segunda-feira, abril 25, 2011

25 de Abril (Hoje e) Sempre.


segunda-feira, março 21, 2011

"Sou Ronaldo, muito prazer em conhecer, eu sou Fenómeno Ronaldo Nazário dos Campos..."

Deixo aqui mais uma homenagem recente que o músico Marcelo D2 fez ao "Fenómeno", que já não joga...

Ao estilo brasileiro tão característico que só eles sabem fazer, "Sou Ronaldo..."

terça-feira, fevereiro 15, 2011

The best I've seen, so far: Ronaldo, o Fenómeno, termina carreira.

E porque, mais que os golos, são estas jogadas que vão ficar para a história:



Ronaldo e Zidane falam sobre cada um:

sábado, setembro 11, 2010

Katie Melua carimba os 6 anos d' Os Inseparáveis.

Pois é, o tempo passa e as coisas vão mudando. Menos uma: Os (In)separáveis!

Falha clamorosa: por trabalho, desleixo, ou mesmo esquecimento, deixámos passar em branco a data do dia 8 de Setembro, em que se celebram, nada mais nada menos, os 6 ANOS deste blogue. Para vida de site, já é velhinho. Mas é mítico.

E por isso, para comemorar, fica aqui uma excelente música descoberta por mim hoje mesmo, e que, de certa forma, simboliza no seu título o recente relacionamento dos escritores deste blogue para com o mesmo:

"I'd love to kill you".

quarta-feira, maio 26, 2010

Os (In)separáveis no Coliseu, at Jamie Cullum's concert.







Um dos melhores concertos de sempre, e como sempre.

Quem foi, foi. Quem não foi... fosse. Ou vá para a próxima... que ele volta.

E já neste Verão, num Algarve perto de si.

segunda-feira, maio 17, 2010

Jamie Cullum - em preparação para o dia 25...

Aqui ficam algumas canções do último álbum, "The Pursuit":

"Just One Of Those Things"



"Love Ain't Gonna Let You Down"



"I'm All Over It"



"Wheels"



"Don't Stop The Music"



"Gran Torino"

Senhoras e senhores, o nosso P. R.

terça-feira, maio 04, 2010

Não há polémica...



A Biblioteca Nacional precisa indubitavelmente destas obras. Leia aqui.

segunda-feira, maio 03, 2010

"Shutter Island" - "o" Melhor Filme de 2009.



Que filme. Mas que grande filme este, de Martin Scorsese. Totalmente apanhado de surpresa, este foi para mim, e sem dúvida, o melhor filme que vi do ano.

Desde a absolutamente inexplicável passagem ao lado de "Gran Torino" dos Óscares do ano passado, esta é a nova "vergonhosa" exclusão de um filme brilhante dos Óscares deste ano.

Este sim, devia ter sido o melhor filme.

Não percam, ainda em exibição em poucas salas de cinema...

sexta-feira, fevereiro 26, 2010

"Precious: based on the novel "Push", by Sapphire"





















Até agora (ainda me faltam ver uns quantos...), "Precious" é para mim o melhor candidato a "Melhor Filme" de 2009 - embora se preveja que o Avatar irá arrebatar tudo e todos...

Uma história muito simples mas incrível, que emociona e sensibiliza, bem contada e com grandes, grandes papéis. Com nomeações para Melhor Actriz (Gabourey Sidibe), Melhor Actriz Secundária (Mo'Nique), Melhor Argumento Adaptado e Melhor Realizador (Lee Daniels), conta ainda com as (pequenas) participações dos conhecidos músicos Mariah Carey e Lenny Kravitz como actores.

Ah, e foi produzido pela Oprah (para quem isso for importante...).

O trailer aqui está.


"Whatever Works", by Woody Allen











Traduzido para português como "Tudo Pode Dar Certo", este é mais um filme de Woody Allen que não se pode perder. De volta ao seu estilo "habitual", depois de uma ou outra incursão num género mais "dramático", Woody apresenta-nos mais um filme com muitas doses do seu humor peculiar. Fala da história de um físico "falhado", completamente execrável, cínico e conspirativo, mas claro, divertidíssimo. E mais uma vez, volta a falar do papel fundamental que o acaso tem na vida das pessoas...

Desta vez ele não entra no filme, com o papel que costuma ser o "seu" a ser interpretado pelo stand-up comedian "urderground" nova-iorquino Larry David (ficou mais conhecido por ter sido co-produtor da aclamada série de humor "Seinfeld"... Lembram-se?). Está muito bem no papel, apesar das críticas...


