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segunda-feira, setembro 11, 2017

terça-feira, agosto 02, 2016

o criador no seu labirinto


Centrado num´período crítico, pessoal e artístico de Miles Davis, com alguns flashbacks inevitáveis, Miles Ahead, não é, felizmente, um biopic banal, antes um exercício sobre o criador no seu labirinto. Don Cheadle, também realizador, é um formidável Miles.



segunda-feira, abril 13, 2015

domingo, agosto 10, 2014

Thijs van Leer: Bach, o maior herói

Filho de um flautista apaixonado por Bach, Thijs van Leer (teclas, flauta e voz dos Focus), tem o mestre alemão como o maior dos seus heróis (continuo com o #200 da Classic Rock, Agosto 2014). Mas as referências do progger holandês estendem-se de Béla Bartók aos Earth Wind & Fire, de Miles Davis e John Coltrane aos Weather Report, entre muitos outros, sendo que na flauta jazz o ídolo é Roland Kirk: «The flute become an instrument that could be played alongside louder ones like guitar, bass and drums.»  Fora da música, van Leer menciona os existencialistas Kirkegaard e Sartre (rock progressivo é outra coisa) e Marcel Marceau.


sábado, junho 28, 2014

speed

Art Blakey
O tema é de Miles, que sola primeiro; segue-se Julian Cannonball, depois em diálogo, sempre sustentados impecavelmente pela secção rítmica, Jones, Jones & Blakey. O solo de Hank é exquisite; e é dos diabos o speed de Art Blakey nos pratos, pelo minuto 3'58"...


quinta-feira, junho 05, 2014

"Era isto que querias, Alfred?"

A entrada inspiradíssima do piano de Hank Jones, trompete e sax alto a par até ao arranque a plenos pulmões de Julian Adderley; depois, Miles Davis, cheio de coolness; o balanço contínuo da secção rítmica. Terceiro solo, o piano a desenvolver o fraseado inicial. Imparáveis, novos solos de Julian, Miles e Hank, para terminar com os riffs com que os sopros abriram, Miles perguntando a Alfred Lion, o produtor: "Era isto que querias, Alfred?..." O tema é de Nat Adderley.

domingo, março 23, 2014

dos meus discos #1 SOMETHIN' ELSE, Cannonbal Adderley

Ficha
Músico: Cannonball Adderley
título: Somethin' Else
músicos: Cannonball Adderley, sax alto; Miles Davis, trompete; Hank Jones, piano; Sam Jones, contrabaixo; Art Blakey, bateria.
produtor: Alfred Lion
selo: Blue Note
ano: 1958
suporte: CD
faixas: «Autumn Leaves»; «Love For Sale»; «Somethin' Else»; «One For daddy-O»; «Dancing In The Dark». Bonus track: «Bangoon» 

«Autumn Leaves»  Quinteto superlativo, a forma como a secção rítmica inicia, com os sopros sotto voce -- diria eu, ou não, se soubesse alguma coisa de música --, agarram-me logo. Depois, o diálogo Miles / Julian, mantêm-me sempre numa expectativa interessada; ao mesmo tempo, o beat constante mas nunca monótono de Blakey e Jones (Sam). O final de Hank Jones, piano que não quer sair, empurrado suavemente pelos  sopros. Maravilhoso. Ouvir

«Love For Sale»  De Cole Porter (1930). Hank Jones sempre discreto, Art Blakey sincopado, mesmo com as vassouras, Miles Davis dá a frase, e o swing do contrabaixo de Sam Jones anuncia o formidável arranque de Julian C.A., que sola, ouvindo-se a ele e a Charlie Parker. Ouvir.

«Somethin' Else» O tema é de Miles, que sola primeiro; segue-se Julian Cannonball, depois em diálogo, sempre sustentados impecavelmente pela secção rítmica, Jones, Jones & Blakey. O solo de Hank é exquisite; e é dos diabos o speed de Art Blakey nos pratos, pelo minuto 3'58"... Ouvir.

«One For Daddy-O» A entrada inspiradíssima do piano de Hank Jones, trompete e sax alto a par até ao arranque a plenos pulmões de Julian Adderley; depois, Miles Davis, cheio de coolness; o balanço contínuo da secção rítmica. Terceiro solo, o piano a desenvolver o fraseado inicial. Imparáveis, novos solos de Julian, Miles e Hank, para terminar com os mesmos riffs com que os sopros abriram, Miles perguntando a Alfred Lion, o produtor: "Era isto que querias, Alfred?..." O tema é de Nat Adderley. Ouvir.




sexta-feira, maio 13, 2011