VELHO AO PORTÃO
O tempo atravessa-o de saudade
E por isso espreita o portão fechado
Da antiga casa em ruínas
Restam grades
Arcadas em ferrugem
Muros de tela verde
E um imenso espaço devastado
Pelo caos de terraplanagens
Ofuscados pela Luz
2 versos de José Agostinho Baptista
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*«eram belas as túnicas de argel e as velhas botas espanholas que te / dera
o último amante.» *
*Deste Lado Onde *(1976)**
Há 41 minutos















































