Quando os líderes da Coreia do Norte fazem o número da retórica belicista, a Coreia do Sul não se atemoriza (ambos têm as costas quentes...) e responde à letra. Na crise de agora, segundo o Público, esta
«garantiu que responderia a qualquer ataque do Norte e retaliaria atingindo mesmo a sua liderança.»
É de força, e de engasgar o franganote Ki-Kirikiki.















