É mais um filme de Woody Allen que passa completamente ao lado dos Óscares deste ano, incompreensivelmente para mim. No segundo ano consecutivo com 10 (!!!) nomeados pela Academia para Melhor Filme, porque não incluíram também este...? É certamente melhor do que alguns que aparecem no lote deste ano.
A não perder, aqui fica o trailer.


segunda-feira, fevereiro 22, 2010

"Invictus", by Clint Eastwood













Não é dos melhores filmes de Clint Eastwood, mas continua a ser um óptimo filme para ir ver ao cinema, sem dúvida. Não se pode é ir à espera daquelas obras primas a que Eastwood nos vem habituando... É um filme bastante "específico", mas não deixa de ser fantástica a maneira simples com que Eastwood consegue realizar qualquer filme, e mais uma vez não conseguimos não nos emocionar com o final desta história, que diga-se de passagem, fala muito mais do que só de desporto...

A ver, quanto mais não seja pelas nomeações de Melhor Realizador (Clint Eastwood), Melhor Actor Principal (Morgan Freeman - Nelson Mandela), e Melhor Actor Secundário (Matt Damon - François Pienaar).

quinta-feira, fevereiro 18, 2010

John Lennon - "The Killing of John Lennon" e "Chapter 27"

John Lennon, um dos principais membros dos Beatles - muitos dizem ter sido "a" principal razão de ser do grupo -, é uma das minhas referências musicais, entre muitas outras. Morreu há quase 30 anos, em 1980, ainda eu não era sequer nascido... Para além disso, sempre me interessei (não morbidamente, é preciso dizê-lo) pelas circunstâncias da sua morte trágica e injusta, assim como sempre me interessei pelas mortes "tristes e inesperadas" nuns casos, e "estranhas" ou de "causas vagamente (des)conhecidas" noutros, de outras referências minhas e lendas musicais, casos por exemplo de Jimi Hendrix, Jim Morrison, Bob Marley, Freddie Mercury, Joe Strummer, Kurt Cobain, Bradley Nowell, Jeff Buckley, e outros que não me lembre agora...

Vi por isso 2 filmes recentes - não, não estão no cinema agora, o primeiro é de 2006 e o segundo de 2007 - que tratam a morte de Lennon, mais especificamente relatam o ponto de vista do seu assassino, desde então infame famoso, Mark David Chapman.

. "The Killing of John Lennon", (2006)











Este é um filme que não se limita ao episódio do assassinato, mas que percorre um pouco o antes e o depois da vida de Mark Chapman. Tem um grande interesse do ponto de vista da "credibilidade" da personagem, que é o facto de só serem proferidas pelo actor em causa as frases exactas que foram ditas pelo real Mark Chapman.

. "Chapter 27", (2007)















Este outro filme foca-se essencialmente no dia da morte de Lennon, e nos dias que o antecedem, seguindo a par e passo todas as acções de Mark Chapman nesses instantes, até ao dia do acto. Diga-se que este filme mostra um Mark Chapman mais "louco contido", menos "normal", e mais "aterrorizador" e "aterrozidado" em si próprio. É, aliás, um grande papel de Jared Leto, que sofre uma transformação (física) incrível - como se vê nas imagens -, acabando até por ficar mais parecido com o real Chapman do que o actor do primeiro filme.

Diria que têm que se ver os 2, acabam por se complementar bem um ao outro.

E para acabar, cá está o verdadeiro Mark Chapman, que está na cadeia desde então... Foi condenado a prisão perpétua, tendo-lhe sido já negada 5 vezes (e muito bem) a liberdade em audições sucessivas.

Um homem "louco" (esquizofrénico, ditou o tribunal), que cometeu o crime por achar que assim ganharia facilmente a fama. E ganhou... diz ele que: "The world would know that the biggest nobody had just shot dead the biggest somebody on Earth."

Diz também que gostava de John Lennon e da sua música, mas que - no seu pensamento alucinado, como se vê nos 2 filmes -, descobriu que aquela era a sua missão no Mundo. Percebe-se também que a certa altura começa a achar que Lennon era um "phony" (falso), uma vez que cantava "Imagine no possessions...", e afinal tinha uma vida luxuosa...

