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sábado, 11 de abril de 2015

#204 - ANOS DOURADOS, Tom Jobim & Chico Buarque

Quando dois fora-de-série elaboram por cima da banalidade, o resultado é o oposto.
Em baixo, em 1986, antes do disco, quase a parecer que estão ali a compor para nós; e, para comprovar o que escrevi acima, até aguenta umas cenas de telenovela pelo meio.

sábado, 27 de setembro de 2014

#106 - BASTA UM DIA, Chico Buarque / Bibi Ferreira

Chico Buarque ao seu melhor nível -- que é sempre elevado. A música, a letra, o arranjo de Francis Hime, tudo aqui é excelso. De Meus Caros Amigos (1976).
Em baixo, a grande Bibi Ferreira, para quem a música foi composta, como actriz principal na peça Gota d'Água (1975) de C.B. e Paulo Pontes.

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

#99 - BATICUM, Chico Buarque & Gilberto Gil

Dois fora-de-série, dois geniais, Chico Buarque e Gilberto Gil (vi ambos no Coliseu, com uns trinta anos de intervalo...). A autoria está repartida, embora me pareça que a letra é claramente buarquiana quanto ao fundo, mas também pela forma exímia da rima interna. A música é limpidamente de Gil, com uma alegria e um balanço inconfundíveis.
Do álbum Chico Buarque (1989).



domingo, 9 de fevereiro de 2014

#55 O QUE SERÁ (À FLOR DA PELE), Chico Buarque & Milton Nascimento

De Meus Caros Amigos (1976). Composto para o filme de Bruno Barreto, Dona Flor e Seus Dois Maridos. A película, nunca a vi; mas li o livro de Jorge Amado, de 1966, história pícara e fantástica que decorre na Bahia da década de 1940. Dona Flor é uma deliciosa e seriíssima mulher e esposa respeitada e respeitadora, com mão de musa para a culinária. Viúva do primeiro marido, Vadinho, um vadio safado, jogador e grande amante, que se finou num cortejo carnavalesco, consorcia-se em segundas núpcias com o Dr. Teodoro, farmacêutico austero, distinto e honrado, amador de música, executante compenetrado de fagote e incapaz de faltar ao respeito à sua Flor. Tudo se complica quando o fantasma de Vadinho começa a visitar Flor, que, muito mal tratadinha no leito do himeneu, no meio de grande luta consigo própria, vai cedendo às investidas do lúbrico espectro, e também vai gostando.
A letra de Chico Buarque é espantosa, traduzindo simultaneamente a saborosa malícia amadiana e a cor das vielas e dos botecos desse enorme painel que o escritor recriou. O dueto com Milton Nascimento é perfeito (ou não fossem, um e outro, autores do mais alto coturno.
Em baixo, filmagem da época na TV Bandeirantes.






domingo, 28 de abril de 2013

31 -- SUBÚRBIO -- Chico Buarque

O olhar atento de Chico Buarque, sempre para além da superfície e à margem do bonitinho; «choro-canção» com uma lírica fantástica que faz jus a quem sempre cultivou com mestria -- essa língua «que abusa / De ser tão maravilhosa». Faixa inicial de Carioca (2006). L. C. Ramos, violão; Jorge Helder, baixo acústico; Celso Silva, pandeiro; Cristóvão Bastos, piano acústico; Paulo Sérgio Santos, clarinete; Marcelo Bernardes, flauta; Hugo Pilger, violoncelo. Em baixo: gravações do CD e do DVD.