outros textos: é o ficheiro base onde vou compilando impressões, ambiências, sugestões, ideias, conceitos, nomes de personagens, etc. É a partir destes que depois selecciono e desenvolvo textos específicos que direciono para outros ficheiros.
·         As andorinhas: é um texto muito pessoal e talvez por isso é o único cujo ficheiro é apenas um índice e tudo o resto se encontra dividido entre 2 cadernos manuscritos iniciados e jamais acabados.
·         Exercício de improviso: é uma ideia para teatro. Começou com um diálogo e percebi que o melhor registo para esse diálogo era exactamente a forma teatral. Tenho um conceito e uma ideia de meio e de fim. Só me falta (re)aprender a linguagem teatral e escrever muito, muito mais. Logo, está em stand by.
·         A (des)contrução: é a minha primeira intenção concreta de longo fôlego. Tenho o conceito, os temas que quero abordar, a planificação, a maioria das personagens. Estou na fase psicologicamente complexa de deitar os rascunhos existentes “fora” e começar tudo de novo.
·         OHEA: começou com uma ideia de personagem. A determinada altura, as personagens que gravitam em seu redor começaram a assumir a primazia. Entretanto, tenho um conceito para as enquadrar que me está a suscitar a curiosidade e a imaginação. Será o meu foco nos próximos tempos.
·         SLXS: quando cheguei a um impasse no desenvolvimento d’a (des)construção senti necessidade de ocupar a mente com outro projecto. A partir de apontamentos com alguns pontos de contacto, encontrei um conceito orientador, para o qual já tenho uma espinha dorsal. Agora necessito de alguma dose de pesquisa e preencher, preencher, preencher a espinha dorsal.
Para quando uma conclusão para estes desafios? Não sei. Vou-me impondo prazos que em 95% das vezes não concluo. Mas, ainda assim, vou avançando. Talvez não chegue ao destino final, mas definitivamente sai da estação de partida. Talvez esta partilha seja um novo incentivo à contínua progressão.

quinta-feira, 2 de maio de 2019

Guernsey - A Sociedade Literária da Tarte de Casca de Batata (2018)


Já há algum tempo que estava curiosa para ver este filme, que além de um nome invulgar tem também por base uma comunidade de leitores em plena II Guerra Mundial.
Para meu desconhecimento, Guernsey, de juridisção própria mas sob alçada britânica situada no Canal da Mancha, tal como muitas outras ilhas do Canal, esteve ocupada pelas forças nazis. Essa ocupação resultou na deportação de muitos adultos para diversos campos nazis e na evacuação de muitas crianças para o Reino Unido, para junto familiares, quando possível, mas que nunca seriam reunidas às suas famílias. Estes acontecimentos verídicos servem de base às histórias de meia dúzia de habitantes que num momento de tensão com as tropas inventam uma Sociedade literária para explicar o seu incumprimento ao recolher obrigatório. Forçados a sustentar a sua mentira, iniciam as reuniões reais, nas quais encontram, através da literatura, o equilíbrio e a evasão à sua realidade opressiva e na qual as suas vidas têm um futuro incerto, mas muito provavelmente mais curto do que desejável.
Claro que tudo isto nos é servido com a apropriada love story entre um dos seus membros e uma promissora escritora enviada ao local após a guerra para conhecer esta inaudita e improvável sociedade literária.
Como filme, apesar do cenário dramático, centra-se na história de amor e não parece diferir muito de outras histórias de amor que pululam os nossos ecrãs. Como livro, estou curiosa para saber se o pano de fundo tem uma exploração mais densa. Como demonstrativo da importância de uma Comunidade de Leitores em momentos na vida dos seus participantes, é um bom exemplo.
Título original: The Guernsey Literary and Potato Peel Pie Society | Realizador:  Mike Newell | Argumento:  Don RoosKevin Hood, baseado no romance de Mary Ann Shaffer e Annie Barrows | Elenco:  Jessica Brown FindlayTom CourtenayMichiel Huisman, Matthew Goode, Lily James

