segunda-feira, 2 de setembro de 2019

Max Bruch (1838-1920) - Violin Concerto No. 1 in G Minor, Op. 26, Felix Mendelssohn (1809-1847) - iolin Concerto No. 1 in G Minor, Op. 26 e Jules Massenet (1842-1912) - Thaïs: Méditation

"Os concertos de violino de Mendelssohn e Bruch são há muito tempo os pilares populares do repertório da Era Romântica. Kinga Augustyn, violinista polonesa, acompanha a Orquestra Filarmônica Janacek e o maestro Jakub Klecker nesta gravação de 2016". Compostos no século XIX, os dois concertos representam duas abordagens muito diferentes para as possibilidades expressivas do violino como instrumento solo. Há ainda neste bonito e eloquente disco, a delicada "meditação" de Jules Massenet. A jovem Kinga Augustyn coloca-nos diante do inominável. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

01. Kinga Augustyn - Violin Concerto No. 1 in G Minor, Op. 26: I. Prelude. Allegro moderato
02. Kinga Augustyn - Violin Concerto No. 1 in G Minor, Op. 26: II. Adagio
03. Kinga Augustyn - Violin Concerto No. 1 in G Minor, Op. 26: III. Finale. Allegro energico
04. Kinga Augustyn - Violin Concerto in E Minor, Op. 64, MWV O14: I. Allegro molto appassionato
05. Kinga Augustyn - Violin Concerto in E Minor, Op. 64, MWV O14: II. Andante
06. Kinga Augustyn - Violin Concerto in E Minor, Op. 64, MWV O14: III. Allegretto non troppo - Allegro molto vivace
07. Kinga Augustyn - Thaïs: Méditation

Janacek Philharmonic Orchestra
Jakub Klecker, regente
Kinga Augustyn, violino

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Franz Schubert (1797-1828) - Quartet, D 804 'Rosamunde' e Quartet, D 810 'Der Tod und das Madchen'

Neste disco, encontro dois dos quartetos de cordas de que mais gosto. São obras sensacionais. São belíssimas. Revolucionárias; de um Schubert genial; inspiradíssimo. Melodias que ficam gravitando; que grudam em nossa mente. Provocam  efeitos fantásticos. Tive a oportunidade de ouvir por duas vezes este disco no dia de hoje, executado pelo Doric String Quartet.  O quarteto foi formado em 1998 na Inglaterra. É tecnicamente impecável. As duas obras presentes neste disco estão entre as mais belas da história da música. É uma obra misteriosa. Enfeitiçante. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Franz Schubert (1797-1828) -

01. Quartet, D 804 'Rosamunde' - I. Allegro ma non troppo
02. Quartet, D 804 'Rosamunde' - II. Andante
03. Quartet, D 804 'Rosamunde' - III. Menuetto e Trio
04. Quartet, D 804 'Rosamunde' - IV. Allegro moderato
05. Quartet, D 810 'Der Tod und das Madchen' - I. Allegro
06. Quartet, D 810 'Der Tod und das Madchen' - II. Andante con oto
07. Quartet, D 810 'Der Tod und das Madchen' - III. Scherzo e Trio
08. Quartet, D 810 'Der Tod und das Madchen' - IV. Presto

Doric String Quartet


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domingo, 1 de setembro de 2019

Niels W. Gade (1817-1890) - Echoes from Ossian in A minor, Op. 1, Hamlet, concert overture, Op. 37, A Summer's Day in the Country, Op. 55 etc

"Filho de um fabricante de instrumentos musicais, começou uma carreira de violinista. A sua primeira obra como compositor foi a abertura para orquestra Recordações de Ossian (1836), que estreou a Sociedade Musical de Copenhagen em 1840. Depois decidiu dedicar a sua primeira sinfonia a Felix Mendelssohn que, entusiasmado, a estreou com a orquestra Gewandhaus de Leipzig em março de 1843; depois de uma estadia em Itália, Gade tomaria o comando dessa orquestra durante 4 anos (1844-1848) como director. Chegou a Leipzig, Alemanha, graças a uma bolsa outorgada pelo governo dinamarquês. Formou-se, como organista, com o compositor alemão Christoph Ernst Friedrich Weyse e com o seu compatriota, o compositor Andreas Peter Berggreen. Foi muito amigo de Mendelssohn, e também de Robert Schumann que viu em Gade um "compositor excepcional". Em finais de 1840 voltou à Dinamarca, onde se ficou com o cargo de direcção da Sociedade Musical de Copenhaga, lugar que ocupou até à sua morte, cinquenta anos depois. Durante este período, criou uma nova orquestra e um novo coração, além de trabalhar como organista. Alentou toda uma geração de compositores nórdicos, incluindo Edvard Grieg. Compôs obras sinfónicas, instrumentais, corais e de gosto romântico. Casou com a filha do compositor dinamarquês Johann Peter Emilius Hartmann". Baita disco! Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Niels W. Gade (1817-1890) - 

