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quinta-feira, outubro 02, 2014

os presidentes usurpadores e o antifascismo pateta

Parece que o Parlamento vai homenagear a República com uma exposição de bustos de todos os presidentes das ditas (I, II e III Repúblicas). A II República, mais conhecida por Estado Novo, deu três para o ramalhete. Três usurpadores, diga-se, pois a participação em simulacros eleitorais que mais não foram do que acções políticas fraudulentas, retirou a Carmona, Craveiro Lopes e Thomaz qualquer legitimidade para o exercício da chefia do Estado.
O caso de Américo Thomaz é especialmente gritante e criminoso. Felipe II (I de Portugal) teve mais legitimidade como chefe do Estado do que Thomaz, que não teve nenhuma. De tal forma, que o cagaço de Salazar com o Humberto Delgado suscitou(-lhe) uma revisão constitucional, em que o PR deixou de ser eleito por sufrágio universal para passar a sê-lo por colégio eleitoral.
Dito isto: expõem-se cem anos de República. O que se faz com presidentes usurpadores e ilegítimos? Varrem-se para debaixo do tapete da História? Não conheço o teor da exposição, mas duvido que seja glorificadora, caso contrário não é uma exposição mas uma acção (canhestra) de propaganda.

Uma ressalva, em tempo: é claro que não me refiro aos resistentes, quando falo em patetice, gente que me merece o maior respeito, mas a certos pinto-calçudos, quase de calções ainda hoje, bradando...