quarta-feira, 1 de maio de 2019

A volta no parafuso, Henry James


Este é um daqueles autores que dificilmente voltaria a ler. Tenho uma recordação muito vaga da leitura de Daisy Miller na faculdade e do filme Retrato de uma Senhora, com Nicole Kidman e John Malkovich. Nenhum dos dois me suscitava vontade de retornar à leitura de Henry James.
Mas o surgimento de novas Comunidades de Leitores (CL), essas sim, suscitam-me sempre curiosidade, então aceitei o desafio da recente CL promovida pela Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, e dinamizada por Carlos Vaz Marques, e li este A volta no parafuso.
Foi uma leitura feita sempre de pé atrás. Embora a escrita seja ágil e a leitura rápida e acessível, provocou-me sempre sentimentos contraditórios, porque, no meu entender, as personagens oscilam sempre entre o intrigantes e o irritante. Claro que isso se deve ao mérito do autor que nos quer sempre num limbo sobre o que será a verdade deste personagens e há que lhe dar o crédito.
Gostei? Não o diria deste modo. Compreendo a sua construção e admiro a sua eficácia. Quando à história propriamente dita, encanita-me. Temos uma perceptora que se deixa seduzir, encantar e manipular, primeiro por um patrão galã e desinteressado e depois por uma governanta que vê o seu pequeno poder arrebatado. Pelo meio há duas crianças que, não sendo santas, são endeusadas e sabem tirar partidos disso. Depois, diz que há fantasmas ou alucinações, consoante o nosso ponto de vista e crenças. E há o fim trágico e uma aprente impunidade face ao modo sempre bipolar e inconstante com que o autor nos quer oferecer o relato. Só me apetecia dar estalos àquelas personagens todas. E sim, seria, por ventura, essa uma das intenções do autor.
O livro é um bom exemplo sobre a construção de uma história e utilizá-lo-ei futuramente enquanto exemplo na sessões de Escrita Criativa. Quanto a voltar ao autor, não sei. O tempo o dirá. 
Título Original: The Turn of the screw | Tradução: Margarida Vale do Gato | Revisão: … | Editora: Relógio d'Água | Colecção: | Local: LX | Edição/Ano: … | Impressão: … | Págs.: 198 | Capa: … | Ilustrações: | ISBN: 9789727087419 | DL: … | Localização: Pax (PF)

terça-feira, 30 de abril de 2019

Leituras nos Transportes Públicos #04.19

Abril
2
A Grande história dos mitos gregos, Stephen Fry

Um longo caminho para a liberdade, Nelson Mandela
4
O Gigante Enterrado, Kasuo Ishiguro
5
Stonehenge, Bernard Cornwell
6
O processo, Kafka

O recruta, Robert Muchamore

8
Lessons, Gisele Bündchen

Regresso mortal, Håkan Nesser

A morte do comendador, Haruki Murakami
10
História breve da Humanidade, Yuval Harari
11
Juliet naked, Nick Hornby

O último acto em Lisboa, robert Wilson

22
Dune, Frank Herbert

The bat, jo Nesbo
23
Levaram annie thorne, C. J. Tudor
24
Crónica do Pássaro de Corda, Haruki Murakami

O feitiço da índia, Miguel Real
30
A volta no parafuso, Henry James

terça-feira, 16 de abril de 2019

Passo a Passo (2016)

Patients (2016)Acordar a meio da noite e não conseguir conciliar novamente o sono e o sonho, leva-me de raro a raro a prostrar-me em frente à televisão e a encontrar alguns programas que nos interpelam e afastam, senão o sono, pelo menos a vontade de dormir. Foi o caso deste Passo a Passo que retrata o mundo da deficiência física, sobretudo o período de adaptação.
Um jovem atleta sofre um acidente numa piscina. Após recuperar a consciência, recebe o diagnóstico de paralisia. Ao internamento hospitalar, segue-se o internamento numa clínica de reabilitação onde se procurar que tente obter alguma autonomia e recupere emocionalmente para um percurso cheio de obstáculos futuros. Além de ter de aprender a lidar com um passado cheio de possibilidades que jamais se cumprirão, ter de aprender a gerir um corpo que não lhe corresponde e a todas as condicionantes que agora lhe impõe e que o coloca perante novas formas de viver a amizade, o amor e o sexo.
Este filme coloca-nos perante uma perspectiva que não faz parte de muitas das nossas vidas. Através de uma visão pragmática e humilde, e que raramente nos detemos para observar e ponderar, confronta-nos com a enormidade dos obstáculos e condicionantes que advêm da falta de qualquer mobilidade e da dependência de outrem. É um filme para ver, sentir, reflectir e colocar em perspectiva muito do que nos rodeia.

Título original: Patients * Realização:  Mehdi IdirGrand Corps Malade * Argumento:  Grand Corps Malade , Fadette Drouard * Elenco:  Pablo PaulySoufiane GuerrabMoussa Mansaly

segunda-feira, 15 de abril de 2019


tudo tem um fim
mesmo o que julgamos irredutível,
irrevogável ou simplesmente indestrutível
mas cada fim contem em si um principio
não do mesmo, mas um outro principio
nunca nos erguemos igual ao que fomos antes da queda
a luz reflectirá novamente
no olhar e no engenho
penas não olharmos com a mesma intensidade a vida,
como olhamos a construção


