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Há 7 anos atrás, em 2012, quando nos apresentámos a eleições pela primeira vez, achámos que a mensagem era Agarrar o Futuro. Os militantes entenderam que não era a altura certa para termos a oportunidade que sentia que merecíamos. Em 2014, 2 anos depois, voltámos a apresentar um projeto, desta vez com a mensagem de que eramos, e somos, uma Geração Por Odivelas. Embora estivéssemos convencidos que esta geração por Odivelas estava pronta para agarrar o futuro, só em 2016, quando entendemos Antecipar Odivelas é que os militantes da JSD nos deram a oportunidade/responsabilidade de assumir a direção da Comissão Política Concelhia.

Passados 3 anos, não só agarrámos o futuro, como nos tornámos a geração de Odivelas que antecipou uma nova dinâmica e se tornou a voz da juventude em Odivelas e a voz de Odivelas no seio da juventude portuguesa. Ao longo deste percurso, entendi que era fundamental criar uma nova forma de estar na JSD, incentivando à participação de quadros mais jovens e promovendo a ascensão dos mais velhos a outros voos. Optei, enquanto Presidente, por elevar o papel da Concelhia de Odivelas aos patamares mais altos das estruturas distritais e nacionais e lutei por garantir que voltávamos a ser um agente de referência na política autárquica odivelense. Consoante fomos desenvolvendo o nosso trabalho, estes objetivos foram sendo alcançados. Ganhámos o direito de dizer que somos a tua voz! A voz de qualquer jovem no panorama nacional e de qualquer odivelense no panorama local.

Embora a prestação de contas do trabalho desenvolvido tenha ocorrido no último plenário deste mandato, não posso deixar de referenciar aquelas que foram as grandes vitórias de uma geração que mais tarde ou mais cedo estará a liderar os destinos do Município de Odivelas e respetivas Freguesias.

Mal iniciámos a nossa liderança, garantimos a Vice-Presidência do Congresso Nacional da JSD, a função mais relevante que algum militante da JSD Odivelas alcançou até hoje em 40 anos de história concelhia. Este feito permitiu-nos iniciar um dos objetivos principais, tornar a concelhia de Odivelas uma referência no seio de uma estrutura de 20 mil pessoas. De seguida, revolucionámos a estratégia de comunicação da concelhia e começámos a defender as nossas bandeiras.

Excluindo as diversas atividades que fazem parte da responsabilidade de qualquer concelhia, como as diversas visitas escolares, as campanhas de arranque de ano letivo, as reuniões com direções de escola e as centenas de eventos em que mostramos a nossa capacidade de mobilização, orgulho-me de poder dizer que alcançámos grandes feitos ao longo deste mandato.

Fomos os primeiros no país a falar do problema que se estava a viver na habitação, denunciámos o abuso dos valores praticados no aluguer de quartos no Concelho Distrital da JSD em 2017 com a moção “Por uma Cama e uma Secretária”, lançámos o programa Habita Aqui de revitalização e recuperação do Centro Histórico de Odivelas para habitação a custos controlados, curiosamente um projeto que é hoje amplamente divulgado pela Câmara Municipal de Odivelas. Criámos o Arraial da Juventude onde reunimos anualmente mais de 100 jovens para chamar a atenção da importância de políticas de atração de jovens e de lazer responsável no nosso concelho. Elegemos uma das maiores estruturas de representantes jovens nas eleições autárquicas de 2017 e a partir desse momento começámos a fazer história.

Assim que os autarcas da JSD tomaram posse, apresentámos a proposta de vitalização e dinamização do Banco de Voluntário Municipal de Odivelas, assim como a adoção de medidas de criação ou recuperação das estruturas de voluntariado das juntas de freguesia. Lançámos o projeto SOS J, onde fizemos a maior recolha de bens que há registo, tendo chegado a milhares de pessoas através de várias iniciativas de distribuição de bens cooperando com dezenas de instituições de solidariedade social. E em 2018 alcançámos 3 dos maiores feitos da história da JSD de Odivelas.

