Mostrar mensagens com a etiqueta Alberto Caeiro. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Alberto Caeiro. Mostrar todas as mensagens

domingo, abril 03, 2016

Porque eu sou do tamanho do que vejo / E não do tamanho da minha altura...
Fernando Pessoa / Alberto Caeiro

quinta-feira, maio 07, 2015

um dia de várias semanas

"Naquele momento, a edição das obras do Pessoa que me estava mais à mão era a péssima edição da Ática, aliás quase todas as antigas edições do Pessoa na Ática são péssimas, embora nenhuma bata em detestabilidade o tijolo que lá se fez das poesias do Camilo Pessanha, pensava eu cheio de preguiça resignada, porque não me apetecia subir ao escadote para pegar na única edição decente que existe do Alberto Caeiro, que é a que reproduz o manuscrito em facsímile e demonstra que o dia triunfal durou pelo menos várias semanas."

Vasco Graça Moura, Naufrágio de Sepúlveda (1988)

terça-feira, janeiro 13, 2015

A espantosa realidade das coisas / É a minha descoberta de todos os dias.
Fernando Pessoa / Alberto Caeiro

sexta-feira, julho 22, 2011

O único sentido íntimo das cousas / É elas não terem sentido íntimo nenhum. 
Alberto Caeiro

terça-feira, maio 17, 2011

ser poeta não é uma ambição minha. / É a minha maneira de estar sozinho.
Alberto Caeiro

domingo, maio 15, 2011

Antologia Improvável #471 - Fernando Pessoa (5) / Alberto Caeiro (2)

Quem me dera que a minha vida fosse um carro de bois
Que vem a chiar, manhãzinha cedo, pela estrada.
E que para de onde veio volta depois
Quase à noitinha pela mesma estrada.

Eu não tinha de ter esperanças -- tinha só que ter rodas...
A minha velhice não tinha rugas nem cabelo branco...
Quando eu já não servia, tiravam-me as rodas
E eu ficava virado e partido no fundo de um barranco.

Poemas de Alberto Caeiro
(edição de António Quadros)