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quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Artur Baptista Silva 2.0


Aparentemente, ”Mulas inventou Amy Martin, uma pretensa especialista em assuntos globais que escrevia artigos para o site da Fundação. Artigos pagos a peso de ouro – e esse dinheiro tem agora de ser devolvido, cerca de 50 mil euros relativos a 2010 e 2011.“
As semelhanças com o Artur Baptista Silva não se ficam por aqui, embora este deva ser esse o facto mais explorado pela comunicação social e outros, sobretudo para tentarem desacreditar o relatório do FMI referido acima. Também Carlos Mulas-Granados veio defender que “a austeridade não é o caminho” e que “a actual crise está a ser aproveitada para fragilizar o Estado“. n’ O Insurgente

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

ainda o diagnóstico do FMI


Continua a pândega do “fmiano” relatório.
A última “acusação”, talvez a mais crível, vem do comentador tvisivo: “eles não conhecem a nossa história!”.
Antes, outros, mais “técnicos”, apontaram que “eles” usaram dados errados, esquecendo que terão sido aqueles a que, ao tempo, terão tido acesso, já que quando publicados trazem um bom par de anos de atraso, mesmo os do nosso credível INE.
Não podemos esquecer “os políticos”, também comentadores, que, certamente com os elementos-base actualizados pelos seus gabinetes de estudo que formam os actuais e futuros assessores ministeriais, apontam a “destruição” do “nosso estado social”.
De fora não se devem deixar de fora os encartados jornalistas que não sabem história e ainda menos são técnicos daquelas matérias, mas que têm necessidade de criar boas manchetes de más notícias.
Mas temos, no activo e na reforma, muitos consultores do Banco Mundial (mea culpa) e destes ainda não ouvi uma palavra em defesa dos actuais colegas de profissão nem, o que é pior, apresentaram um diagnóstico que contraponha ou corrija o que nos foi apresentado. “Esqueceram” que um bom consultor apresenta sugestões e conclusões com base naquilo que dispõe e não faz “fretes” porque estão em jogo as suas credibilidade e carreira profissional.
Se “eles”, meros consultores, fossem jornalistas, mesmo que pequenos e médios, teria caído o “Carmo e a Trindade”, porque neste caso ainda funciona o velho corporativismo e é preciso “dinamizar” o povo! por José Lopo no reVisões
o blog Aventar concluiu o serviço público da tradução do documento para ler aqui

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

as “falhas de previsão da troika”

O eurodeputado Nuno Melo questionou a Comissão Europeia e o Banco Central Europeu sobre o relatório onde o Fundo Monetário Internacional reconhece erros nas previsões sobre Portugal. Nuno Melo, que elogia a atitude do FMI, quer agora saber o que vão fazer a Comissão Europeia e o BCE e de que forma isso poderá levar a alterações no memorando de entendimento.
Tendo em conta que se tratam de falhas em previsões feitas pelo lado dos credores e sendo que Portugal tem sido impecável e verdadeiro no cumprimento do acordado para tentar atingir objectivos pré-determinados, então saber se essas falhas de previsões da troika não poderão redundar, independentemente da vontade de Portugal cumprir, a impossibilidade real de se atingirem objectivos desse memorando”, afirmou o eurodeputado centrista.
 
parece que Melo foi o unico deputado português a levantar a questão que tanto nos interessa...
o que é que,por lá, andam os outros a fazer?
 

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Comentador Soares

Mário Soares, recordando que, quando foi primeiro-ministro, o país recorreu duas vezes ao Fundo Monetário Internacional, rejeitou, esta terça-feira à tarde, "uma situação de dependência" de Portugal face à troika, deseja que o país saiba "bater o pé quando é preciso" e considerou que Portugal "não tem que empobrecer" para pagar as suas dívidas", mas sim "enriquecer", colocou a tónica na criação de postos de trabalho para inverter o elevado desemprego.
O ex-presidente da República, a exemplo de Berlusconi, referiu que "a senhora Merkel, com quem não simpatizo", apesar de "ser sorridente e gordinha", tem "uma concepção de vida que deve ter aprendido na Alemanha do Leste quando era dominada por comunistas", concluindo que a Merkel "tem uma ideia muito estranha para a Europa", nomeadamente quando disse que "os gregos são preguiçosos", resistindo a ajudar financeiramente o país. jn

terça-feira, 28 de junho de 2011

a Senhora FMI!

Christine Lagarde, foi eleita Director-Geral, por unanimidade do 24 membros do conselho executivo, que representam os 187 países do FMI.
Será a primeira mulher à frente do Fundo Monetário Internacional desde que a instituição foi criada, em 1944.

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Afinal, havia outra...