Lançámos a maior campanha de recolha de lixo alguma vez feita em Odivelas, com a recolha de milhares de litros de lixo, que gerou um debate tremendo entre os municípios de Odivelas e Loures. Colocámos em causa o papel dos SIMAR na recolha do lixo, a Câmara Municipal e Juntas de Freguesia foram obrigadas a admitir que tínhamos um grave problema para resolver. Esta campanha levou-nos a 26 mil pessoas via redes sociais, tendo contribuído para sermos considerados a concelhia com melhores práticas do país. Este segundo feito é um dos maiores orgulhos que posso sentir. Ser considerada a concelhia com melhores práticas do país num concurso em que os júris são os ex-Presidentes da Juventude Social Democrata é a cereja no topo do bolo. Nomes como Pedro Passos Coelho, Pedro Pinto, Carlos Coelho ou Duarte Marques entenderam que a JSD de Odivelas, em consequência do seu trabalho e da campanha de recolha de lixo (que durou 2 meses), era a melhor concelhia do país foi sem dúvida o maior orgulho que alguma vez pensei sentir neste percurso. 

O terceiro, aquele que considerei ser sempre impossível, foi termos conseguido a aprovação de uma proposta política na Assembleia Municipal de Odivelas que prevê a recuperação do Skate Park de Odivelas. Esta aprovação obrigou a Câmara Municipal de Odivelas a integrar esta obra no Orçamento Municipal e nas Grandes Opções do Plano. Nunca a JSD tinha conseguido ver aprovada uma proposta sua num município maioritariamente de esquerda ou socialista. Falta ainda ver a recuperação avançar, mas considero que fizemos o nosso papel, não fugimos da nossa responsabilidade e falta agora fiscalizar e garantir que o Partido Socialista e o Município de Odivelas cumprem com o que já está legalmente estabelecido.

Para além destes 3 grandes feitos, fomos ainda capazes de denunciar o que se passava no Cartão Jovem Municipal de Odivelas e de apresentar diversas propostas para a recuperação do espaço do Mosteiro de Odivelas e sua futura utilização.

No fim, considero que tivemos a capacidade de fazer um grande percurso, elevar a JSD e Odivelas, colocando os interesses dos cidadãos em primeiro lugar. Fomos um exemplo para o PSD e para os outros partidos políticos, marcámos o ritmo e deixámos, dentro das nossas competências, obra feita para o futuro. Hoje, a única coisa que considero termos falhado foi o crescimento em número de militância, em linha com o resto dos partidos políticos e consequência do afastamento da população. Este, sem dúvida, o maior desafio dos que vêm a seguir. Ao dia de hoje saio da presidência com uma JSD Odivelas unida, forte, com um futuro garantido e com a futura comissão política mais nova da sua história. Tornámo-nos referência nacional e somos um exemplo para os outros. Perdoem-me a falta de modéstia, mas tal como o concurso indica, somos a melhor concelhia do país.



Chegou o momento de cumprir com o principal argumento da minha primeira candidatura, agarrar o futuro, renovando e promovendo o desenvolvimento da estrutura dando lugar a outros. É a hora de termos a Marta Pinto a liderar a JSD de Odivelas, a melhor Secretária-Geral da história desta concelhia, de termos novos quadros a surgir, trazendo novas visões, mais irreverência e o espírito que sempre caracterizará um jota, sem medo, sem amarras, com um mundo cheio de sonhos, a esperança de mudar o mundo e todo um mar de ideias para a melhoria da qualidade de vida de todos. Foi assim que entrei aos 14 anos na JSD de Odivelas, embora tenha aceite o lugar de honra de vogal suplente na candidatura Liga-te a Odivelas, é assim que saio da atividade política diária da JSD de Odivelas aos 26. Passados 12 anos, é hora de Ligar outros a Odivelas e seguir com outras responsabilidades, outros projetos, mas sempre pronto e disponível para contribuir para este concelho, para esta juventude e para este partido.

Foi um gosto, um prazer, um orgulho servir a JSD de Odivelas!

Liga-te a Odivelas, porque nós Somos a Tua Voz!




