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Articles by "Ana Catarina Gomes"
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A Universidade de Verão continua imparável no 3º dia! A primeira formação iniciou-se pelas 10 horas com a apresentação do Eng. Carlos Pimenta, que tivemos o prazer de receber em Março durante o Colóquio de Sustentabilidade em Odivelas, sobre “Ambiente e energia, o que temos de decidir já”. Tivemos novamente o prazer de ouvir a formação de excelência sobre ambiente, com especial enfoque nas energias renováveis, uma temática muito querida ao Eng. Carlos Pimenta. Falou-se da importância das Energias renováveis em Portugal e sobre o futuro do petróleo, uma ideia chave deixada foi “Para dez mil milhões de pessoas há recursos fósseis, esse não é o problema! O problema é o ambiente e as repercussões nas gerações futuras!” 

Neste tema, a companheira Ana Gomes teve a honra de presidir o seu grupo e ser o porta-voz nas questões apresentadas ao Eng. Carlos Pimenta, questionando sobre o recente diploma aprovado pelo Ministério da Agricultura, Mar, Ambiente e Ordenamento do Território que incentiva a plantação de eucaliptos. Tendo em conta que este género de monocultura degrada o solo, que são muito propícios a incêndios e esgotam os recursos hídricos, como vê que esta posição para a protecção da biodiversidade? 

Durante a tarde ocorreu a formação “ Falar Claro” leccionado pelo Dep. Carlos Coelho e Dep. Rodrigo Moita de Deus, onde se falou da importância da comunicação e como se deve comunicar e técnicas que nos podem auxiliar no acto de comunicar. O dep. Carlos Coelho referiu a importância de “Não tenham medo do medo.” 

Durante o jantar conferência o tema central foi o empreendedorismo. Os convidados foram quatro jovens empreendedores portugueses que nos presentearam com a sua experiência pessoal. Primeiro falou o Dr. Miguel Pina Martins, CEO da Science4You, Dr. David Valente, fundador da Expandglobe, o Eng. Rui Lopes, CEO da Nabia Solutions e a Drª. Joana Clemente, Coordenadora Executiva da ONGD Helpo que focou no empreendedorismo social. Falou-se da necessidade dos jovens portugueses serem empreendedores, de que vale a pena arriscar, ser persistente e não ter medo de falhar. 

O Presidente da JSD, o deputado Duarte Marques terminou a sessão referindo a “É bom perceber como é fácil tocar o céu quando se tem vontade”.

Como é do conhecimento público, por incúria dos sucessivos Executivos Municipais Socialistas de Odivelas, mas sobretudo de Loures, nunca o Concelho de Odivelas teve uma palavra de decisão sobre a gestão de resíduos no seu próprio território.

Passados quase 14 anos de existência, Odivelas continua a ter a recolha de lixo, o sistema de águas, saneamento, etc por conta da vontade dos «amigos» dos Serviços Municipalizados (SMAS) de Loures.

É hoje, por demais evidente que, os SMAS de Loures não respondem às necessidades da população do Concelho de Odivelas. No caso da recolha de resíduos/lixo a situação é gritante!

Odivelas necessita de inovação e, sendo a gestão de resíduos uma componente tão importante num Concelho, é fundamental investir em novos sistemas de gestão de resíduos de modo a servir a população da melhor forma.

Os SMAS de Loures não apostam na inovação, ao contrário de outros municípios da região de Lisboa que já integram inovadores sistemas de gestão de resíduos e com isso também perde Odivelas. 

Um exemplo relativamente à recolha do lixo. Já existem sistemas que monitorizam o nível de enchimento de ecopontos (como está apresentado na figura do lado). Deste modo, é possível fazer-se um planeamento dinâmico com bases nos dados resultantes da monitorização e do ponto de vista energético é totalmente autónomo.

