No entanto, é sempre útil voltar a ouvir a verdadeira história do chumbo do PEC4, orquestrada por Passos Coelho e seus mentores (Relvas e Marco António, "gente do piorio", como se lhes referiu Miguel Veiga no "Expresso" desta semana), condicionando os coitados do PC e do BE, a quem o PSD e o CDS devem agradecer; a merecida e justificada cacetada em Cavaco, mesmo assim respeitosa; o ter explicado que ser governante não é vir com cara de zombie anunciar 19% de desemprego para os próximos anos. Esta parte criou-me expectativa para os comentários políticos que vão seguir-se. Mas, interessa-me mais falar do carnaval desta semana, a propósito do caso:
Um pirilau qualquer da JSD veio protestar. Que pateta, que pateta...
O presidente da mesa não sei do quê do CDS, o partido dos submarinos e dos sobreiros, disse parvoíces, o que não é de admirar;
Morais Sarmento, que foi braço direito de Durão Barroso (e de Santana Lopes), foi grosseiro, o que não é de admirar;
Vasco Graça Moura, autor que admiro e a quem estou grato pela luta contra o aborto ortográfico, em reflexo pavloviano, disse que a vinda de Sócrates iria baixar o nível do comentário, esquecendo-se dessa nulidade de vocabulário reduzido que dá pelo nome de Marques Mendes.















