01. Echoes from Ossian in A minor, Op. 1
02. Hamlet, concert overture, Op. 37
03. A Summer's Day in the Country, Op. 55_ I. Early, Allegro vivo
04. A Summer's Day in the Country, Op. 55_ II. Stormy
05. A Summer's Day in the Country, Op. 55_ III. Solitude of the Woods
06. A Summer's Day in the Country, Op. 55_ IV. Humoresque
07. A Summer's Day in the Country, Op. 55_ V. Evening. Merry Folk Life
08. Holbergiana, Op. 61_ I. Moderato (Tempo di Minuetto)
09. Holbergiana, Op. 61_ II. Allegro scherzando
10. Holbergiana, Op. 61_ III. Andantino
11. Holbergiana, Op. 61_ IV. Finale. Allegro festivo

Staatsphilharmoniae Rheinland-Pfalz
Ole Schmidt, regente

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quinta-feira, 29 de agosto de 2019

Ludwig van Beethoven (1770-1827) - Violin Concerto in D major, Op. 61 e Erich Wolfgang Korngold (1897-1957) - Violin Concerto in D major, Op. 35

Um disco sensacional, com um dos grandes músicos da atualidade, o francês Renaud Capuçon. O violinista toca fácil. Derrama agradavelmente fortes emoções e uma inebriante sedução em cada nota que executa. Ele sabe dosar a força com a leveza que a música exige. O Concerto para piano de Beethoven é uma obra-prima. Possui aquele apelo típico das obras do compositor alemão. O primeiro movimento é de uma beleza intraduzível. Capuçon sabe interpretar isso. Além disso, ele sabe arrancar a beleza velada no Concerto para violino do austríaco Korngold. Não deixe de ouvir. O presente disco. Uma boa apreciação!

Ludwig van Beethoven (1770-1827) -

Violin Concerto in D major, Op. 61
01. Allegro ma non troppo
02. Larghetto
03. Rondo: Allegro

Erich Wolfgang Korngold (1897-1957) - 

Violin Concerto in D major, Op. 35
04. Moderato nobile
05. Romance: Andante
06. Finale: Allegro assai vivace

Rotterdam Philharmonic Orchestra
Yannick Nezet-Seguin, regente
Renaud Capucon, violino

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quarta-feira, 28 de agosto de 2019

Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791) - Piano Concerto No. 17 in G, K. 453 & Piano Concerto No. 20 in D minor, K. 466

Leif Ove Andsnes é um pianista norueguês, um dos mais respeitados pianistas da atualidade. O músico possui uma grande intimidade com o repertório clássico e com o repertório romântico. Nomes como Mozart, Haydn, Schubert, Schumann e Rachmaninov fazem parte de sua experiência. Possui uma quantidade considerável de discos gravados. Neste disco, Andsnes encara dois dos mais famosos concertos para piano de Mozart - os de número 17 e 20. O segundo movimento do Concerto número 20 é um dos mais bonitos do repertório mozartiano. A gravação não é das mais extraordinárias, mas é a música de Mozart. O pianista é bom e isso nos leva até o fim com um certo deleite no canto do sorriso. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791) - 


01. K. 453 - 1. Allegro (cad. Mozart)
02. K. 453 - 2. Andante (cad. Mozart)
03. K. 453 - 3. Allegretto
04. K. 466 - 1. Allegro (cad. Beethoven arr. Fischer)
05. K. 466 - 2. Romanze
06. K. 466 - 3. Rondeau. Allegro assai (cad. Andsnes)

Norwegian Chamber Orchestra
Leif Ove Andsnes, piano e regência

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terça-feira, 27 de agosto de 2019

Johannes Brahms (1833-1897) - Concerto For Violin And Orchestra In D Major, Op. 77 e onata For Violin And Piano No. 3 In D Minor, Op. 108

Este disco era para ter sido postado no dia de ontem. Infelizmente não consegui. Acabei dormindo. Não consegui terminar a postagem. O cansaço venceu. Hoje, acabei saindo de casa bem cedo e nem deu tempo de concluir. Trabalho em dois empregos - em média de dez a doze horas de trabalho, sem contar os deslocamentos. Às vezes fica complicado escrever e postar. Faço o que posso. Há dias que nem consigo efetivar qualquer postagem. Mas, continuamos a resistir. O presente disco traz dois músicos sensacionais e um repertório fundamental. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Johannes Brahms (1833-1897) - 

