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quinta-feira, setembro 06, 2018

os amores inúteis #1

A abertura interminável do primeiro concerto para piano do Brahms, à época mal recebido.

terça-feira, julho 28, 2015

B de Brahms

Brahms, Johannes - almôndega peluda, porém com talento criador.


quinta-feira, março 02, 2006

Majestoso e delicado

O Concerto n.º 1 para piano de Brahms tem vindo a acompanhar-me ao longo dos anos, e ouço-o sempre com o mesmo enlevo. Está lá tudo o que em arte me comove: da maior exaltação a uma placidez perturbante.
Referir que foi composto durante a agonia de Schumann, intensificando uma maior proximidade com Clara, a sua paixão, talvez seja um pormenor.

domingo, novembro 20, 2005

Andante maestoso

Acabo de ver no Mezzo, por mero acaso, uma gravação de 94 da 5.ª Sinfonia do Tchaikovski, dirigida pelo Claudio Abbado. E como sucede sempre que ouço esta peça do grande russo fico num estado de grande exaltação interior, em especial no quarto andamento, arrebatado e portentoso, com aquele final impensável que não termina nunca. Qualquer coisa de único e genial -- tanto ou mais do que o Adagio lamentoso da sinfonia seguinte, a última por sinal, que termina também duma forma inusitada, em patético apagamento, como dias depois da sua conclusão se extinguiria o compositor dela, tristemente.
E pensar que em tempos umas nulidades críticas que, como de costume, não viam dois palmos à frente do nariz, acharam o bom do Piotr Ilich, acompanhado, de resto, do seu contemporâneo alemão Brahms, uns músicos dispensáveis. Parece que os pobres se aborreciam com a circunstância de alguma da música dele servir para bailes, se calhar de debutantes. Daí a classificarem-no em conformidade foi um passo...

quarta-feira, junho 22, 2005

Johannes Brahms

Posted by Hello

Brahms

Já se deram conta do balanço dos Quartetos com Piano de Brahms?

sexta-feira, março 25, 2005

Escritório

e pareceu-me que não devia deixar para trás os sons e as imagens que me vão acompanhando
registá-los é pagar o tributo que a mim próprio devo pelas escolhas que fiz
oh, nada de excessivamente intenso, e muito menos de exclusivo, vereis,
mas a minha vida seria outra se nunca ouvisse o tempo infindo que vai do ataque orquestral à entrada do piano no primeiro concerto de Brahms, Barbirolli e Barenboim, no caso,
ou o coral sintetizado de Tony Banks em Selling England by the Pound,
e toda diferente, não fora a leitura dos dois volumes da edição Castilho da Correspondência do Eça, entre o Estoril e o Cais do Sodré, ainda sem metro, e do Tintim (com m) no País do Ouro Negro, em velha tiragem da Flamboyant
este o registo, entre um soneto de Antero e um solo de Jimmy Page
o mais será escrever na areia

Ricardo António Alves