Kathryn Bigelow, Zero Dark Thirty (EUA, 2012). Não é um grande filme, como The Hurt Locker. Não é fácil contar a história de uma caça ao homem por pesquisa de dossiers e outras actividades pouco atraentes de serviços secretos. De qualquer modo, cumpre. Há momentos muito bons, em especial o arranque da missão de captura, o voo silencioso dos helicópteros a partir de Jalalabad pelas gargantas de ninguém daquela porosa fronteira afegano-paquistanesa. Lembrei-me logo, pelo contraste, da carga wagneriana de Apocalypse Now. O futuro o dirá, mas creio que a cena ficará para a história do Cinema.
2 versos de José Agostinho Baptista
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*«eram belas as túnicas de argel e as velhas botas espanholas que te / dera
o último amante.» *
*Deste Lado Onde *(1976)**
Há 5 horas
















































