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Articles by "Tatiana Azenha"
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No dia 7 de Junho, acompanhados pelo Sr. Vereador da Câmara Municipal de Odivelas, Carlos Bodião, a JSD Odivelas visitou o "Parque dos Bichos" (CORACO).

Num País onde o abandono de animais é ainda uma prática comum - em 2010 o número de cães e gatos recolhidos foi de cerca de 37.000 - nem todos são salvos com sucesso...

O Sr. Vereador Carlos Bodião e responsável pelo Gabinete do Médico Veterinário Municipal  foi um dos responsáveis pela criação e desenvolvimento do Parque dos Bichos (Centro Oficial de Recolha Animal do Concelho de Odivelas) preparando-o para o acolhimento e recepção dos animais errantes do nosso concelho.

"Quando eu tomei conta desta estrutura a política não era esta, a política era de abater os animais e foi preciso mudar o paradigma de saúde animal do concelho de Odivelas e depois convencer uma pessoa que estava formatada para implementar essa política" explicou o Sr. Vereador Carlos Bodião á JSD Odivelas.

Localizado numa zona isolada, o Parque dos Bichos passa despercebido aos transeuntes que por ali passam e se não fosse pelo latir dos animais que por ali vivem... Este espaço dispõe de 18 boxes para alojamento de cães, 3 boxes para os casos de quarentena e 3 boxes destinadas a sequestro sanitário. O espaço não dispõe, por enquanto, a valência de Gatil.

Embora sejam muitas, as associações de albergue e protecção dos animais, o número de abandonos não dá sinais de abrandar e nem todos possuem condições necessárias para albergar ou prestar cuidados de saúde básicos aos animais que recebem. A falta de fiscalização e incumprimento da lei que obriga á identificação com "microchip" são alguns dos motivos que levam ao aumento desta amarga realidade.

No Parque dos Bichos, após a identificação dos casos e recolha do animal, estes são encaminhados para as instalações desta instituição que, acompanha cada um dos casos com particular atenção e cuidado. Será importante referir que o Parque dos Bichos se compromete a zelar pelos interesses dos animais prestando cuidados de saúde, acompanhamento e manutenção antes, durante e após processo de adopção. Esta instituição acompanha cada um dos animais que alberga de modo a garantir que o mesmo não volte a ser abandonado e que seja tratado com todo o carinho e cuidado que merece.

Infelizmente a capacidade de acolhimento desta instituição não é muito grande e muitos dos animais que são recolhidos precisam de vários dias de recuperação. De momento, o Parque dos Bichos não recebe animais com dono, uma vez que uma das competências de um canil municipal é acolher e ajudar cães de rua/abandonados. Muitos são os pedidos de ajuda a este centro e a JSD Odivelas pode verificar que o mesmo funciona já no limite das suas possibilidades de acolhimento.
No dia 28 de Outubro de 2010, a JSD Odivelas apresentou na Assembleia Municipal, através dos companheiros Bruno Duarte e Paulo Pinheiro, um voto de congratulação pela inauguração do Canil/Gatil deOdivelas o qual que foi aprovado com os votos favoráveis do PSD, PS, CDS, PPM e MPT com as abstenções da CDU e BE. Reforçámos ainda o nosso apoio por esta causa através da promoção dos animais disponíveis para adopção na 1.ª edição darevista da JSD Odivelas “Kont@cto Magazine”.

Há cada vez mais famílias a entregar animais de estimação nos canis. Aumentam as queixas de maus tratos e são abandonados por ano, mais de 10 mil animais só em Portugal. Meio milhão dos que são encontrados nas ruas não tem dono e em muitos casos ainda coexiste nas Câmaras Municipais a ideia de abater os que vagueiam sem casa ou destino....

Deixo-vos um pequeno vídeo da ONG portuguesa União Zoófila, contra o abandono de animais:

Ontem foi dia Internacional da Mulher, mas é importante debruçar a nossa atenção para o Relatório da Agência Europeia para os Direitos Fundamentais (FRA) no que toca á violência contra mulheres. Esta realidade como já devem saber afecta não só outros Países europeus, mas também Portugal se encontra incluído nestes números.

Em Portugal, uma em cada quatro mulheres é ou já foi vítima de violência.

Estes números são verdadeiramente preocupantes e abrangem não só as agressões físicas, sexuais e psicológicas. Entre os tipos de violência mais comuns podemos encontrar: a “bofetada”, o “empurrão”, o agarrar pelos cabelos ou atirar por exemplo contra uma parede. 

Quando se fala de violência psicológica o número é ainda mais elevado: 43% da mulheres diz já ter sofrido humilhações, ameaças físicas, proibição de sair de casa, ou por exemplo ficar sem as chaves de carro por acção do companheiro. As conclusões deste estudo devem ser levadas a sério...! Isto porque 9 milhões de mulheres na União Europeia já foram violadas. A violação conjugal ocupa 31% da fatia por violação do parceiro e as mais jovens (+/- 20 anos) ocupam lugares de topo e são, por isso, as mais frágeis neste tipo de situações.