Concerto For Violin And Orchestra In D Major, Op. 77 (Live Recording):
01. I. Allegro non troppo (22:56)
02. II. Adagio (08:57)
03. III. Allegro giocoso, ma non troppo vivace (07:58)

Sonata For Violin And Piano No. 3 In D Minor, Op. 108:
04. I. Allegro (08:23)
05. II. Adagio (04:46)
06. III. Un poco presto e con sentimento (02:58)
07. IV. Presto agitato (05:50

Chicago Symphony Orchestra
Maxim Vengerov, violin
Daniel Barenboim, piano & condução

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segunda-feira, 26 de agosto de 2019

Sergei Rachmaninov (1873-1943) - Symphony No. 2 in E Minor, Op. 27

"No verão de 1906, sobrecarregado com inúmeros compromissos e brigas políticas, Rachmaninov pediu demissão do cargo de regente titular do Teatro Bolshoi e transferiu-se, com a família, para a Alemanha. Em Dresden, longe da agitação musical de Moscou e dos tumultos políticos que começavam a assolar a Rússia, ele viveu momentos de paz e intensa felicidade e pôde se dedicar com mais atenção à composição. Em outubro começava a compor sua Segunda Sinfonia, que seria finalizada em abril do ano seguinte. Dedicada a Sergei Taneyev, sua estreia se deu em 8 de fevereiro de 1908, em São Petersburgo, sob a direção do compositor. Ao longo de sua vida, Rachmaninov soube construir uma carreira de sucesso como compositor, concertista e regente comparável à de Liszt no século anterior. Ele jamais amou a música moderna, o que não o impediu de ser moderno à sua maneira. Ele acreditava que a música não deveria seguir os modismos da época, mas apenas expressar a personalidade do compositor. Só assim ela seria eterna. Para ele, a originalidade não derivava das características técnicas da obra, mas da substância íntima da personalidade de seu criador. A Sinfonia nº 2 foi, talvez, sua obra mais pessoal". Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Sergei Rachmaninov (1873-1943) - 

01. Symphony No. 2 in E Minor, Op. 27: I. Largo – Allegro moderato
02. Symphony No. 2 in E Minor, Op. 27: II. Allegro molto
03. Symphony No. 2 in E Minor, Op. 27: III. Adagio
04. Symphony No. 2 in E Minor, Op. 27: IV. Allegro vivace

Philharmonia Orchestra
Vladimir Ashkenazy, regente

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domingo, 25 de agosto de 2019

Ludwig van Beethoven (1770-1827) - Symphony No.4, Op.60 e Johannes Brahms (1833-1897) - Symphony No.2, Op.73

Algumas palavras sobre um dos regentes míticos de que mais gosto: "Mravinsky aprimorou implacavelmente a qualidade dos músicos individuais e da orquestra como um todo. Ele ensaiava incansável e impiedosamente com as seções individuais da orquestra, expulsando qualquer um que não atendesse às suas expectativas e realizava substituições pelos melhores. Na sala de concertos, ele conseguiu aplicar de maneira tecnicamente perfeita e precisa sua  técnica afiada, sua imensa paleta de tons e explosões vulcânicas. Ele nunca gesticulava loucamente e muitas vezes nem sequer usava uma batuta para reger. "Sua" Orquestra Filarmônica de Leningrado poderia medir-se com os melhores do mundo.  Foi, nas palavras do comentarista musical Norman Lebrecht, "o mais capaz de todos os regentes soviéticos". Neste espetacular disco, encontramo-lo conduzindo Beethoven e Brahms. Trata-se de um Beethoven com alma russa e um Brahms com a sensibilidade também russa. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

01. Beethoven. Symphony No.4, Op.60 - I. Adagio. Allegro vivace
02. II. Adagio
03. III. Menuetto. Allegro vivace
04. IV. Allegro non troppo
05. Brahms. Symphony No.2, Op.73 - I. Allegro non troppo
06. II. Allegro non troppo
07. III. Allegretto grazioso
08. IV. Allegro con spirito

Leningrad Philharmonic Orchestra
Evgeny Mravinsky, regente

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sábado, 24 de agosto de 2019

