Um dos temas mais intensos do intensíssimo The Lamb Lies Down On Broadway (1974), dos Genesis, de que Hackett foi o mais marcante guitarrista. Claro que esta versão, colhida do seu Genesis Revisited (2012) não faz esquecer o original, pelo contrário; mas também não há mal nenhum em revisitar-se o tempo em que se foi parcela de algo maior do que si próprio.
Um blogue de música para mim e quem o quiser apanhar, a girar desde 1 de Dezembro de 2012.
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domingo, 25 de outubro de 2015
domingo, 4 de outubro de 2015
sábado, 1 de agosto de 2015
segunda-feira, 4 de maio de 2015
#209 ENIGMA VARIATIONS* (Elgar) - Monteux /Temirkanov
O meu cd, à esquerda, Pierre Monteux com a Orquestra Sinfónica de Londes.
Em baixo, a direcção de Yuri Temirkanov com a Orquestra Filarmónica de São Petersburgo, maravilhosa de se ver.
domingo, 12 de abril de 2015
sexta-feira, 3 de abril de 2015
terça-feira, 24 de março de 2015
#196 - ANDANTINO. ALLEGRETTO* (Concerto para piano #2, Prokofiev), Dagmar Baloghová / Haochen Zhang
Se eu disser que Prokofiev é um dos meus compositores preferidos, estou a dizer bem. Todo do seu tempo, alia a modernidade, de que foi um dos principais cultores na música, à tradição da grande pátria russa; e o vigor exaltante da força a um privilegiado dom melódico.
Posto a minha gravação do Concerto para piano #2 (1913) pela pianista eslovaca Dagmar Baloghová com a Orquestra Filarmónica Checa, dirigida por um dos seus maiores, Karel Ancerl. Em baixo, o jovem chinês (nascido em 1990) Haochen Zhang com a texana Plano Symphony Orchestra, sob a batuta de Hector Guzman. Isto é muito, muito bom!
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sábado, 14 de março de 2015
quinta-feira, 5 de março de 2015
#187 - BROTHERS IN ARMS*, Dire Straits
O álbum até é mauzote, mas a música que lhe dá o título, e o encerra, vale por todas. Composta por ocasião da Guerra das Falkland / Malvinas, reflecte sobre a maldade absoluta dos conflitos armados. (Quanto a mim, estando de acordo, não deixo de sublinhar que pode haver, e há, guerras justas, mas isso não é para aqui chamado, agora). Knopfler, talvez o grande guitar hero da sua geração, tornou lancinante a guitarra, como só o medo e a morte.
Em baixo, por ocasião do 70º aniversário de Nelson Mandela, então preso havia 24 anos, um nobilíssimo ser humano que quando foi preciso, quando foi forçado, pegou em armas para travar o bom combate. Clapton aparece no fim. O momento é belo, solene e comovente.
quarta-feira, 4 de março de 2015
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015
#179 - DO ANYTHING YOU WANNA DO*, Eddie And The Hot Rods
Produzido pelo excepcional Steve Lillywhite, esta foi, para mim, a passagem perfeita do prog rock para o punk rock. A música esticava-se, não terminava logo, deixando-nos insaciados. E depois tinha aquelas palavras directas de que andávamos todos a precisar, e era cantado com gana, mais duas guitarras em sobressalto, o baixo inquieto, a bateria rebarbativa. Lembro-me de pelos fins do anos 70 subir a Rua Direita, em Cascais, e ver o cartazes que reproduziam a imagem deste álbum, anunciando um concerto no Pavilhão do Dramático. Não fui vê-los, porra.
Em baixo, em Essen, há uns meses. Estão velhos, mas parecem contentes.
Nota: Como pode ler-se na caixa de comentários, fiz confusão com o local dos concertos. Mais um bocadinho e já passaram 40 anos. Porra...
Em baixo, em Essen, há uns meses. Estão velhos, mas parecem contentes.
Nota: Como pode ler-se na caixa de comentários, fiz confusão com o local dos concertos. Mais um bocadinho e já passaram 40 anos. Porra...