Em muitos casos amigos, colegas de trabalho ou familiares sabem do que se passa mas preferem manter-se neutros por receio de represálias ou problemas futuros.

Isto não pode acontecer!

Devem ser denunciados todos os tipos ou de actos de violência no que toca a mulheres que se sintam desprotegidas ou que vejam os seus direitos negados ou não estejam a ser respeitadas. Sempre que existam formas de agressão ou de, em ultimo caso de homicídio tentado não podemos fechar os olhos e devemos ajudar o próximo, esta deverá ser a nossa filosofia para minimizar o problema. É importante ainda referir que a forma tentada de homicídio nos casos dos relacionamentos conjugais ou de namoro, é o método mais utilizado nas camadas mais jovens, o que está cada vez mais a crescer no nosso País. 

Culturalmente a mulher Portuguesa está habituada em manter o silêncio neste tipo de casos o que também dificulta o rasteio deste tipos de casos. Muitas das vezes as mulheres casadas acabam por utilizar estratégias de sobrevivência dentro da própria casa para poderem superar esta tortura. Será que é isto que queremos para o futuro dos nossos filhos?

Ontem foi dia Internacional da Mulher, hoje é dia de pensar no/a próximo/a e ajude...!

Deixo-vos um vídeo de uma jovem Sérvia que fez parte de uma campanha de consciencialização sobre a violência contra a mulher. O formato já é conhecido, uma foto por dia durante um ano, mas o resultado é impressionante:


Fonte de informação: http://fra.europa.eu/en


Desanexada da Freguesia de Odivelas em 1989, a Freguesia de Famões é hoje um lugar pacífico de repouso e descanso dos Odivelenses cosmopolitas. Esta freguesia é conhecida por ter sido no passado uma freguesia de intensa actividade agrícola onde se semeavam cereais, oliveiras, ou se criavam os animais de quinta como as ovelhas, porcos, etc. Hoje Famões é uma freguesia carente de actividade agrícola habitacional esporádica com alguns espaços verdes e alguns monumentos patrimoniais de relevo ainda que em parte estejam degradados...

É o que acontece á fonte “mais visitada” de Famões. Esquecida com o tempo e passada despercebida aos residentes que de certo por lá passam todos os dias, esta fonte encontra-se localizada no limite nordeste da freguesia de Famões na estrada que liga a Encosta do Mourigo à estrada de Caneças e é hoje um local de repouso e descanso para muitos dos caminhantes que por ali passam.

Esta fonte é uma fonte de características medievais e tradicionais onde ainda hoje persiste o mistério da autoria da sua construção. Rodeada por uma paisagem única e verdejante, quem lá se senta poderá vislumbrar a fronteira divisória entre freguesias (Ramada e Famões). Para os mais românticos, sugerimos um namoro nos dias de primavera ao por do sol, abrigados pelos longos braços do chorão que ali se encontra. Garanto que será um encontro verdadeiramente romântico e inesquecível!

“(...)

Oh, que famintos beijos na floresta!
E que mimoso choro que soava!
Que afagos tão suaves! Que ira honesta,
Que em risinhos alegres se tornava!
O que mais passam na manhã e na sesta,
Que Vénus com prazeres inflamava,
Melhor é experimentá-lo que julgá-lo,
Mas julgue-o quem não pode experimentá-lo. “

de Luís de Camões
in “Os Lusíadas” Canto IX, 79-83

A JSD entende que o património de Odivelas deve ser preservado e defendido. Temos publicamente reiterado esta posição e, nesse sentido, inauguramos aqui o «Segmento Cultural JSD Odivelas». Serão publicados 7 post's, tantos quantas freguesias tem Odivelas. Começamos com Caneças:

Mas afinal quem eram as lavadeiras de Caneças?


Já imaginaram como seria a nossa vida sem a invenção da máquina de lavar a roupa? Que torturas e castigos teriam de passar as nossas mães para lavar as nossas camisas e calças que gostamos e tratamos com tanto carinho? Mas afinal quem eram as lavadeiras de Caneças? Qual será o simbolismo por de trás da figura da lavadeira de Caneças e porque é que desapareceram?

Passado o período rigoroso e duro da história da
nossa economia do séc. XX, várias eram as famílias que se encontravam a sofrer grandes dificuldades económicas e que lutavam todos os dias para conseguir sobreviver e encontrar formas de sustento. Á semelhança do que acontece nos dias de hoje, muitas deslocavam-se para fora da antiga vila de Caneças e desenvolviam o seu negócio ou tinham os seus empregos no centro de Lisboa. Ao contrário do que estarias a imaginar, os transportes eram muito escassos e a caminhada era longa e dolorosa.

A antiga vila de Caneças localiza-se portanto, a norte do município de Odivelas e está delimitada pelas actuais freguesias de Loures, Ramada, Famões, Casal de Cambra e Almargem do Bispo. A abundância das suas fontes e qualidade das suas águas, levou mais tarde, á consequente comercialização da água dentro de bilhas de barro.

SABIAS QUE: Muito antes de existirem as garrafas de água, as bilhas de barro eram utilizadas como meio de transporte da água, conservando-a e mantendo-a fresca durante algum tempo. Por ser uma das primeiras actividades comerciais de grande sucesso da freguesia de Caneças e após um concurso público de 1994, podem hoje verificar no brasão da freguesia uma bilha como antigamente se utilizava e comercializada a água!