svribiber @ Culturainquieta

sexta-feira, 12 de abril de 2019

Os três seios de Novélia, Manuel da Silva Ramos


Há muito que Manuel da Silva Ramos (MSR) estava na minha lista de leituras a concretizar. Há muito que conheço algumas peripécias relativas ao impacto deste livro. Há muito que tenho a perspectiva de que é um autor cotado no meio, mas que nunca se instalou nas preferências do grande público. Há muito que queria participar numa sessão da Comunidade de Leitores da tigre de Papel, que no dia 22 de Abril é dedicada a este livro. Então, alinhadas algumas disponibilidades e intenções, foi agora que comecei a vislumbrar o trabalho de MSR.
Este livro comemorou no ano transacto 50 anos sobre a sua edição e a distinção com o Prémio de Novelistica Almeida Garrett 1968. E sempre foi o cartão de visita do autor. Então, o que distinguiu o livro? Segundo Óscar Lopes, presidente do júri, foi exactamente a impossibilidade de o categorizar : “Romance? Poema?”. Sendo que ganhou um prémio como novela e de romance tem pouco ou nada. Aproxima-se mais do conto e o que parece ser unânime é a escrita em prosa poética. O seu registo experimental e disruptivo, por vezes duma abstracção que na verdade não me atraindo, parece ter sido exactamente o factor de atracção e de relevo na/para a época. Mas não consigo colocar-me na estrutura mental de tal período.
Não posso dizer que este trabalho me tenha conquistado. Aliás, aquele tipo de protagonista já é tão batido que não me suscita já qualquer interesse. Mas há aspectos que na verdade apreciei bastante:
  • a organização dos relatos, que não sendo originais, serão exemplos a explorar em sessões futuras de Escrita Criativa;
  • as referências literárias, que são sugestões sempre válidas;
  • a síntese poética e o registo experimental.
Necessito de ler outro trabalho de MSR, embora não saiba ainda qual, nem quando. Mas sei que voltarei a ele.
Revisão: Clara Vitorino | Editora: D. Quixote | Colecção: | Local: LX | Edição/Ano: julho 2008 | Impressão: Manuel Barbosa e Filhos, Lda. | Págs.: 106 | Capa: Atelier Henrique Cayatte com Cristina Viotti | Ilustrações: | ISBN: 978-972-20-3597-2 | DL: 276989/08 | Localização: BLX SL 81P-31/Ram (80221158)

terça-feira, 9 de abril de 2019

Escrita Criativa: As voltas do tempo


No mês passado, a sessão do ciclo de Escrita Criativa que estou a dinamizar na Biblioteca da Penha de França foi dedicada ao tempo. O tempo, seja na narrativa, seja na vida, é uma ordem imaginada em constante mutação. O seu valor e a sua percepção alteram-se de individuo para individuo, bem como durante o nosso percurso de vida, e consoante a evolução de ciência e/ou do progresso.
O modo como abordamos a questão do tempo pode ser tão diversa e, por vezes, tão complexa de compreender, que estava a ter dificuldade em encontrar modos de sintetizar algumas das mais frequentes abordagens,. Até que me deparei com a edição do mês de Março da revista Courrier Internacional, cuja leitura sugeri. E pelo retorno dos participantes, uma que seguiram com muito proveito, como foi o caso da E., que me fez chegar este testemunho: Gostei também de ler alguns artigos da revista Courrier Internacional alusiva ao tempo, como a Adelaide recomendou. Por exemplo, adorei o conceito de tempo cíclico e linear e o que se poderá estar a fazer em países diferentes a uma determinada hora.”
Não. Não ganhei nenhuma comissão pela sugestão. Mas foi compensador perceber que todos tiveram o cuidado de adquirir e ler a revista e não se sentiram defraudados com a sugestão.
Aqui, deixo-vos uma imagem que partilhei na sessão e na qual encontrei a tal síntese que procurava. Espero que vos seja igualmente útil.
Courrier International, Março 2019

segunda-feira, 8 de abril de 2019

Sugestão de leitura: autores escoceses


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Uma das gratas surpresas, deste ano na Comunidade de Leitores (CL), é participação de leitores de outras nacionalidades que encontram nesta dinâmica um modo de enriquecer e aprofundar o seu domínio sobre o português. Uma dessas participações é oriunda da Escócia, país cuja literatura os demais participantes desconheciam. Assim, foi com muita curiosidade que solicitamos algumas sugestões e com maior prazer que as recebemos. Partilho-as convosco e com a indicação das quais podem encontrar na Rede de Bibliotecas de Lisboa (BLX). Espero que gostem!

Robert Louis Stevenson
Strange Case of Dr Jekyll and Mr Hyde: provavelmente o mais famoso escritor escocês.

Lewis Grassic Gibbon
A Scots Quair: clássico - uma trilogia, Sunset Song (o mais bonito), Cloud Howe e Grey Granite

John Buchan
The Thirty Nine Steps: thriller, conhecido como filme

Muriel Spark
The Prime of Miss Jean Brodie : também conhecido como filme

George Mackay Brown
Greenvoe : escritor e poeta famoso das ilhas Orkney

Robin Jenkins
The Cone Gatherers -

Alan Warner
Morvern Callar -

AL Kennedy
Everything You Need, ou qualquer dos contos, mas os mais antigos são os melhores, agora que ela tem uma vida mais feliz parece que não tem nada a dizer!
BLX: Amor sem tempo / Paraíso

Sophie Cooke
The Glass House

Anne Donovan
Buddha Da

Andrew O'Hagan,
Personality