Os benefícios deste sistemas consistem em:
  • Optimizar rondas evitando deslocações para recolha de contentores pouco cheios
  • Evitar a frequente acumulação de resíduos junto dos contentores
  • Caracterização da quantidade de resíduos produzidos por localidade sem deslocações
Este é apenas um exemplo entre muitos outros que podem ser aplicados. É importante que o Concelho de Odivelas tenho possibilidade de adoptar medidas de gestão de resíduos mais eficientes e que sirvam melhor a sua população. 

Em Novembro do ano passado foi aprovada em reunião da Câmara Municipal de Odivelas a denúncia do acordo referente à prestação de serviços pelos SMAS de Loures no concelho de Odivelas. Oxalá se concretize! ODIVELAS MERECE MELHOR!


A Universidade Europa é um fim-de-semana intenso com conferências e almoços/jantares-debates, tendo contado este ano com os ilustres oradores: Carlos Moedas, Secretário de Estado Adjunto do Primeiro-Ministro, Maria do Céu Patrão Neves, Regina Bastos, Carlos Coelho, José Manuel Fernandes, Maria da Graça Carvalho e Paulo Rangel, Eurodeputados do PSD no Parlamento Europeu respectivamente.

A presença deste conjunto de personalidades com elevada experiência e trabalho na política europeia permitiu aos participantes tomar conhecimento com diversos temas que marcam a agenda europeia:

Portugal no Euro.• Porque que a PAC é tão importante?
• Sair da crise: promover o crescimento e o emprego.
• Como funciona a UE.
• Quem paga a UE.
• Liderando no ambiente.
• Debate sobre os inquéritos dos participantes.

À semelhança da Universidade de Verão todos os formandos têm de intervir no mínimo uma vez e a pontualidade continua a ser um factor chave para o cumprimento do programa estabelecido. No primeiro tema da Universidade “Portugal no Euro”, o Secretário de Estado Adjunto do Primeiro-Ministro, Eng. Carlos Moedas, realçou a importância da inovação como a única forma de não concorrer pelo preço mas sim pela Qualidade dos serviços prestados! Isto é, a inovação do processo.

Já no dia seguinte, a Eurodeputada Maria do Céu Patrão Neves introduziu o tema da PAC (Politica Agrícola Comum) através de uma breve explicação história, da sua origem e a evolução que sofreu até aos dias de hoje, e também os novos desafios da PAC rumo a 2020, tendo enfatizado a necessidade de se renovar a nossa classe agrícola. Destacou também a necessidade de se rever a aplicação de subsídios de suporte a actividade agrícola, promovendo o abandono da “subsidio-dependencia”.

No almoço/debate de Sábado contámos com a Eurodeputada Regina Bastos que nos falou sobre o tema: Promover o Crescimento e o Emprego. A importância da Estratégia Europa 20 20 , que vise um crescimento Inteligente, Sustentável e Inclusivo, foi uma das abordagens em que a convidada incidiu. As economias europeias estão intimamente ligadas e nenhum Estado-Membro poderá dar uma resposta eficaz aos desafios globais agindo de forma isolada. De realçar alguns dados curiosos com que nos deparamos actualmente: Os números do Desemprego na Zona Euro (cerca de 23 milhões!!), correspondem exactamente ao número de pequenas e médias empresas que se encontram no espaço Europeu! Significa isto que, se cada empresa criasse condições para admitir UM ÚNICO posto de trabalho… Não havia Desemprego.

De seguida assistimos a uma palestra leccionada pelo nosso ilustre Reitor da Universidade, o Eurodeputado Carlos Coelho, a respeito do funcionamento da UE. Foi-nos possível fazer um “flash-back” no que à história da Europa diz respeito, desde os tempos da criação da CECA (Comunidade Europeia do Carvão e do Aço) acordada a 1951 em Paris até ao contemporâneo. Os grandes desafios de uma Europa a 27 (ou a 28 no final deste ano civil) passam por criar um equilíbrio entre as vontades democráticas de cada Estado-Membro, uma vez que se torna, nos dias de hoje, muito difícil a execução de políticas que cubram os interesses de todos. Na agenda dos desafios emergentes surge também a preocupação de como colmatar a pouca participação na democracia europeia, ou não fossem os números de abstenção alarmantes.