As lavadeiras de Caneças, conhecidas nacionalmente pelo seu carisma e cantigas alegres, eram mulheres e esposas de famílias numerosas sem grandes posses ou pobres (economicamente, mas nunca de espírito!). A actividade de Lavadeira veio de “arrasto” uma vez que havia provado ser uma forma de sustento lucrativa para as suas famílias Elas eram verdadeiras lutadoras do século XX em Portugal nomeadamente por terem desenvolvido uma actividade de extrema utilidade e referência e dedicarem grande parte da sua vida a melhorar a situação económica das suas famílias..

O tratamento cuidadoso e exigente prestado ás peças de roupa que lhes era confiada motivou o crescimento da procura de profissionais que conseguissem satisfazer as necessidades cada vez mais exigentes das Freguesas (1).
Num piscar de olhos, esta profissão transformou-se numa actividade de sucesso e as Lavadeiras de Caneças acabaram por se tornar gradualmente conhecidas.

Mas então o que faziam as Lavadeiras de Caneças? Basicamente e sem mais rodeios, mais ao menos o que uma máquina de lavar a roupa faz! Efectivamente, e o que as diferenciava era, a sua personalidade alegre, as cantigas que ecoavam pelas ruas, as suas vestes e ainda, a personalização do serviço. As Lavadeiras de Caneças lavavam a roupa, secavam-na ao sol, engomavam a roupa e entregavam tudo pronto ao domicílio! Este processo levava alguns dias, “(...) mas na altura não fazia qualquer diferença, uma vez que a vida também era levada devagar... (...)” diz António M. Um dos residentes de Caneças e frequente visitante do largo de Caneças.

Com o passar do tempo as Lavadeiras de Caneças tornaram-se o símbolo da “pequena revolução sexual” em Portugal e acabaram por ganhar popularidade primeiro junto dos jornais regionais e depois nos jornais locais. Vários são os artistas e personalidades da nossa literatura que referenciam as nossas Lavadeiras sublinhando a sua importância no desenvolvimento do comércio da época. O papel das Lavadeiras de Caneças ficou portanto imortalizado no filme “Aldeia da Roupa Branca” (1939) realizado por Chianca de Garcia. No filme, Beatriz Costa interpreta o papel de Gracinda, uma saloia Lisboeta e lavadeira contando assim com a presença de algumas das antigas Lavadeiras de Caneças.

Para explicar a história do desaparecimento das lavadeiras de Caneças, será importante partilhar a história da última lavadeira de Caneças:

A convite do canal televisivo RTP, a última lavadeira de Caneças fora convidada a participar no programa de entretenimento Zig Zag. Após uma entrevista com algumas dificuldades de comunicação (a senhora era analfabeta ) e já perto do final do programa, a Lavadeira é surpreendida com uma oferta irrecusável : uma maquina de lavar a roupa!

Apreensiva com a oferta, a lavadeira pergunta:

Mas para que raio é que eu quero isto?!”

A que o jornalista responde:

Agora já não precisa de lavar a roupa á mão! Têm uma máquina que lhe poderá fazer tudo e poupar muito tempo! “

EM CONCLUSÃO, as lavadeiras não tiveram um desaparecimento, de certa forma, voluntário... Com o passar do tempo e com o desenvolvimento das novas tecnologias, as Lavadeiras viram a sua profissão perder sustentabilidade. Com o aparecimento das primeiras máquinas de lavar, a profissão que fora durante tanto tempo, deveras aclamada pela sua utilidade e elevado grau de procura, desaparece.

(1.) Antigamente chamavam-se “Freguesas/es” clientes das empresas familiares no nosso País.

No passado dia 17 de Dezembro realizou-se o jantar de Natal da JSD Odivelas no Salão Azul e contou com cerca de 30 jovens.

Durante o jantar foi possível ouvir a música natalícia e degustar as delícias do menu buffet especial, seleccionado pela organização.

Depois do jantar os jovens que estiveram presentes puderam ainda experiênciar uma actividade realizada pela equipa organizadora intitulada de "Surprise Box" com inúmeras actividades variadas e "didácticas", obviamente elucidativas ao tão "comum" tema natalício...!

Imediatamente depois da actividade, as surpresas não paravam de surgir e para os presentes ainda foi proporcionado um workshop de Salsa, através de uma professora de uma Escola de Dança de Odivelas. No meio de algumas gargalhadas e passos "mal" trocados muitos adoraram o workshop que mais tarde poderão colocar em prática.

Após o Workshop de Dança Latina, seguiu-se a já habitual distribuição de presentes ou "Amigo Secreto"! Mais um excelente momento de diversão!

A noite ainda era uma criança e seguiu-se um fantástico momento de convívio!

Divertido, dinâmico, e inesquecível!

Esta foi a noite do jantar da JSD Odivelas!

Para a próxima já sabes...! Para que a festa seja ainda melhor, não deixes de marcar a tua presença!

JSD Odivelas

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