Mostrar mensagens com a etiqueta Vasco Granja. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Vasco Granja. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, março 07, 2013

Comès e Alvin Lee


E no mesmo dia a notícia de duas mortes de duas referências da adolescência: Alvin Lee (n. 1944), ontem; e Didier Comès (n. 1942), hoje.

Lee era para mim uma guitarra num poster que eu tinha na minha cave, na divisão da música. E era também imagens e sons de Woodstock. Mais tarde, a noção do seu lugar nos british blues (3 posts do Abencerragem, aqui).
Comès, um autor raro que conheci nas páginas da revista Tintin -- depois de Corto Maltese a aposta mais arriscada de Vasco Granja -- com Silêncio (1980) e A Sombra do Corvo (1981) --, a que, de motu proprio associei um poema visual de E. m. de Melo e Castro (aqui).

quarta-feira, outubro 26, 2005

Tarzan dos Macacos


Foi com o Russ Manning que comecei a seguir as aventuras do Tarzan. As historinhas saíam aqui nas publicações toscas da Agência Portuguesa de Revistas, enquanto que a brasileira EBAL anunciava as edições de Burne Hogartn, «tudo em cor», artista que o Vasco Granja me ensinaria ser «o Miguel Ângelo das histórias em quadrinhos». Lamento, mas eu gostava muito mais de ler o Russ Manning, com todas aquelas inverosimilhanças -- parece que muito fiel ao Burroughs --, do que o perfeccionista Hogarth, com os seus correctíssimos estudos anatómicos para atingir uma BD plena de euritmia.