Edward Elgar (1857-1934) - Enigma Variations; Cockaigne and Froissart Overtures

"Edward Elgar viveu apenas dois anos em Londres, tentando formar-se como compositor. A falta de oportunidades para um músico do interior o obrigou a retornar ao condado de Worcester, onde nascera, e onde faria quase toda a carreira, tocando piano e violino e regendo pequenas bandas locais. Apesar das dificuldades, Elgar foi considerado, em vida, o principal compositor inglês do início do século XX. Sua obra recolocaria a Inglaterra no cenário musical internacional e abriria caminho para a geração seguinte, de Vaughan Williams e Gustav Holst. Elgar compôs sua primeira grande obra aos quarenta e dois anos de idade: as Variações Enigma. Uma noite, ao dedilhar o piano descompromissadamente, sua esposa o interrompeu, pedindo que repetisse a música que acabara de tocar. Elgar logo percebeu que havia criado uma bela melodia, e começou a brincar ao piano, alterando o tema da maneira como seus amigos o teriam feito, se fossem músicos. Nasciam ali as Variações para Orquestra, obra que consiste de um tema e quatorze variações, cada uma representando as características íntimas de um amigo do compositor. A obra inicia-se com o tema, bela melodia confiada principalmente às cordas. A primeira variação, dedicada à sua esposa, é um prolongamento delicado e romântico do tema. A segunda, com rápidos movimentos das cordas, revela as características brincalhonas do amigo Steuart-Powell. Na terceira, o oboé e o pizzicato das cordas ajudam a representar a buzina da bicicleta de Baxter Townshend. A quarta variação, dedicada a um proprietário de terras local, é forte e pomposa. Na quinta, a alternância entre triste e alegre representa as oscilações de humor do amigo Penrose Arnold, filho do poeta Matthew Arnold. Na sexta, a viola sola representa um papel especial, uma vez que é dedicada a Isabel Fitton, estudante de viola. A sétima, dedicada ao arquiteto Troyte Griffith, é extremamente enérgica. A leveza da oitava variação remete aos momentos prazerosos que Elgar passou na bela casa de Winifred Norbury. A nona, “Nemrod”, a mais profunda de todas, é dedicada ao amigo August Jäger, apoio de Elgar nos momentos difíceis (Nemrod – fabuloso rei bíblico, é descrito como poderoso caçador; Jäger significa “caçador” em alemão). A décima variação, extremamente delicada, homenageia a amiga e biógrafa Dora Penny. A décima primeira, uma das mais animadas, é dedicada ao amigo, organista Robertson Sinclair. Na décima segunda, dedicada ao violoncelista Basil Nevinson, os violoncelos dominam a cena. A décima terceira, dedicada à amiga Lady Mary Lygon, guarda lembranças da primeira variação, principalmente na doçura do caráter. A décima quarta variação, dedicada ao próprio compositor, fecha o ciclo majestosamente". Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Edward Elgar (1857-1934) - 

01. Cockaigne (In London Town) Op.40 (15:07)
Variations on an Original Theme (Enigma) Op.36
02. Enigma (1:34)
03. I (C.A.E) (1:47)
04. II (H.D.S-P.) (0:45)
05. III (R.B.T.) (1:24)
06. IV (W.M.B.) (0:30)
07. V (R.P.A.) (2:13)
08. VI (Yosbel) (1:18)
09. VII (Troyte) (1:03)
10. VIII (W.N.) (1:53)
11. IX (Nimrod) (4:16)
12. X (Dorabella) (2:25)
13. XI (G.R.S.) (0:59)
14. XII (B.G.N.) (2:21)
15. XIII (***) Rommanza (2:55)
16. XIV (E.D.U.) Finale (5:33)
17. Froissart, Op 19 (14:23)

English Symphony Orchestra
William Boughton, regente

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Jazz - Keith Jarrett (1945 - ) - Byablue

"Este é um dos mestres de jazz de vanguarda, cuja produção mais notável é uma série de peças improvisadas gravadas ao vivo em Colônia , Paris , Milão , Viena , Tóquio e outras cidades. Estas são provavelmente suas obras mais famosas, mas ele é, sem dúvida, um grande virtuoso. Muito versátil, Keith executou a mesma música de autores europeus do Barroco, como Johann Sebastian Bach ou Georg Friedrich Handel, sozinho ou em vários alinhamentos que incluem, entre outros, o virtuoso da flauta barroca Michala Petri, autores minimalistas contemporâneos como Arvo Pärt jazzistas contemporâneos como Miles Davis , com quem iniciou sua carreira, Chick Corea , Jan Garbarek , Gary Peacock , Charlie Haden e Jack DeJohnette entre outros. Ele também toca peças para piano clássico, cravo, cravo e órgão . Gravou vários álbuns de música clássica, executando obras de Johann Sebastian Bach , Händel , Mozart e Shostakovich , entre outros. Jarrett tem a reputação de ser um perfeccionista excêntrico e, enquanto toca, costuma vocalizar expressivamente. Seu agente musical é Steven Cloud". Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

01 - Byablue
02 - Konya
03 - Rainbow
04 - Trieste
05 - Fantasm
06 - Yahllah
07 - Byablue

Keith Jarrett - piano, soprano saxophone, percussion
Dewey Redman - tenor saxophone, musette
Charlie Haden - bass
Paul Motian - drums, percussion