Afinal, havia outra. Havia duas Cartas de Intenções, uma destinada ao FMI, outra destinada a União Europeia e Banco Central Europeu. Ambas assinadas pelo ministro das Finanças de Sócrates, e pelo governador do Banco de Portugal. Nessas cartas, o governo Sócrates comprometia-se a fazer até Julho, uma «descida substancial» da Taxa Social Única (que baixa os custos de trabalho, não «baixa os salários», como Sócrates agora alucina).
Em 12 de Maio, no debate com José Sócrates, Francisco Louçã confrontou o ainda primeiro-ministro com essa Carta. Abalado como sempre fica quando confrontado com a realidade, Sócrates fez o que sempre faz: mentiu.
E é curioso que, nas horas e dias seguintes, jornalistas com demonstradas simpatias socialistas, como António José Teixeira ou Ricardo Costa, e outros, apenas distraídos, como Constança Cunha e Sá, se tenham dedicado a criticar Louçã, porque, coitado, não tinha percebido, não havia carta nenhuma, era um truque bloquista, fez confusão com o Acordo.
Mas Louçã não fizera confusão nenhuma. Foi apenas Sócrates que, mais uma vez, falsificou.

Para o futuro, fica a pergunta: quanto tempo levará a combater - além do estado de ruína, além das mentiras e falsificações, além dos gastos escondidos, além do amiguismo ruinoso, além do abaixamento moral e intelectual do debate político, além do desmantelamento dos cartéis governo/empresas amigas, além do saque do nosso dinheiro para os boys rosa - quanto tempo levará a erradicar esta mania dos jornalistas de, em vez de investigarem, correrem a ofender os mensageiros? por José Mendonça da Cruz no Corta Fitas

sexta-feira, 6 de maio de 2011

um problema dos média...

Para ver se nos entendemos: o documento e as declarações da troika são um atestado de incompetência para o governo. A troika criticou os adiamentos de Sócrates ao nível do pedido de ajuda. Ou seja, a troika colocou em causa o teatrinho de Sócrates dos últimos meses. Um teatrinho que nos vai custar milhões e que nos colocou numa posição mais frágil para esta negociação. Não, não se pensou em cortar no 13.º, 14.º (foi esta a base da declaração de Sócrates). A troika diz que o PEC IV não era suficiente, tal como Passos sempre disse. O PEC IV mexia nas pensões mais baixas; este acordo evita isso, seguindo assim Portas e Passos. Para evitar mexer nas pensões mais baixas, a troika aumenta o IVA, tal como Passos deu a entender que seria necessário. A troika diz que é preciso fazer uma auditoria clara, tal como o PSD pedia. A troika bloqueia o TGV e o aeroporto, tal como Portas, Passos (e Ferreira Leite) pediam. A troika dá mais um ano para a correcção do défice, tal como Passos pedia há uns meses. A troika mexe na lei laboral, tal como CDS e PSD (cada um à sua maneira) têm defendido. A troika mexe a gordura da CGD (os seguros), tal como Passos defende. Etc, etc, etc. Seja qual for o lado da análise, o governo perde em toda a linha. Agora, os reis do spin e os jornalistas amigos vão encontrar ângulos impossíveis para dizer "não, senhor, o PS é genial". Problema deles. E um problema dos média que se prestam a esse serviço. por Henrique Raposo no Clube das Repúblicas Mortas

domingo, 1 de maio de 2011

Politicamente incorrecto...

Paulo Portas, em "campanha" minhota, afirma que a intervenção do FMI em Portugal deve ser aproveitada para ter "um Estado mais decente", depois de um processo que vai tornar o país "transitoriamente num protectorado".
A "irresponsabilidade" socialista dos últimos seis anos, mais que duplicou a dívida externa, passando-a de 82 para 170 mil milhões de euros.
É a terceira vez em 30 anos, lembrou, que Portugal "teve de ser resgatado".

Blasfémia! Dirão os idotas úteis de serviço aos imbecis que os escutam...
mas:
«Nós não temos hoje à frente dos dois principais partidos pessoas que tenham capacidade e preparação para enfrentar a crise que temosPacheco Pereira, quinta-feira, na Quadratura do Círculo (SIC N)
e depois admirem-se!

quarta-feira, 13 de abril de 2011

“gastámos o que não tínhamos e vamos pagar esse preço”

“O ponto a que chegámos está a afectar a imagem do país, das empresas e a credibilidade do país cá fora. Portugal está a ser visto como um país de terceiro mundo. Como portuguesa, estou preocupada”. Estela Barbot (FMI)

terça-feira, 12 de abril de 2011

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Repto aos Idiotas Úteis

uma pergunta dificil aos idiotas úteis:
porque é que há dois dias era considerado antipatriótico quem tivesse previsto a necessidade de ajuda externa?