Tenho-me deparado ao longo destes últimos meses com diversas críticas relativas à gestão do processo autárquico por parte do PSD... Umas nada surpreendentes, visto ser o deleite de alguns que nada têm que fazer, outras um pouco contraditórias com os pedidos de transparência que vão fazendo aos diversos agentes políticos que fazem parte do processo de decisão.

Num pequeno momento de «scroll down» na internet perco-me a pensar onde estarão as notícias referentes aos processos de decisão do Partido Socialista, do Bloco de Esquerda, do Partido Comunista ou até do nosso parceiro de coligação (já lá vou a esta questão) o Partido Popular... mais do que isso, pergunto-me onde estão os tão discordantes comentários à gestão desses mesmos processos? Pois... Será que chegarão à mesma conclusão que eu? Não se encontram... Porquê? Porque a transparência de informação relativa aos mesmos é nula em comparação com a transmitida pelo Partido Social Democrata. Num pequeno exercício de comparação sobre a informação fornecida nos diversos sites, constataremos que o único Partido que se expõe a tamanho grau de transparência, não hesitando em fornecer a informação adequada de acordo com as funções dos órgãos que o compõem é, curiosamente, o PSD. O tal que é escrutinado diariamente pelos diversos meios de comunicação social e pelos (pseudo) comentadores da política portuguesa, que por sinal se esperneiam pela transparência da política portuguesa.

Se aprofundarmos um pouco a informação que nos é fornecida, conseguimos saber mais do próprio CDS-PP no site do PSD do que na informação que vai sendo transmitida pelo partido que irá coligado nas próximas eleições autárquicas. Ora vejamos, em 2013, quando ambos os partidos estavam no Governo, foram assumidos acordos de coligação com o CDS-PP em 87 Municípios. Actualmente estão assumidos, para 2017, 99 acordos de coligação, podendo alcançar os 140 dos 308 Municípios existentes. Querem maior grau de transparência do que informar a população, a 6/7 meses das eleições, quantas coligações teremos e quem são os candidatos? Alguém me prova que isso está a acontecer nos restantes partidos? Pois…


Mas a crítica avulsa mantém-se… Atacando a incapacidade do PSD apresentar "candidatos extraordinários" aos diversos Municípios, ou inclusive, de criticar o facto da Coordenação Autárquica Nacional do PSD afirmar que entre o PS e o CDS é preferível que ganhe o CDS mesmo sem acordo pré-eleitoral. Alguém me consegue explicar onde está a anormalidade nisto? Será o facto de isto parecer tudo demasiado normal que torna o pensamento das pessoas anormal? Não sendo suficiente, eu pergunto-me, o que são candidatos extraordinários? Serão independentes eleitos legitimamente que servem para que outros partidos justifiquem a incapacidade de apresentar candidatos? (Nesse município  por exemplo, o PSD apresenta um candidato que é, apenas, um dos melhores exemplos do que deve ser um gestor público e académico numa das mais prestigiadas Universidades do país) Ou serão os actuais Presidentes de Câmara, que nem eleitos foram, melhores candidatos do que a Vice-Presidente de um Partido, legitimamente eleita, e Presidente da Comissão, no meu entender, mais importante da Assembleia da República? Talvez tenhamos que ir a outras “províncias” (como alguns lhes chamam) para ver o nível das candidaturas…Quase que ficam parvos quando perceberem o panorama.

Deixo a pergunta, e que tal criticarem a falta de transparência? E que tal serem coerentes com o que pedem?


O (pseudo) comentário talvez deva abrir os olhos e incentivar a que os media façam mais do que campanha por uma esquerda que é tudo menos democrática.

É hora do país abrir os olhos para a complexidade e exigência que estão hoje associadas à Gestão Pública, em particular à Gestão Autárquica, tornando-se assim mais rigoroso com o que vai apregoando nas ruas (e nas redes sociais). 

Esperem, mas não desesperem. 

Artigo de opinião do Presidente da JSD Odivelas
David Pereira de Castro

JSD Odivelas

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