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quarta-feira, 21 de agosto de 2019

Ferdinand Ries (1784-1838) - Concert Overtures

"Ele foi batizado em Bonn . Veio de uma família de músicos da mesma cidade. Ele publicou em 1838 uma série de reminiscências de seu professor, juntamente com Franz Wegeler . Ele compôs oito sinfonias , um concerto para violino e nove concertos para piano , além de inúmeras obras em vários gêneros. Destas, as sinfonias foram gravadas, algumas obras de câmara - a maioria delas com piano - e um de seus concertos, demonstrando um estilo que é, previsivelmente, entre os períodos clássico e romântico . Ries trabalhou para Beethoven como secretário e copista, ganhando a confiança de Beethoven nas negociações com os editores e tornando-se seu amigo". Mais tarde, Ries se estabeleceu em Londres. Este disco traz uma música bonita e colorida. Uma orquestração consistente. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Ferdinand Ries (1784-1838) - 

01. Die Braut von Messina, Op. 162
02. Don Carlos, Op. 94
03. Ouverture militaire, Op. 172: Große Festouvertüre
04. Ouverture militaire, Op. 172: Siegesmarsch
05. Ouverture bardique, WoO 24
06. L'apparition, WoO 61

WDR Sinfonieorchester Köln
Howard Griffiths, regente

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terça-feira, 20 de agosto de 2019

Robert Schumann (1810-1856) - Piano Concerto Op. 54 in A Minor e Edvard Grieg (1843-1907) - Piano Concerto Op. 16 in A Minor

Neste disco encontramos dois dos mais bonitos concertos do repertório pianístico. O primeiro dele (o de Schumann) é um dos três concertos escritos do compositor - piano, violino e violoncelo. O Concerto para piano é uma coluna básica para todo intérprete. Schumann o escreveu no ano de 1841. Em 1845, o compositor o revisou. Já o Concerto de Grieg é o único que ele escreveu para piano. Foi escrito em 1868. Grieg tinha apenas 24 anos de idade. Nota-se a influência do folclore de sua terra nessa obra. O segundo movimento é um dos mais bonitos, líricos e sublimes de todo o Romantismo. Grieg fez inúmeras revisões da obra. A última foi nos anos de 1907. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

01. Piano Concerto Op. 54 in A Minor - I. Allegro affettuoso
02. Piano Concerto Op. 54 in A Minor - II. Intermezzo (andantino grazioso)
03. Piano Concerto Op. 54 in A Minor - III. Allegro vivace
04. Piano Concerto Op. 16 in A Minor - I. Allegro molto moderato
05. Piano Concerto Op. 16 in A Minor - II. Adagio
06. Piano Concerto Op. 16 in A Minor - III. Allegro moderato molto e marcato - Andante maestoso

New Philharmonia Orchestra
Paavo Berglund, regente
John Ogdon, piano

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segunda-feira, 19 de agosto de 2019

Johann Sebastian Bach (1685-1750) - The Art of Fugue, BWV 1080

[O] "BWV 1080, é uma peça inacabada do compositor alemão Johann Sebastian Bach. A composição da obra provavelmente se iniciou em 1742. A primeira versão de Bach que continha 12 fugas e dois cânones foi copiada em 1745. Este manuscrito tinha um título ligeiramente diferente, acrescentado posteriormente por seu genro, Altnickol: Die Kunst der Fuga. A segunda versão da obra foi publicada depois de sua morte em 1750, contendo 14 fugas e quatro cânones. A obra demonstra o completo domínio de Bach da mais complexa forma de expressão musical dentro da música erudita, conhecida como contraponto. A obra é composta de combinações engenhosas e particularmente elaboradas de temas relativamente simples desenvolvidos como composições da mais alta musicalidade. A Arte da Fuga se situa entre os pontos mais altos a que chegou a música europeia devido à complexidade única de sua forma e estrutura". Disco espetacular. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Johann Sebastian Bach (1685-1750) - 

01. Contrapunctus 1
02. Contrapunctus 2
03. Contrapunctus 3
04. Contrapunctus 4
05. Canon alla Ottava
06. Contrapunctus 5
07. Contrapunctus 6, a 4, in Stylo Francese
08. Contrapunctus 7, a 4, per Augmentationem et Diminutionem
09. Canon alla Decima, in Contrapunto alla Terza
10. Contrapunctus 9, a 4, alla Duodecima
11. Contrapunctus 10, a 4, alla Decima
12. Contrapunctus 8, a 3
13. Contrapunctus 11, a 4
14. Canon alla Duodecima, in Contrapunto alla Quinta
15. Contrapunctus 12, a 4 _ a Rectus
16. Contrapunctus 12, a 4 _ b Inversus
17. Contrapunctus 13, a 3 _ a Rectus
18. Contrapunctus 13, a 3 _ b Inversus
19. Fuga a 2 Clav
20. Alio modo. Fuga a 2 Clav
21. Canon per augmentationem in contrario Motu
22. Fuga a 3 soggetti (Contrapunctus 14)

