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terça-feira, setembro 30, 2014

Hong Kong, duas ou três perguntas

Quando uma ditadura recua, abre um precedente que se instala como um vírus. Não recuando e mantendo-se o braço-de-ferro, pode a China dar-se ao luxo de qualquer coisa parecida com Tiananmen? Que ela tem poder para enfrentar o mundo, tem-no, decerto; mas terá poder para enfrentar os mercados sobre os quais tudo perigosamente assenta? E, por outro lado, exercendo a sua milenar sabedoria, e fazendo jus ao mote de Deng Xiaoping um país, dois sistemas, terá margem para justificar esse recuo? Irá ainda a tempo?