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sexta-feira, abril 20, 2018

«Todo o Verão tem a sua sombra / a sua pequena morte / homens lentos nas adegas / (poços de frescura / imaginam ofícios sublimes, / presságios / pequenas conjuras» Fernando Jorge Fabião, Na Orla da Tinta (2001)

«Viesses tu, Poesia, / e o mais estava certo.» Sebastião da Gama, «Viesses tu, Poesia», Pelo Sonho É que Vamos (1953, póst.)

«Só no silêncio a vida se descobre.» Alexandre Dáskalos, Poesia (1961, póst.)

terça-feira, abril 10, 2018

«Sol Branco / Imperador fraterno / Do azul muito ténue» Alberto de Lacerda, Átrio (1997)

«Não peças palavras: / É voz o vento e o seu perdido rumo.» Alexandre Dáskalos, Poesia (póstumo,1961)

«Mal empregado privilégio, a fala, / Que traduz a verdade em que pensamos, / As palavras gastando em ocultá-la!» Carlos Queirós, «Clamavi ad te», Desaparecido (1935)

quarta-feira, março 21, 2018

«Eu ontem encontrei-a, quando vinha, / Britânica, e fazendo-me assombrar; / Grande dama fatal, sempre sòzinha, / E com firmeza e música no andar!» Cesário Verde, «Deslumbramentos», O Livro de Cesário Verde (póstumo, 1887)

«O meu íntimo é uma catedral / que ninguém viu.» Alexandre Dáskalos, Poesia (póstumo, 1961)

«é inacreditável como há dezassete anos / comecei a geração contigo / num ferry-boat sobre o moliço» Fernando Assis Pacheco, Memórias do Contencioso (1976) 

terça-feira, março 20, 2018

«Se não fora eu ter-te assim, / A toda a hora, / Sempre à beirinha de mim, / (Sei agora / Que isto de a gente ser grande / Não é como se nos pinta...) / Mãe!, já teria morrido, / Ou já teria fugido, / Ou já teria bebido / Algum tinteiro de tinta!» José Régio, «Colegial», As Encruzilhadas de Deus (1936)

«Oh, sentir sempre no peito / o tumulto do mundo / da vida e de mim.» Alexandre Dáskalos, Poesia (póstumo, 1961)

«Milady, é perigoso contemplá-la, / Quando passa aromática e normal, / Com seu tipo tão nobre e tão de sala, / Com seus gestos de neve e de metal.» Cesário Verde, «Deslumbramentos», O Livro de Cesário Verde ( póstumo, 1887)

sexta-feira, junho 23, 2017

Sempre haverá o que se busque / embora o que se busque não se encontre.
Alexandre Dáskalos

terça-feira, dezembro 13, 2016

Se é a terra Prometida / que sentido teve então a caminhada?
Alexandre Dáskalos 

quinta-feira, setembro 08, 2016

O meu íntimo é uma catedral / que ninguém viu.
Alexandre Dáskalos