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quarta-feira, novembro 30, 2016

Tsipras nas cerimónias fúnebres de Fidel Castro

Um sinal interessante, e uma boa resposta aos que exultaram com humilhação imposta aos gregos pelos mesmos que sabotaram a União Europeia.
( O Telejornal, coordenado por um idiota qualquer, nem sequer se referiu à presença de Tsipras na cerimónia, preferindo destacar os espasmos do Maduro).

segunda-feira, abril 11, 2016

Costa e Tsipras

Se o encontro de hoje terá alguma consequência, ninguém sabe, porque a situação política europeia (e internacional) está de tal modo volátil que só um tonto se arriscará a fazer vaticínios para além de umas escassas semanas.
O que sei é da satisfação que me deu ver um governante português comportar-se como chefe de um governo de um dos estados mais antigos da Europa,  e não como um poodle do ministro das finanças alemão ou do presidente do Eurogrupo.

domingo, setembro 20, 2015

Tsipras

A capitulação de Tsipras ainda terá muito que se lhe diga. Esperançado com outras vitórias a Sul (seria bom Portugal poder acrescentar alguma coisa), que possam secundar a que obteve hoje, não me parece que outras frentes possam ser abertas. Pelo menos não quer ir para além da troika, não quer governar contra o seu povo, como fizeram os partidos gregos, e já agora, estes gajos do PàF. A reserva mental em relação ao III Memorando poderá garantir isso mesmo. De qualquer modo, confirma-se como raposa política. Que mantenha a ideologia aliada ao pragmatismo, sem ser o Xerife de Notthingam de príncipes que falam alemão, é o que eu espero. 

quarta-feira, julho 08, 2015

o homem do momento

Teve graça ver Guy Verhofstad a increpar Tsipras pela ausência de reformas na Grécia, as isenções da Igreja Ortodoxa, dos armadores, das forças armadas, tudo sectores caros ao primeiro-ministro grego. Em contrapartida, Tsipras lembrou ao Parlamento Europeu, respondendo a um deputado alemão do PPE, que a Alemanha, arrasada depois de duas guerras mundiais que provocou, com milhões de mortos, foi objecto da proclamada solidariedade europeia com o perdão de 60% da dívida alemã e adopção de políticas de estímulo ao crescimento alemão. Um directo seco, o alemão nem tugiu...

sexta-feira, junho 26, 2015

o referendo na Grécia

Desde a eleição do Syriza que estava à espera deste desfecho: em face da chantagem e da inépcia, Tsipras vai colher a legitimidade à fonte da soberania. O referendo decidirá se o povo grego aceita ou não as condições que lhe são impostas. Se aceitar, deve preparar-se para sofrer; se não aceitar, também. O problema é que se o "não" vencer será uma derrota política, não sei se fatal, para a União Europeia -- um projecto de paz e prosperidade tornado tóxico pela subserviência e exposição aos mercados, reflexo também da sua fraqueza política como união, cada vez mais entregue nas mãos e no interesse de um único país, a Alemanha. A política desgraçada no processo da Ucrânia aí está para o demonstrar. 

quarta-feira, junho 24, 2015

Merkel espirrou, as bolsas descem; Tsipras teve um ataque de caspa, os mercados assustam-se

Quando os governos dos estados estão nas mãos dos humores oscilantes dos mercados de capitais -- essas entidades sem moral nem consciência que procuram tirar rendibilidade até das pedras da calçada, e que tanto respeito e consideração merecem aos homúnculos políticos que dirigem este e outros outros países --; quando a navegação é feita à vista míope, o resultado, mais cedo do que tarde, será o caos e depois a guerra, o caos da guerra. Por isso é tão importante que Tsipras não saia derrotado neste combate desigual, mesmo com as cedências que tenha de fazer, consequência das que arrancará à UE e FMI.   

terça-feira, junho 16, 2015

está bem servida a UE

A estrema-direita xenófoba já tem um grupo no Parlamento Europeu. Marine Le Pen agradece, sarcástica, ao presidente Schulz o ter dificultado a vida aos ditos nacionalistas. Enquanto isso, Tsipras precisa de paciência de santo para lidar com marionetas avinhadas, nulidades presidenciais, sócio-democratas vendidos & outros obtusos. Com tristes destes, a União Europeia está bem servida e com futuro radioso à frente. Só espero que Tsipras não vergue. 

domingo, junho 07, 2015

o que mostra o governo do Syriza

O que nos mostra o governo do Syriza é o contrário dos executivos que o antecederam, da Nova Democracia e do Pasok: está indisponível para tratar os concidadãos como rebanho, pascente e manso, conduzindo-os ao matadouro dos mercados. Como europeu, tenho orgulho em Tsipras

quinta-feira, fevereiro 19, 2015

Tsipras: os que se erguem e os que se vergam

Ontem, Tsipras dizia a Shaüble, no parlamento grego, que não devia ter pena dos que se erguem (os gregos), mas dos que se vergam (ele não disse quem, mas a carapuça era para nós). Schaüble respondeu hoje, exibindo uma ministra das finanças de Portugal que faz tudo como a Alemanha gosta, e manda. Que vergonha, que vergonha...
Entretanto, Cavaco volta a puxar do porta-moedas e mostra como nós temos ajudado tanto os gregos. Miséria, miséria...

sábado, janeiro 24, 2015

o punho de Tsipras

BBC
O punho bem alevantado de Tsipras diferencia-o de uma esquerda mole ou vendida, representada pela rosa delicodoce dum socialismo nominal envergonhado, terceira via nem carne nem peixe, nem fode nem sai de cima. Para agradar aos mercados, não são precisos partidos socialistas, que traem as suas origens e os seu ideário. Para o trabalho sujo existe a direita, como se vê em Portugal. O Pasok vai parar ao caixote do lixo, e é bem feito.