Mostrar mensagens com a etiqueta Peter Gabriel. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Peter Gabriel. Mostrar todas as mensagens
segunda-feira, novembro 05, 2018
sexta-feira, outubro 26, 2018
quinta-feira, outubro 11, 2018
terça-feira, outubro 02, 2018
terça-feira, setembro 25, 2018
segunda-feira, novembro 27, 2017
terça-feira, novembro 21, 2017
no LEFFest #8
Lou Reed's Berlin, de Julian Schnabel. (EUA, Reino Unido, 2007). «Retrospectiva Julian Schnabel». Concept album de 1973, produzido pelo grande Bob Ezrin (Aerosmith, Alice Cooper, Kiss, Peter Gabriel, Pink Floyd, etc.), foi um flop comercial e também banda sonora da vida de Schnabel, que, amigo de Lou Reed, realizou este concerto. Tê-lo visto esta noite, já valeu o LEFFest.
Etiquetas:
Aerosmith,
Alice Cooper,
Bob Ezrin,
do cinema,
Julian Schnabel,
Kiss,
Lou Reed,
Peter Gabriel,
Pink Floyd
sexta-feira, novembro 11, 2016
quinta-feira, setembro 01, 2016
sexta-feira, maio 20, 2016
segunda-feira, fevereiro 22, 2016
segunda-feira, janeiro 11, 2016
David Bowie
De David Bowie (1967) a Black Star (2016), vão 49 anos (!) e, se bem contei, 26 álbuns de originais. Desses, tenho, hoje, 11-I-2016, cerca de um quarto, seis discos (2 LP + 4 CD), o que faz de mim um apreciador modesto, mas não indiferente. A saber: Aladdin Sane (1973), Low (1977), "Heroes" (1978), Scary Monsters And Super Creeps (1980), Heathen (2002) e The Next Day (2013). Todos os anteriores ao Aladdin Sane são para comprar, e tenho, pelo que li e já ouvi, muita curiosidade pelo Black Star.
A persona de Bowie deixa-me indiferente, não é o meu universo, embora reconheça que há nela uma construção coerente com a música. Esta é que me interessa, pelo que tem de inconformismo entusiasmante, mesmo que haja cenas com Eno que não me comovem,ou os desastres de excessivo comercialismo (Let's Dance, 1983) que dele me afastaram, talvez por demasiado tempo.
Mas como me estreei com o pé direito, em 1980, com o Scary Monsters, o primeiro disco seu que comprei, ficar-me-á sempre esse som pouco resignado, que partilhou com outros nomes dessa geração, e que tal como ele permanecem interessantes: Peter Gabriel, Peter Hammill, Robert Fripp, Robert Wyatt.
A persona de Bowie deixa-me indiferente, não é o meu universo, embora reconheça que há nela uma construção coerente com a música. Esta é que me interessa, pelo que tem de inconformismo entusiasmante, mesmo que haja cenas com Eno que não me comovem,ou os desastres de excessivo comercialismo (Let's Dance, 1983) que dele me afastaram, talvez por demasiado tempo.
Mas como me estreei com o pé direito, em 1980, com o Scary Monsters, o primeiro disco seu que comprei, ficar-me-á sempre esse som pouco resignado, que partilhou com outros nomes dessa geração, e que tal como ele permanecem interessantes: Peter Gabriel, Peter Hammill, Robert Fripp, Robert Wyatt.
Etiquetas:
Brian Eno,
David Bowie,
obituário,
Peter Gabriel,
Peter Hammill,
Robert Fripp,
Robert Wyatt
sábado, junho 13, 2015
terça-feira, maio 12, 2015
quinta-feira, maio 07, 2015
quinta-feira, abril 23, 2015
quarta-feira, setembro 25, 2013
domingo, janeiro 13, 2013
Ontem, a música de amanhã
Não sei dizer qual dos álbuns dos Genesis prefiro. Talvez o Selling England by The Pound (1973), por ter sido o meu primeiro... Mas The Lamb Lies Down In Broadway (1974) estava tão à frente dentro do chamado rock progressivo, que, após a saída de Peter Gabriel, os que ficaram, embora assinassem mais dois discos excelentes (A Trick Of The Tail, Wind And Wuthering, ambos de 1976), recuavam para a sonoridade mais genèsicamente canónica do Selling England; mesmo a solo, Gabriel ensaiará alguma forma ruptura com os padrões estéticos do seu mítico grupo, mas creio que só o conseguindo com o terceiro disco a solo, de 1980. De qualquer modo, "ruptura" deve ser expressão a utilizar com cautelas, porque Gabriel está até ao pescoço no disco de 74, que, por sua vez, é Genesis cem por cento, não se devendo secundarizar o papel dos restantes elementos.
(De alguma forma Face Value (1981), de Phil Collins, também faz um corte com o som da formação, indo para paragens mais negro-americanas, vindo a ser um degrau para uma carreia solista de enorme sucesso comercial que arrastaria os Genesis consigo para uma certa superficialidade popular, sem escamotear alguns bons momentos, em especial o álbum de 1983, significativamente sem outro título que não o epónimo, Genesis, como que significando um regresso às origens, infelizmente fugaz.)
Eles foram tão longe com The Lamb Lies Down On Broadway -- escrevo agora, que me preparo para virar o disco no prato para o lado D --, que tiveram de voltar para trás....
E eu, a ouvi-los hoje: música enganadoramente de ontem; música de amanhã e de sempre, tal como sucede com a Nona de Beethoven...
Etiquetas:
da música,
Genesis,
Ludwig van Beethoven,
Peter Gabriel,
Phil Collins
terça-feira, setembro 20, 2011
quarta-feira, novembro 15, 2006
Subscrever:
Mensagens (Atom)
































































