
(“Violando a Bíblia”, na Ilha do Tesouro de Robert Louis Stevenson)
Ainda que incréu nutro o maior respeito pela fé alheia. Tendo sido alfabetizado ainda mais saúdo aqueles que seguem o(s) Bom(ns) Livro(s). Mas com a idade cada vez mais me custa aturar os fanáticos, os que interpretam o(s) tal(is) livro(s) à letra: aqueles dos islâmicos que em ânsias de cortar as mãos aos ladrões; os liberais vendo a total livre empresa como o bólide que nos conduz ao Eden; os marxistas que tudo querem do Estado, que julgam Santo; os, talvez os piores, do culto de Foucault, que a todos os tipos de poderes dizem ilegítimos e perversos; os cristãos, que nem nos deixam invocar o nome de deus em vão, nem tão pouco cobiçar as mulheres porque “de outros”; os do PS, que afirmam ser silvestre a entidade Berardo; etc. Todos estes se agarram aos textos que dizem sacros e se empertigam, nas suas falsárias falsas verdades. Assim tanto nos incomodando. E prejudicando.