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015
#171 - ALL IN ALL (THIS ONE LAST WILD WALTZ)*, Kevin Rowland and Dexys Midnight Runners
Não sei se o Kevin Rowland já explicou o que queria dizer com esta letra, incluindo o último verso erm gaélico ou coisa que o valha, mas deve ser sério; porém, como na música o que me interessa, em 90% dos casos, é mesmo a música, direi que esta é uma das minhas valsas, perfeita do canto de Rowland ao solo de Helen O'Hara, da secção rítmica aos coros. Em baixo, no ano da gravação, 1982, que deve ter sido quando os vi na Festa do Avante!, no Alto da Ajuda. (Agora encurtaram o nome para Dexys.)
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015
#167 - CHANGES*, Black Sabbath / Ozzy Osbourne
sábado, 17 de janeiro de 2015
#155 - CALDONIA*, Louis Jordan
Jumpin' blues, mas também a primeira vez que a propósito de uma composição, em 1945 se escreveu a expressão rock'n'roll. E acabou por tornar-se uma das músicas da minha vida: «Son, keep away from that woman, she ain't no good!», desde que ouvida pela primeira vez, passou a ser uma espécie de private joke lá em casa, entre mim e a minha irmã...
#154 - ANNIE'S SONG*, John Denver
Que musa se não foi para inspirar uma música destas. Que alegria a vida com uma musa a inspirar-nos assim.
domingo, 11 de janeiro de 2015
#152- BLANK GENERATION*, Richard Hell & The Voidoids
Rápido, iconoclasta, directo e insolente. A vocalização desrespeitosa de Hell ficou sempre no meu imaginário.
Em baixo, em Nova Iorque, no CBGB, em 1980.
sábado, 10 de janeiro de 2015
#151 - BADGE*, Cream
Uma perfeição de 2'45'', feita por Clapton e Harrison, amigos e cúmplices, para o álbum de despedida dos Cream, Goodbye (1969). Harrison, que, por razões contratuais, toca a guitarra-ritmo sob o pseudónimo de L'Angelo Misterioso; Clapton canta e sola; Jack Bruce Ginger Baker e Felix Pappalapardi, baixo, bateria e mellotron, respectivamente. Cada instrumento responde ao outro, num crescendo de mais & melhor desafio, até àquele final em suspensão -- oh!, obra-prima...
Em baixo, os Cream no Royal Albert Hall em 2006, já então veteraníssimos.
Bruce, que eu vi tocar em 1998, morreu já com 2014 a caminhar para o fim.
quinta-feira, 1 de janeiro de 2015
#147 - HEAVENLY POP IT*, The Chills
And it all seems larger than life to me / I find it rather hard to believe -- maneira fantástica de começar o ano.
Dum-dum-daa-da-da-da-da...
Em baixo, os Chills lá nos antípodas.
sexta-feira, 26 de dezembro de 2014
#145 - DUNKIRK*, Camel
De Music Inspired by The Snow Goose (1975), um concept album muito do agrado das bandas prog dos anos '70, baseado numa novela do norte-americano Paul Gallico (1897-1976). Esta faixa fala da travessia do Canal da Mancha de Rhayader (o protagonista) e da célebre Batalha de Dunquerque, com as tropas franco-britânicas encurraladas pelos panzer alemães.
Lembro-me de como isto me empolgava (muita guitarra e bateria aéreas eu toquei ao som disto).
Em baixo, Andy Latimer, o único Camel original, no ano passado, na Holanda.
Em baixo, Andy Latimer, o único Camel original, no ano passado, na Holanda.
quarta-feira, 24 de dezembro de 2014
#144 - ADESTE FIDELES [THE PORTUGUESE HYMN]*, Bing Crosby
A celebração da vinda do Menino Jesus, texto medieval e musicado por D. João IV, atribuição mais provável. Os ingleses traduziram-no e chamaram-lhe The Portuguese Hymn. Descoberto em Vila Viçosa, não se sabe como foi parar a Inglaterra. Uma das hipóteses é a do casamento de Catarina de Bragança com Carlos II. Assim com a princesa portuguesa e futura rainha, receberam não apenas o chá (que passou a ser das cinco), Tânger e Bombaim, como uma música admirável, património universal, com ou sem Unesco.
Antes de saber destas coisas em torno do nosso rei Restaurador, já a voz de barítono de Bing Crosby me aconchegava os Natais. Em cima, cantado na rádio, em 1942; em baixo numa cena com Ingrid Bergman, filme do ano seguinte. Feliz Natal!
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