Musica Antiqua Köln
Reinhardt Goebel

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Arthur Honegger (1892-1955) - Rugby, Pacific 231, Concerto da Camerata, Symphonie Liturgique etc

Um disco espetacular do compositor suíço Arthur Honegger. "No início da década de 1920, Honegger alcançou a fama com seu "salmo dramático" Le Roi David , que ainda está no repertório do coro. Entre as duas guerras mundiais, Honegger foi muito prolífico. Ele compôs a música para o épico filme Napoleão de 1927, de Abel Gance . Ele escreveu nove balés e três obras cênicas vocais, entre outros trabalhos. Uma dessas obras cênicas, Jeanne d'Arc au Bacher (1935), um " oratório dramático" (com texto de Paul Claudel ), que é considerada uma de suas melhores obras. Além de seu trabalho solo, ele colaborou com Jacques Ibert tanto em uma ópera ( L'Aiglon, 1937) quanto na opereta Les petites cardinal . Nesta época, ele também escreveu o Danse de la chèvre (1921), uma peça essencial no repertório de flauta. Dedicado a René le Roy, este trabalho é animado e encantador, mas com a mesma sinceridade de toda a produção de Honegger". Acredito que a obra mais significativa, além de Pacific 231 é a maravilhosa Sinfonia Litúrgica. Não deixe de ouvir.  Uma boa apreciação!

Arthur Honegger (1892-1955) - 

01. Rugby, mouvement symphonique
02. Pacific 231, mouvement symphonique
03. Concerto da Camerata*
04. Pastorale d'eté
05. Symphonie Liturgique

The Radio Philharmonic Orchestra, Netherlands
Jean Fournet, regente
Miriam Hannecart-Jakes, english horn*
Emile Biessen, flute*

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domingo, 18 de agosto de 2019

Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791) - The String Quintets


É um baita lugar comum chamar Mozart de gênio ou elogiar suas obras de forma extrema. Na verdade, é o que nos resta quando ouvimos suas composições: o assombro. Mozart é um daqueles casos raros e dignos de profunda admiração; de digna e justa celebração. Tudo o que ele escreveu merece elogio irrestrito. Neste disco maravilhoso, encontramos os famosos e cerebrais quintetos para cordas. São mais de duas horas e meia de música. O Amadeus Quartet faz excelente trabalho. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!


Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791) - 

01. String Quintet In C Minor, K.406 (After K.388): 1. Allegro 08:16
02. String Quintet In C Minor, K.406 (After K.388): 2. Andante 04:16
03. String Quintet In C Minor, K.406 (After K.388): 3. Menuetto In Canone 04:16
04. String Quintet In C Minor, K.406 (After K.388): 4. Allegro 05:52
05. String Quintet In C Major, K.515: 1. Allegro 09:11
06. String Quintet In C Major, K.515: 2. Andante 05:47
07. String Quintet In C Major, K.515: 3. Menuetto (Allegretto) 09:02
08. String Quintet In C Major, K.515: 4. (Allegro) 07:17
09. String Quintet In D Major, K.593: 1. Larghetto - Allegro 08:49
10. String Quintet In D Major, K.593: 2. Adagio 06:07
11. String Quintet In D Major, K.593: 3. Menuetto (Allegretto) 04:58
12. String Quintet In D Major, K.593: 4. Allegro (2. Finale) 04:13
13. String Quintet In B Flat Major, K.174: 1. Allegro moderato 06:12
14. String Quintet In B Flat Major, K.174: 2. Adagio 06:23
15. String Quintet In B Flat Major, K.174: 3. Menuetto ma allegretto 04:04
16. String Quintet In B Flat Major, K.174: 4. Allegro 05:41
17. String Quintet No.4 In G Minor, K.516: 1. Allegro 10:20
18. String Quintet No.4 In G Minor, K.516: 2. Menuetto (Allegretto) 05:15
19. String Quintet No.4 In G Minor, K.516: 3. Adagio ma non troppo 08:44
20. String Quintet No.4 In G Minor, K.516: 4. Adagio - Allegro 10:23
21. String Quintet In E-Flat Major, K.614: 1. Allegro di molto 07:08
22. String Quintet In E-Flat Major, K.614: 2. Andante 06:50
23. String Quintet In E-Flat Major, K.614: 3. Menuetto (Allegretto) 03:38
24. String Quintet In E-Flat Major, K.614: 4. Allegro 04:56