FMI: eram 20.40

sábado, 2 de abril de 2011

Portas recusa entrar em "querela" sobre FMI


"Nunca caí nessa querela relativamente ao FMI. Não faço parte dos que diabolizam o FMI, pela simples razão de que Portugal é membro e não é suposto dizermos mal das organizações a que pertencemos. Mas também nunca fiz parte dos que chamam o FMI, porque vejo Portugal como um Estado Nação e não como um protectorado", afirmou Paulo Portas que hoje almoçou na Feira das Tasquinhas em Rio Maior.

mais importante que a "querela" é de registar o facto de que Portas já está a fazer campanha...nas feiras.

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

“temos de mudar de vida”



Nos anos 80, tivemos transitoriamente de mostrar que éramos capazes de nos endividar mais. Agora já não nos podemos endividar mais”, afirmou hoje Teodora Cardoso
os programas de medidas atribuídas à pressão de entidade externas podem, como sucedeu com os programas de estabilização do FMI, resolver crises de financiamento no curto prazo”, mas não os problemas actuais, que combinam a “necessidade de reduzir o endividamento de todos os sectores da economia – não apenas do Estado – e fomentar o crescimento sustentado”.

A economista destaca ainda que um dos maiores riscos que Portugal corre é o de “desmotivar os jovens que andou a educar para tornar o país mais moderno e competitivo”. Para Teodora Cardoso, a fuga de jovens portugueses para o estrangeiro seria “a maior tragédia, pior que a da dívida externa

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Recurso ao FMI já não depende do Governo?


O fantasma do FMI renasceu e está mais perto do que nunca. Pela primeira vez, altos funcionários europeus avançaram com números sobre os custos de um eventual resgate à economia portuguesa. Logo depois da imprensa internacional ter dado como certa a intervenção de Bruxelas e do Fundo Monetário Internacional, em Portugal. O que motivou o executivo, liderado por José Sócrates, bem como o da chanceler Angel Merkel a negarem. O primeiro de estar a ser alvo de pressões e segundo de exercer qualquer tipo de pressão.
contudo se,
o nosso ainda primeiro ministro garante que está a tomar todas as medidas para evitar o FMI, mas os economistas dizem que o Governo já tem poucos trunfos. Entre eles
Jacinto Nunes entende que
o Governo não pode fazer mais nada. "Chegou a altura de invocar a Nossa Senhora de Fátima", ironiza o ex-ministro das Finanças. "Agora é esperar e ver o que acontece na próxima quarta-feira, quando se emitirem as Obrigações do Tesouro", diz, "porque se os juros forem para os 7%, é insustentável pagar aquilo".

Entretanto o comissário europeu dos Assuntos Económicos, Olli Rehn, veio afirmar que "não existem conversações a decorrer, nem se prevê que venham a ter lugar" para Portugal pedir ajuda externa e a ministra das Finanças de Espanha, Elena Salgado, diz que "Portugal não precisa de qualquer tipo de plano de resgate, uma vez que está a cumprir com os seus compromissos" mas o mercado não dá tréguas a Portugal, depois de notícias que dizem que a Alemanha e a França querem que Lisboa peça ajuda externa.
mas, infelizmente
os investidores parecem ter ignorado Rehn, Salgado e a garantia do Governo português de que o objectivo de défice para 2010 foi alcançado e estão a dar mais crédito às notícias divulgadas este fim-de-semana que dão conta que o eixo franco-alemão está a pressionar Portugal e sinal disso é a subida do juro da linha de obrigações do Tesouro portuguesas a 10 anos, com maturidade em 2020, até aos 7,150%, acima dos 7,083% registados na sexta-feira.
economico

...estamos lixados!

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Estamos “lixados”


“Quem saiu do palco foi a Irlanda, agora somos nós que estamos no palco”. Portugal “não tem a mínima hipótese. Já não temos capacidade para ir ao mercado pedir dinheiro em Maio depois da execução orçamental de Março, se as coisas não correrem bem” , afirmou João Duque, economista e presidente do ISEG. publico

John Lipsky, o Vice-director do Fundo Monetário Internacional confirmou que tem havido contactos com Portugal, sem esclarecer qual o seu conteúdo, mas garantiu que o país não pediu ajuda financeira.
publico

A partir de Berlim, Ângela Merkel, que cada vez mais se parece com os desbocados do nosso governo, afirmou que ainda há um risco “excepcionalmente sério” de outros países pedirem ajuda, sem especificar a que países se referia, mas sublinhou que o papel da Alemanha continua a ser “exigir medidas rígidas, mas também dar apoio claro ao euro”.
Merkel veio, assim, reforçar os receios dos mercados, relativamente ao risco de contágio de outros países, perante a crise económica e política na Irlanda, que teve de pedir ajuda financeira.
publico

Pinto de Sousa, qual António de Santa Comba, confirmou que vamos sair “desta” sem precisar de ajuda.
Amanhã há Greve Geral que de comum com a de 88 tem Cavaco Silva no Poder...