O 5º tema foi apresentado pelo Eurodeputado José Manuel Fernandes: “Quem paga a UE?”. Tivemos a oportunidade de percepcionar de onde surgem os principais fundos para a Europa, as suas despesas e a sua receita bem como a própria estrutura do orçamento. Numa leitura mais objectiva e sintética a conclusão é simples: todos nós contribuímos para este “bolo”. Todos os anos, uma percentagem do valor total do orçamento dos países da UE é dispendida para a causa europeia, tendo em conta sobretudo a relevância dos mesmos. Ou seja, não é difícil perceber que, se a Alemanha e a França detêm o maior poderio junto da Comunidade, em parte, isto surge porque são também os países que maior percentagem financeira “doam” para este orçamento. Daí que hajam Estados-Membros que contribuam menos do que as verbas que lhes são entregues. Parte destas consideram-se os recursos próprios tradicionais, ou RPT, constituídos por impostos ao comércio e direitos aduaneiros cobrados a terceiros. Para além disso, uma pequena percentagem do IVA cobrada nos Estados vai para o orçamento, mas os recursos baseados no rendimento nacional bruto, ou RNB, ocupam a maior parte.

Para fechar de forma “ecológica” a Eurodeputada Maria da Graça Carvalho veio falar-nos sob o tema “Liderando no Ambiente”. Focou-nos os Programas de acção em matéria do Ambiente, que estabelecem os objectivos ambientais da União Europeia para um determinado período de tempo (actualmente dez anos), especificando as acções que terão de ser adoptadas a fim de concretizar os referidos objectivos. Estes programas pecam, em nossa opinião, por não terem carácter vinculativo, embora sirvam de enquadramento daquela que é a política comunitária. O Protocolo de Quioto e posteriormente as metas estabelecidas por Cancún, revelaram-se somente documentos de referência no que às emissões de Co2 dizem respeito. Ainda assim as metas estabelecidas para a Europa 20 20 e os conceitos inovadores tais como o princípio do poluidor-pagador, da precaução e da prevenção, do desenvolvimento sustentável e a integração do ambiente nas políticas sectoriais são algumas das ideias do que de “saudável” se está a fazer pela Europa e não só!

Já no Domingo protagonizou-se um Debate-Inquérito, mediado pelo Eurodeputado Carlos Coelho, tendo em vista a apresentação de propostas/ideias para um melhor funcionamento e proximidade da União Europeia com as pessoas. Destacou-se a unânime ideia de ter de haver um reforço da Cidadania Europeia, com o intuito de todos nós nos sentirmos mais cidadãos europeus. Foi também generalizada a opinião de que a formação, à semelhança do que acontece com a Universidade da Europa, permite um outro know-how aos Jovens e que é o exemplo do que de bom se pode fazer em Portugal e nos restantes Estados-Membros.

Para encerrar com chave de ouro, o Eurodeputado Paulo Rangel fez a entrega dos diplomas da 5ª Universidade Europa.

A Universidade Europa foi mais uma excelente oportunidade para aprender! Tomámos contacto com alguns dos protagonistas Portugueses no palco da política europeia e conhecemos através das suas visões, o funcionamento e desafios da actualidade do espaço Europeu. A JSD continua de Parabéns por ser a única Juventude partidária do país que melhor prepara os Jovens (Sociais-Democratas e não só!) para os difíceis desafios que se avizinham, quer ao nível nacional, quer sobretudo ao nível europeu. Parabéns à JSD, ao PSD e ao PPE! E Parabéns sobretudo ao Reitor da Universidade, o Eurodeputado Carlos Coelho, que continua a vestir a camisola pelos Jovens e é hoje o espelho de uma geração mais formada e qualificada.

JSD Odivelas

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