Apenas como curiosidade, afirma que nunca chamou "Mr. Lennon!" antes de o alvejar como retratam os 2 filmes. Simplesmente deixou-o passar, e disparou 5 vezes pelas costas. Noutro acto alienado e demente (ou não...), ficou simplesmente especado logo a seguir, não tendo esboçado qualquer tentativa de fuga até à polícia ter chegado, acabando por se declarar como culpado.





Aqui fica a última curta entrevista que deu à televisão americana, em 1992.


sábado, janeiro 30, 2010

Troco tudo por um beijo.



"Tudo por um beijo", Jorge Palma

Ao contrário de (alguns) críticos que andam para aí, dizendo que Jorge Palma "já não é o que era", "vendeu-se", "está mais comercial"... etc, etc... Enganam-se redondamente, ele apenas está cada vez mais desenvolvido, e consegue trabalhar noutros registos também, como tem feito nos últimos 3 álbuns... Não deixando de, aqui e ali, continuar a integrar músicas daquelas ao estilo do "velho Jorge Palma".

Gosto muito de Jorge Palma, e dos seus vários registos. Não, ele não se vendeu, e recomenda-se. Este último tema "Tudo por um beijo", da banda sonora d' "A Bela e o Paparazzo", acompanha-me repetidamente nos últimos dias...

Quanto ao filme, já fui ver. É bom, é leve, mas é bem feito. E é bom ver que - apesar de não termos uma indústria do cinema -, conseguimos fazer coisas com qualidade (pelo menos) igual ao que se faz lá por fora (leia-se nos States). Bons actores, bem realizado, despretensioso, e nada mais. Mas é bom, e não quer mais do que isso.

sábado, janeiro 23, 2010

"Em Busca da Identidade O Desnorte" (III)

"Trata-se de uma questão de alcance da percepção. O nosso território mental é limitado, e as suas fronteiras muralhas que nos reenviam a nossa imagem, o que nos permite reconhecermo-nos imediatamente. Por isso essa percepção se reduz a uma identificação empobrecida - mas com imensos benefícios secundários como a segurança fácil, as rotinas apaziguadoras e a paz de espírito que nos traz a ausência de dúvidas sobre o sentido da vida. Pequeno território, percepção de curto alcance e reconhecimento autocomplacente da nossa imagem constituem condições do fechamento de nós em nós - e parâmetros da nossa identidade.
Tudo isto está a esboroar-se, com a crise global a acelerar bruscamente o processo. Adquirir uma percepção de longo alcance, sentir ao longe prolongamentos da nossa existência local exige um esforço doloroso. É abrir portas ao desconhecido, a encontros inesperados, a emoções e afectos excessivos (tornar-se "angustiado" ou "entrar em pânico", deixando de "estar triste" ou "saudoso" (...) implica uma mudança radical no clima afectivo de uma sociedade). É a ameaça psicótica de não ter limites espaciais corporais. De perder a imagem de si, ou a identidade. De desaparecer, enfim."

in "Em Busca da Identidade O Desnorte", José Gil

"Em Busca da Identidade O Desnorte" (II)

"(...) O chico-esperto não é o mentiroso, o grande escroque, o corrupto que se coloca claramente fora da lei. Pelo contrário, aproveita um espaço não-preenchido pela lei para cometer um acto quase legal, mesmo quando implica pequenas transgressões das normas jurídicas. Que faz o chico-esperto? Age por pequenas sequências, por pequenos troços de acção, para obter pequenos resultados - que se revelam, muitas vezes, nulos. Mas julga que, somando os pequenos resultados, obtém um ganho final apreciável. O chico-esperto infringe a lei como se estivesse a cumpri-la, como se fosse uma boa partida sem consequências de maior. Porquê? Porque, no fundo, a pequena transgressão que comete não faz dele um criminoso, apenas um "malandreco". À acusação que o pode tornar alvo da autoridade porque cometeu um delito opõe-se a força da conivência dos costumes, (...) que se formou na cabeça dos nossos compatriotas e que aprova secretamente o chico-espertismo. (...) O chico-espertismo, por ser tão generalizado e penetrar tantos domínios, desliza facilmente para a corrupção e para a acção criminosa. Mas enquanto não chega aí, o chico-esperto goza do consenso conivente da maior parte da população, mesmo quando esta, publicamente, o condena. Por isso, a sua acção ganha valor - o valor da sua esperteza. Esta necessita de descaramento, mas contém ousadia, temeridade e até coragem - valor moral enviesado, mas que todos os portugueses reconhecem. E o chico-esperto sabe-o bem, pois secretamente espera ser aplaudido por ter tido aquela ideia transgressiva e ter ousado aplicá-la."

