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sábado, março 05, 2016

Para um Dicionário de Ferreira de Catro: G de «Guia de Portugal»

Obra criada e coordenada por Raul Proença e, após a sua morte, Sant'Ana Dionísio. Trata-se do mais monumental e brilhante esforço de compilação do património cultural e natural português, para usofruto dos cidadãos e consequente salvaguarda, nele colaborarando os nomes da cultura portuguesa do tempo. Ferreira de Castro, neste terceiro volume, sobre a Beira Litoral (1945), com «De Oliveira de Azeméis a Vale de Cambra», de boa utilidade os castrianos.
Ainda em vida de Proença, falecido em 1940, Castro, foi um dos fiadores literários da obra, com Afonso Lopes Vieira, Aquilino Ribeiro, Câmara Reys, Raul Lino, Reinaldo dos Santos, Samuel Maia e Sant'Ana Dionísio.

[ a desenvolver]

Bib.: Ricardo António Alves, «Raul Proença, Ferreira de Castro e o Guia de Portugal»,Castriana #2, Ossela, 2004.

quinta-feira, janeiro 07, 2016

"A glória do esquecimento"

...é um grande mote para o Colóquio sobre Afonso Lopes Vieira, assinalando os 70 anos da sua morte. Neste mísero ambiente que vivemos, em que, mesmo que não queiramos, nos entram pelos olhos dentro notícias sobre nulidades absolutas ("Merdinha fala do seu namoro com fulano"; "Sapatilhas FC comprou a totalidade do passe de Gonorreia") -- o que interessa o Afonso Lopes Vieira?! Serve para quê, a poesia?, a arte? Serve para quê a História, já agora -- como, à frente de toda a gente, retoricamente se questionava um tarólogo  dos mercados?
Por isso, e muito bem, "a glória do esquecimento".

segunda-feira, julho 25, 2011

brilhante e encantadora

Acabo de saber, pelo Notas Verbais, da morte de Maria Lúcia Lepecki.
Estive com ela apenas uma vez: convidei-a para falar de Afonso Lopes Vieira, no Museu Condes de Castro Guimarães, no âmbito das «Conversas de Cascais», nos idos de 90.
Jantámos no Marégrafo, e foi fascinante -- tal como eu suspeitava que seria, conhecendo-a apenas do papel impresso.
foto: Público