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segunda-feira, outubro 09, 2017

Catalunha: para ler antes de amanhã

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No meio do bruaá mediático, das opiniões apaixonadas de ambos o lados (com vociferações dos miguéis-de-vasconcelos indígenas), vale a pena ler o sereno depoimento de Jordi Savall, músico e historiador (aliás, de há muito anos um dos grandes nomes da cultura europeia), a que junto uma notável entrevista do jornalista José Antich a Nuno Ramos de Almeida, já com uns dias, mas ainda no ponto; e outra de David Fernàndez ao mesmo jornalista, publicada hoje, também. Fernàndez, antigo porta-voz da CUP, um dos tenebrosos das esquerdas radicais, como diria a rã que queria ser boi. 

segunda-feira, outubro 10, 2005

Jordi Savall

Stella splendens

Devo a Jordi Savall alguns dos momentos de mais intenso prazer estético de toda a minha vida. Não me posso esquecer de que o primeiro contacto que tive com a música de Jean-Baptiste Lully, o compositor de Luís XIV, se deu através do seu ensemble Le Concert des Nations. Neste preciso momento estou a ouvir a voz etérea de Montserrat Figueras entoando Maria Matrem, composição do Llibre Vermell de Montserrat, manuscrito da abadia medieval catalã do mesmo nome. E volto a face do LP desta outra formação célebre de Savall, o Hespèrion XX, e ouço o tutti em Stella splendens, com a abertura do alaudista Hopkinson Smith, seguida dos sopros e das percussões. Quão humana, meu deus, é esta música celestial...