Amadeus Quartet & Cecil Aronowitz

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sábado, 17 de agosto de 2019

Hector Berlioz (1803-1869) - L'Enfance du Christ

[Berlioz] "foi um compositor romântico francês, incluindo-se nas suas obras mais conhecidas a Sinfonia Fantástica, a Grande Messe des morts (Requiem), Os Troianos e A Danação de Fausto, tendo contribuído significativamente para a orquestração moderna com o seu Treatise on Instrumentation. Ele definiu enormes grupos orquestrais para alguns de seus trabalhos, tendo realizado vários concertos com mais de mil músicos. Também compôs cerca de cinquenta canções com acompanhamento de piano e orquestra. A sua influência foi fundamental para o desenvolvimento do Romantismo, especialmente em compositores como Richard Wagner, Nikolai Rimsky-Korsakov, Franz Liszt, Richard Strauss e Gustav Mahler". Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

DISCO 01

Part I

Herod's Dream
01. The Narrator    [0:02:02.47]
02. Scene 1 (Un Centurion,Polydorus)   [0:08:08.20]
03. Scene 2 (Herode)   [0:08:21.08]
04. Scene 3 (Polydorus,Herode)  [0:00:39.65]
05. Scene 4 (Les Devins/The soothsayers/Die Wiesen - Herode)  [0:09:45.10]
06. Scene 5 (Marie,Joseph)  [0:08:38.35]
07. Scene 6 (Choir of invisible Angels - Marie,Joseph)   [0:04:15.27]

Part II

The Flight into Egypt
08. Overture    [0:05:20.63]
09. Chorus Of Shepherds    [0:05:49.25]

DISCO 02

Part II (Conclusion)

01. Le Recitant,Choeur    [0:05:08.35]

Part III

L'Arivee a Sais/The Arrival at Sais

02. Le Recitant    [0:03:15.67]
03. Scenes 1 and 2 (Marie,Joseph,Le Pere de Famille,Choeur des Isaelites)   [0:12:19.35]
04. Trio des Ismaelites (for 2 flutes and harp)   [0:06:55.13]
05. Marie, Joseph, Le Pere de Familie, Choeur des Ismaelites    [0:04:46.72]
06. Le Recitant    [0:03:18.65]
07. Le Recitant, Choeur mystique    [0:06:36.43]

Monteverdi Choir
Orchestre de l'Opera de Lyon
John Eliot Gardiner, regente
Marie - Anne Sofie von Otter,mezzo-soprano
Joseph - Gilles Cachemaille,baryton
Herode - Jose van Dam,basse
Le Pere de Famille - Jules Bastin,basse
Le Recitant - Anthony Rolfe Johnson,tenor
Polydorus - Rene Schirrer,baryton
Le Centurion - Michel Fockenoy,tenor

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Léos Janácek (1854-1928) - String Quartet No. 1 "Kreutzer Sonata" e String Quartet No. 2 "Intimate Letters", Gyorgy Ligeti (1923-2006) - Métamorphoses Nocturnes

Um disco maravilhoso com dois compositores do século XX. O registro traz três obras de dois compositores geniais. As duas primeiras obras são de Janácek, um dos grandes gênios da música do século passado. Os dois quartetos de cordas são de uma linguagem magnífica. O primeiro é inspirado na novela homônima de Tolstoi ("Sonata a Kreutzer"). O segundo leva o nome de "Cartas Íntimas". Possui uma forte ligação com um relacionamento entre o compositor e uma paixão intelectual. O Belcea Quartet foi formado na primeira metade dos anos 90. Já possui uma discografia impressionante. O que se encontrar deles, pode ter certeza que possui um alto padrão. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

01. String Quartet No. 1 "Kreutzer Sonata": I. Adagio con moto (04:20)
02. String Quartet No. 1 "Kreutzer Sonata": II. Con moto (04:59)
03. String Quartet No. 1 "Kreutzer Sonata": III. Con moto - Vivace - Andante - Tempo I (04:37)
04. String Quartet No. 1 "Kreutzer Sonata": IV. Con moto (05:53)
05. String Quartet No. 2 "Intimate Letters": I. Andante - Con moto - Allegro (06:38)
06. String Quartet No. 2 "Intimate Letters": II. Adagio - Vivace (06:13)
07. String Quartet No. 2 "Intimate Letters": III. Moderato - Andante - Adagio (05:31)
08. String Quartet No. 2 "Intimate Letters": IV. Allegro - Andante - Adagio (08:49)
09. String Quartet No. 1 "Métamorphoses Nocturnes" (23:28)

Belcea Quartet

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quinta-feira, 15 de agosto de 2019