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Dificuldades dos britânicos em traduzir Inglês Técnico ?


Numa Entrevista ao Financial Times, Teixeira dos Santos, admite que é elevada a possibilidade de Portugal ter de recorrer a uma assistência internacional de emergência, por causa dos crescentes riscos de contágio nos mercados internacionais. tsf

Depois o ainda ministro das Finanças desdobrou-se hoje em várias entrevistas com órgãos de comunicação internacionais e nacionais, numa tentativa de corrigir e clarificar a sua posição sobre o problema da Irlanda e o de Portugal e as ameaças que pairam sobre as duas economias:
Declarações ao Financial Times
O risco [de recorrer ao apoio financeiro da UE e FMI] é elevado porque não estamos a enfrentar um problema nacional ou de um país isolado. São os problemas da Grécia, Portugal e Irlanda. Este não é um problema apenas deste país”.“Isto tem a ver com a zona euro e a estabilidade da zona euro, e é por isso que o contágio nesta conjuntura é mais provável. Não é porque os mercados considerem que temos situações idênticas. São apenas semelhantes no que preocupa os mercados, mas como eu disse, as situações são diferentes”, acrescentou.
Declarações ao Dow Jones
A Irlanda "vai tomar a decisão mais adequada para si e para o euro". “Não quero dar lições ao governo irlandês sobre essa matéria”. “Mas quero acreditar que [as autoridades irlandesas] vão tomar a decisão mais adequada para a Irlanda e para o euro. Creio que eles têm a visão necessária para tomar a decisão correcta".
Teixeira dos Santos, citado pelo Jornal de Negócios, admitiu que os receios em torno da solvabilidade irlandesa geraram um “contágio” em Portugal
Declarações à Reuters
"Não há contactos formais ou informais" para que recorrer à assistência financeira da UE, afirmou o ministro, sublinhando que o pedido de ajuda "não está iminente”, que a situação económica portuguesa é "muito diferente" da irlandesa e que o país tem condições para responder à subida das taxas de juro.

Declarações ao Jornal de Negócios
“As declarações que fiz ao Financial Times em nada admitem” o recurso ao fundo de ajuda europeu, afirma ainda Fernando Teixeira dos Santos, clarificando as interpretações que estão a ser feitas das suas palavras nessa entrevista dada hoje.
“A probabilidade de a Irlanda recorrer ao fundo aumentaria a pressão dos mercados sobre Portugal”, acrescenta Fernando Teixeira dos Santos que está em viagem para Bruxelas onde vai participar na reunião dos ministros das Finanças da União Europeia. Ou seja, esclarece, “se a situação irlandesa se deteriorar” Portugal enfrentará maior pressão.
Declarações à Lusa
Teixeira dos Santos afirmou não haver “nenhum contacto com as autoridades em Bruxelas, nem formal nem informal, tendo em vista o recurso à ajuda europeia”, acrescentando que “é um rumor e especulação” que não compreende “porque não tem qualquer fundamento”. “Portugal está a financiar-se no mercado e a aposta é continuar a financiar-se no mercado”, disse.
publico
Porque eles não nos entendem, é altura de oferecer aos britanicos um Curso de Inglês Tecnico...

FMI e obras do TGV arrancam no próximo ano

«No transporte ferroviário de longo curso, a grande aposta estratégica é que continua a ser Lisboa-Madrid por alta velocidade».
«Está previsto o arranque das obras no terreno do troço Poceirão-Caia durante o primeiro trimestre de 2011».
TSF

Primeiro, a Irlanda... depois, Portugal.
Perante a ameaça de contágio da crise da dívida soberana a Espanha, que poria em risco toda a zona euro, a União Europeia dá neste momento como certa a ajuda financeira a Portugal e à Irlanda, apurou o jornal i junto de fontes de Bruxelas.
i online

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Estamos de joelhos junto do BCE

"Portugal está fora do mercado e depende exclusivamente do BCE para o financiamento da economia portuguesa. Estamos ajoelhados junto do BCE", afirmou o economista Antonio Borges na Conferência "Reformar o Sistema Financeiro", promovida pela NYSE Euronext e apoiada pelo Expresso.
"Portugal só chegou a esta situação porque cada vez se faz mais investimento, mas com menos resultados. Quando não há disciplina no investimento de capital há consequências desastrosas. Esbanjamos durante vários anos capital e o resultado é o país que temos hoje", acrescentou.
Em países avançados quase todo o crescimento resulta da inovação. E não há inovação sem risco, nem Portugal, nem em lado nenhum", concluiu.

O economista português António Borges que foi nomeado director do Departamento Europeu do Fundo Monetário Internacional e iniciará o seu mandato no final do mês de Novembro teve, há menos de um ano, tratos de polé por muitos daqueles que em breve terão que negociar com ele... o que decerto farão sem sombra de vergonha!