"(...) Assim se estabelece o círculo perverso em que se move o chico-esperto português: a afirmação da sua superioridade em todos os domínios coloca-o fora e acima do universo dos que critica (os outros e o seu país). Ao mesmo tempo, tem constantemente necessidade deles, da sua aprovação, e do universo onde também se enraízam aqueles costumes de todos, aquele "direito (...)" que legitima a sua acção. À esquize entre os dois universos corresponde a esquize da consciência social do chico-esperto.
O círculo fecha-se: como lidar, ao mesmo tempo, com mundos e comunidades que se opõem? (...) é conferir-lhes simultaneamente os estatutos de superiores e inferiores, de chicos-espertos também detentores de um supersaber e de idiotas honestos e seguidores estúpidos das leis. É amá-los e desprezá-los ao mesmo tempo. (...) tanto pode ser "de confiança" como pode ser um chico-esperto. A nossa relação com o outro é uma relação de distância porque sabemos que são todos potenciais chicos-espertos, prestes a agir como nós mesmos, prestes a trair, a aldrabar, a fazer sair do nosso interior o chico-esperto que está lá dentro. Projectamo-nos no outro atribuindo-lhe, com razão, a nossa própria subjectividade. O português tem sempre quatro olhos, um par por detrás do par que está à vista, escrutinando a visão do outro (...). Uma doce paranóia obsessiva rege assim a sociedade portuguesa."

in "Em Busca da Identidade O Desnorte", José Gil

"Em Busca da Identidade O Desnorte" (I)

"(...) o sujeito "vive-se" como um zero social e pessoal, um falhado, e queixa-se de tudo e de todos - queixa-se do "país", nunca de si próprio. Abre-se aqui uma esquize, uma fenda no eu, porque ele pertence e não pertence ao "país". Uma culpabilidade profunda incrusta-se em todo o seu ser: culpabilidade por ser o que é, e o que não é, por tudo e por nada, pesada e difusa ao mesmo tempo. (...) Assim se cria um plano sonhado a que corresponde um plano prático: o queixume delirante constitui também um modo de justificar todo o pragmatismo da sobrevivência, o não-cumprimento da lei, a irresponsabilidade, o "desenrasque", a esperteza na acção. O mal delirado legitima os comportamentos desviantes. E estes comprovam pragmaticamente o discurso delirante do queixume. Forma-se um sistema em equilíbrio, na aparência sem falhas."

"O queixume generalizado, a inveja como sentimento e prática social normal foram, por assim dizer, "institucionalizados" pela retórica salazarista da invisibilidade e do silêncio, fazendo desaparecer o signo supremo da ditadura (Salazar) para deixar o campo aberto a uma entidade difusa e indefinida (o "país"). Desde logo a queixa individual e a inveja ganham um outro alcance e uma outra legitimidade: tornam-se práticas sociais habituais, quase "costumes". Já não são sintomas pessoais, é uma doença que faz funcionar toda uma sociedade, aceite como "normal". Eis a grande perversidade do sistema salazarista.
Quando um ditador delirante tem condições para realizar socialmente o seu delírio, não vai para o manicómio, mas é a sociedade que se torna um manicómio, às vezes quase imperceptivelmente."

in "Em Busca da Identidade O Desnorte", José Gil

sábado, janeiro 09, 2010

Rain dance

Just like a woman

sábado, dezembro 05, 2009

25 de Maio de 2010 - Jamie Cullum no Coliseu dos Recreios, em Lisboa.

Completamente imperdível. Recomendo a todos - conhecedores ou não -, este é um verdadeiro artista. Já fui a 2 concertos dele, e são daqueles que valem mesmo a pena, sai-se de barriga cheia, a cantarolar, muito satisfeito, e a querer mais. São espectáculos que não se esquecem... Os meus bilhetinhos "já cá cantam". Não percam a oportunidade. Ouçam.

Jamie Cullum - Gran Torino



Jamie Cullum - Don't Stop The Music

Roger Federer não aguenta "el castellano" de Pedro Pinto da CNN... Hilarious.

sexta-feira, novembro 27, 2009

Here we go again