Toru Takemitsu (1930-1996) - Complete Original Solo Guitar Works

[Toru Takemitsu] "foi um compositor japonês, que explorou os princípios de composição da música erudita ocidental e da música japonesa tradicional, isoladamente e em conjunto. A primeira vez que Takemitsu foi conhecido deveu-se Igor Stravinsky, que ouviu acidentalmente o Requiem para orquestra de cordas (1957) de Takemitsu em 1959 (isto porque alguns japoneses queriam que Stravinsky ouvisse música, gravada em cassete, de compositores japoneses, contudo colocaram o lado errado da cassete, quando a quiseram retirar, Stravinsky não os deixou). Takemitsu foi galardoado postumamente com o Glenn Gould Prize no Outono de 1996". Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Toru Takemitsu (1930-1996) - 

01. Leo Brouwer- Hika- In Memoriam Toru Takemitsu
02. Folios - I.
03. Folios - II.
04. Folios - III.
05. All in Twilight - I.
06. All in Twilight - II.
07. All in Twilight - III.
08. All in Twilight - IV.
09. A Piece for Guitar- For the Birthday of Sylvano Bussotti
10. Leo Brouwer- El Arpa y la Sombra- Omaggio a Toru Takemitsu
11. Equinox
12. In the Woods - 1. Wainscot Pond
13. In the Woods - 2. Rosedale
14. In the Woods - 3. Muir Woods
15. Twelve Songs for Guitar - Here, There and Everywhere
16. Twelve Songs for Guitar - Yesterday

Shin-ichi Fukuda, guitar

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quarta-feira, 14 de agosto de 2019

Carl Orff (1895-1982) - Carmina Burana

"Carmina Burana é uma cantata cênica composta por Carl Orff em 1935-1936 e estreada em 8 de junho de 1937 na Alte Oper de Frankfurt, sob direção de Bertil Wetzelsberger. O título completo, em latim, é "Carmina Burana: Cantiones profanæ, cantoribus et choris cantandæ, comitantibus instrumentis atque imaginibus magicis", que se pode traduzir como «Poemas cantados de Beuern: Cantos profanos, para cantores solistas e coros, com acompanhamento instrumental e imagens mágicas». A obra Carmina Burana constitui parte dos Trionfi, uma trilogia musical que inclui ainda as cantatas Catulli Carmina (1943) e Trionfo di Afrodite (1953). O movimento mais célebre é o coro inicial e final O Fortuna. Os 24 textos foram selecionados da coletânea de manuscritos medievais homônima, os Carmina Burana. O libreto contém textos em latim, alto alemão médio (Mittelhochdeutsch) e provençal antigo. A cantata é emoldurada por um símbolo da Antiguidade — a roda da fortuna, eternamente girando, trazendo alternadamente boa e má sorte. É uma parábola da vida humana exposta a constante mudança, mas não apresenta uma trama precisa". Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Carl Orff (1895-1982) - 

01 O Fortuna: 2:12
02 Fortune Plango Vulnera 1:45
I. Primo Vere (In Springtime)
03 Veris Leta Facies: 2:43
04 Omnia Sol Temperat 1:51
05 Ecce Gratum 1:45
Uf Dem Anger (On The Lawn)
06 Dance: 1:40
07 Floret Silva; 3:14
08 Chramer, Gip Die Varwe Mir: 2:33
09 Reie: (Round Dance) 1:46
Swaz Hie Gat Umbe:
Chume, Chum, Geselle Min:
10 Were Diu Werlt Alle Min 0:29
2. In Taberna (In The Tavern)
11 Estuans Interius: 0:52
12 Olim Lacus Colueram: 1:56
13 Ego Sum Abbas: 2:28
14 In Taberna Quando Sumus 1:17
3. Cours D'Amours (The Court Of Loves)
15 Amor Volat Undique: 4:10
16 Dies, Nox Et Omnia: 1:47
17 Stetit Puella: 1:59
18 Circa Mea Pectora: 1:22
19 Si Puer Cum Puellula: 1:11
20 Veni, Veni, Venias: 0:57
21 In Trutina: 2:41
22 Tempus Est Iocundum: 1:56
23 Dulcissime: 0:59
Blanziflor Et Helena (Blanziflor And Helena)
24 Ave Formosissima: 1:39
Fortuna, Imperatrix Mundi
25 O Fortuna: 2:13

The Houston Symphony Orchestra
Choir – The Houston Chorale, The Houston Youth Symphony Boys Choir
Leopold Stokowski, regente
Chorus Master – Alfred Urbach, Howard Webb
Baritone Vocals – Guy Gardner
Soprano Vocals – Virginia Babikian
Tenor Vocals – Clyde Hager

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