Como sempre,
passas inexorável e distante
em me veres.
Como sempre,
olho aquele ponto vago
acima do teu rosto
e, como sempre,
penso: amanhã... talvez amanhã
e olho as tuas costas que se afastam
como sempre.
Em Voz Baixa / Poesia
2 versos de José Agostinho Baptista
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*«eram belas as túnicas de argel e as velhas botas espanholas que te / dera
o último amante.» *
*Deste Lado Onde *(1976)**
Há 4 horas
















































