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domingo, março 24, 2019

vozes da biblioteca

«Adrião, arrastando a perna, tinha-se recolhido ao quarto, queixando-se de uma forte dor de cabeça.» Graciliano Ramos, Caetês (1933)

«Ana Paula refugiara-se num súbito mutismo, como que receosa de se ter expandido em demasia naquela espontânea declaração que nenhum mau pensar inspirara e que só reproduzira a singeleza do seu sentimento, recto como a luz rectilínea dos seus olhos, leais e profundos.» Joaquim Paço d'Arcos, Ana Paula (1938)

«Subitamente, enquanto arrumava de pé o livro na pequena mala de viagem, viu duas mulheres idosas vestidas de preto a colherem azeitona, depois pequenos rectângulos de couves altas, e mais oliveiras baixas, de repente uma bem constituída com duas grandes escadas de pé contra os seus ramos acinzentados...» Manuel da Silva Ramos, Café Montalto (2003)

sábado, março 23, 2019

livros que me apetecem

1945 -- Estado Novo e Oposição, Mário Matos e Lemos (Palimage)
A Noiva do Tradutor, João Reis (Elsinore)
Alguns Humanos, Gustavo Pacheco (Tinta-da-China)
As Trevas e Outros Contos, Leonid Andréev (Antígona)
As Velhas, Hugo Mezena (Planeta)
Breviário Mediterrânico, Predrag Matvjevitch (Quetzal)
Coração Duplo, Marcel Schwob (Cavalo de Ferro)
Estranhezas, Maria Teresa Horta (D. Quixote)
Jorge Amado: Uma Biografia, Joselia Aguiar (Todavia)
Medula, Manuel Silva-Terra (Licorne)
O Grande Bazar Ferroviário, Paul Theroux (Quetzal)
Oleana, David Mamet (Tinta-da-China)
Olhar de Editor, Serafim Ferreira (Montag)
Pavese no Café Ceuta, Francisco Duarte Mangas (Teodolito)
Tess dos D'Urbervilles, Thomas Hardy (Relógio d'Água)

no papo:

A Guerra dos Mundos, H. G. Wells (Sextante)
Diário, Virginia Woolf (Bertrand)
Os Três Seios de Novélia, Manuel da Silva Ramos (Parsifal)

quarta-feira, fevereiro 18, 2015

a besta quadrada do senhor doutor

«Lembro-me muito bem da chegada dessa besta quadrada do senhor doutor Oliveira Salazar e da Amália cantando o Carlos Gardel.»

Manuel da Silva Ramos, Adeusamália (1999)