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quinta-feira, dezembro 06, 2018

criadores & criatura

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René Goscinny, Jean Tabary e Iznogoud

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terça-feira, setembro 25, 2018

os amores inúteis #18

O humor rugoso do Goscinny, aparentemente para todos.

domingo, junho 24, 2018

criadores & criatura


René Goscinny, Albert Uderzo e Astérix 


segunda-feira, maio 14, 2018

criadores & criatura

 

Uderzo, Goscinny e Humpá-pá, o Pele-Vermelha
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quarta-feira, agosto 23, 2017

segunda-feira, maio 18, 2015

I de Iznogoud

Iznogoud - infância; uma outra Bagdade; "califa no lugar do califa"; a mais divertida expressão da maldade.

Goscinny & Tabary

quinta-feira, junho 26, 2014

a andar para trás




A criação de Astérix foi um achado. Gauleses irredutíveis ao ímpeto marcial do Império Romano, auxiliados nessa atitude de resistência por uma misteriosa poção mágica que atribui a quem a toma uma força sobre-humana. Criação servida pela inteligência de Goscinny, permitindo vários níveis de leitura, possibilitando que crianças e adultos a fruíssem de acordo com a informação que tivessem. As próprias alusões à realidade francesa do momento eram torneadas sem dificuldade pelos leitores de outras nações.
Acresce um estilo de enorme amplitude plástica de Uderzo, refinando-se de álbum para álbum com crescente subtileza, ilustrando na perfeição o espírito goscinnyano. Após a morte de René, Uderzo foi muito criticado na sequência que empreendeu a solo, mas nem sempre (ou quase nunca) justamente: A Odisseia de Astérix ou As Mil-e-Uma Noites de Astérix, por exemplo, estão ao melhor nível do falecido argumentista -- recorde-se, um dos maiores da história da BD...
E este Astérix Entre os Pictos? Digo já que a leitura foi agradável, a ideia-base é boa (Astérix e Obélix visitam, por força das circunstâncias, mais uma paragem do mundo antigo, desta vez o território da actual Escócia); mas nem Ferri é Goscinny nem Conrad é Uderzo. Argumento e desenho funcionam, embora sem rasgo; perdeu-se o espírito, um wit, uma malícia muito própria dos autores originais, presentes desde o já distante Astérix, o Gaulês (1961). É como se a dupla Goscinny & Uderzo tivessem recuado ao tempo do Humpá-pá, o Pele-Vermelha (1958) -- criação notável, aliás --, como se Astérix fosse uma série característica de revistas como Tintin  ou Spirou (mais juvenis) e não daquela a que realmente pertenceu, a Pilote, chefiada pelo próprio R.G. (não confundir...)...

terça-feira, abril 23, 2013

segunda-feira, setembro 18, 2006

I'm a poor lonesome cowboy...

Posted by Picasa Estou há largas semanas para assinalar aqui a edição histórica dos quatro primeiros álbuns de Lucky Luke, até agora inéditos em Portugal: A Mina de Ouro de Dick Digger, Rodeo, Arizona e Sob o Céu do Oeste. Algumas destas estórias foram, no entanto, publicadas entre nós por Adolfo Simões Müller, mas em revista, no mítico Cavaleiro Andante.
Pela imagem junta vemos o cowboy que dispara mais rápido que a própria sombra com traços ainda muito incipientes, traços que espelham uma grande influência dos desenhadores da Disney. Jolly Jumper, que com o seu dono aparece logo em «Arizona» (1947), nas páginas da revista Spirou, era ainda e só um intrépido cavalo...
Morris foi injustamente menosprezado, quando confrontado com o magnífico René Goscinny, autor dos argumentos a partir de certa altura; menosprezo que é injusto, sabem-no aqueles que como eu estão na casa dos 40 anos e puderam apreciar as narrativas impressas entre nós pela velha Editorial Íbis, dando-nos a conhecer a mestria da abordagem humorística do excelente belga à tradição do Oeste americano, como sucedeu com as figuras dos Dalton (Fora da Lei, Os Primos Dalton) e Roy Bean (O Juiz), que nada ficam a dever ao melhor Lucky Luke da parceria estabelecida com Goscinny. Este, genial, com um humor finíssimo -- o mesmo que lemos em Astérix --, viria a potenciar todo o material já existente; mas todo o espírito da série é devido ao seu criador. O pós-Goscinny conheceu, é verdade, altos e baixos, mas começa e termina com dois picos assinaláveis desta nova fase: O Esconderijo dos Dalton (Morris de novo a solo) e O Profeta (com argumento de Patrick Nordmann).
O que me interessa agora, porém, é dar quatro tiros de Colt 45 para o ar, um por cada título com a chancela das Edições Asa, que assim dão a conhecer ao público português as primícias de Maurice de Bevere (Morris) e da sua imortal criatura, cujo cavalo velocíssimo revelava uma inacreditavel lentidão a jogar xadrez...

quinta-feira, setembro 15, 2005

L Goulés

Posted by Picasa Dia grande, para nós aqui na Hispania
e para Asterix L Goulés
(Imagem tirada ao Notas Bedéfilas
http://notasbedefilas.blogspot.com/)

terça-feira, julho 19, 2005

Táxi!

Nostálgico, folheio um velho álbum de BD, da desaparecida Editoril Íbis: Strapontam e o Monstro de Loch Ness, com desenhos de Berk -- extraordinários estes nomes flamengos que soam a arroto... -- e texto de Goscinny. Se o humor deste não é ainda tão refinado como viria a revelar-se em Astérix ou Lucky Luke, por exemplo, não fica nada atrás do praticado em Iznogoud, e faz sorrir. A criança que eu era fascinava-se com as deambulações deste inofensivo motorista de táxi pela país do uísque e de «Nessie»...

sexta-feira, abril 22, 2005

Iznogoud, de Tabary e Goscinny Posted by Hello

terça-feira, março 29, 2005

Piratas

A figura do Barba Ruiva exerceu sempre sobre mim um fascínio a que não foram alheios o traço de Victor Hubinon e a destreza narrativa do grande Jean-Michel Charlier. Apesar disso, o poder caricatural duma certa dupla Albert-René foi tal, que não consigo pegar num álbum de aventuras do comandante do «Falcão Negro» sem que me venha à memória aquela angustiosa interjeição: «Os gau!... Os gaugau!...»