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sábado, novembro 25, 2017

no LEFFest #16

Cosmopolis, de David Cronenberg (Canadá, França, Portugal e Itália, 2012). «Sessões especiais -- Cinema». É o filme de Cronenberg de que menos gostei; cheira-me que está demasiado preso ao texto do romance homónimo de Don Delillo, que não li. O tema não pode ser mais actual e pertinente, muitos diálogos são riquíssimos e os desempenhos excelentes, mas suspeito que o filme não descola do livro e que, embora se trate de linguagens estéticas diferentes, é neste que reside o proveito da fruição.

quarta-feira, novembro 22, 2017

no LEFFest #10

Crash, de David Cronenberg (Canadá, 1996). «Simpósio internacional -- Pode a arte ser ainda subversiva?» A pergunta é irritante e tonta: não há arte sem subversão; e neste filme de Cronenberg a subversão não está, quanto a mim, na sexualidade, digamos, desviante, ou coisa que o valha (acho que nem há 21 anos, tantos quanto leva o filme), mas na reificação do sexo, um dos aspectos da coisificação do ser humano -- fenómeno que diariamente nos tenta fecundar com cinco letras. A arte é indissociável da libertação individual, de quem a pratica, executando-a e de quem a recria, usufruindo-a (ou de quem a usufrui, recriando-a). Nesse sentido é sempre subversiva. Não o sendo, não é arte, mas espertalhice, publicidade, entretenimento para televisões, mercados de arte, desfiles de moda, e até, porventura, festivais de cinema.  

domingo, novembro 09, 2014

O meu LEFFest 2014 #2

David Cronenberg, Maps To The Stars, Canadá, EUA e França, 2014 ("Selecção oficial -- Fora de competição")
Grande título para um filme negro, em que mesmo o tom de comédia é duma amargura extrema.
E Julianne Moore como nunca a vira.

sexta-feira, março 17, 2006

Infortúnios da virtude




















David Cronenberg,
A History of Violence
categoria: filmaço