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sábado, 11 de agosto de 2012

Operação «Anjo da Guarda» fiscaliza uso de telemóvel e cinto de segurança

2012-08-08 11:41:49
Lisboa - A Guarda Nacional Republicana (GNR) realiza hoje a operação «Anjo da Guarda», que vai incidir, em particular, sobre a utilização de cintos de segurança e uso de telemóveis.
Na estrada, abrangendo 93% do território nacional, vão estar 1513 elementos da GNR, para fiscalizar o uso de telemóveis e cintos de segurança. A operação termina às 24h00. jornal digital

A Guarda Nacional Republicana fiscalizou, na sexta-feira, um total de 4665 condutores e multou 2000, tendo a maioria das infracções resultado em contra-ordenações graves e muito graves.
Segundo a GNR, dos 64 condutores detidos, 37 foram por excesso de álcool e 21 por não estarem habilitados para conduzirPúblico

segunda-feira, 5 de julho de 2010

um bairro calmo.... com petardos.


Novos incidentes foram registados este domingo de madrugada no Bairro do Asilo, no Monte da Caparica, em Almada.
Uma patrulha da GNR enviada ao local detectou «ajuntamentos significativos», com mais de 50 pessoas.
Pelas 2h30 foi disparado um «very ligth» em direcção à patrulha e pouco depois ocorreram dois rebentamentos de petardos e a explosão de uma bomba artesanal.
Parece que é uma situação normal em noites quentes (e também nas frias).

A técnica seguida é sempre a mesma: Uns “jovens” fazem barulho. Outros “jovens” queixam-se á policia. Quando a policia chega e é recebida com petardos, pedras e outros “brinquedos”.
Só para matar o tempo em noite de calor, dirão os “do costume”!

O jornalismo da silly escreve que alguns habitantes do bairro criticam a atitude da polícia e consideram que é a intolerância das forças policiais que gera a revolta dos moradores.
Uma moradora que preferiu não ser identificada afirmou à Lusa que «a atitude da polícia está a fazer o bairro pior do que o que ele é. Vivo no bairro há 14 anos, estes incidentes não são normais. Este é um bairro calmo», sustentou.

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

uma história mal contada...


A Unidade de Trânsito da GNR desbloqueou de "forma rápida" as três carrinhas da caravana do PS que elementos desta corporação tinham retido à entrada do Barreiro, disse hoje à agência Lusa fonte do PS.
Elementos da Unidade de Trânsito da GNR mandaram parar as carrinhas do PS momentos antes de José Sócrates iniciar uma acção de campanha no Barreiro por terem películas coladas nos vidros.
Estes agentes da GNR terão aplicado a lei que regula a publicidade normal e não a referente à propaganda política e às campanhas eleitorais.
"Tratou-se de um mal entendido que foi resolvido de forma serena e muito rápida. A campanha tem decorrido de forma exemplar em termos cívicos", referiu à Lusa a mesma fonte da campanha dos socialistas.
“i”
A Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária após aberto um processo, do qual resultou a absolvição, decidiu arquivar o processo das três carrinhas da caravana do PS que quarta-feira foram retidas pela GNR à entrada do Barreiro.A ANSR justifica a decisão porque "confrontada com autuações a veículos decorados com propaganda eleitoral, sem prejuízo da aplicação do Código da Estrada e legislação complementar, verificou que, em especial em período de campanha eleitoral, há necessidade de atender às prescrições da lei eleitoral, designadamente, em atenção ao exercício das liberdades de expressão e informação". 17Set09

sexta-feira, 24 de julho de 2009

NA GNR HÁ COLUNA VERTEBRAL


O comandante-geral da GNR, general Nelson dos Santos, não é militar de aviário e muito menos de capoeira. Personalidade forte que sabe o que quer para a sua instituição tendo sempre aceitado os limites do razoável quanto ao orçamento possível para gerir os destinos da GNR que o Governo lhe dispensa.
No entanto, a reestruturação da GNR tem dado água pela barba quando o comando daquela força militar enfrenta um ministro que mais parece um candidato a Hugo Chávez.
O ministro da Administração Interna entende que a GNR terá que passar a existir como uma qualquer direcção de serviços burocráticos onde o mais importante terá de ser o horário de trabalho.
Rui Pereira chega a ser tão mesquinho que esqueceu-se depressa dos mais de mil funcionários civis prometidos para a GNR a fim de libertar os militares para fins operacionais.
Rui Pereira inventou uns Contratos de Segurança e tem deixado a GNR a falar sozinha.
Rui Pereira tem assobiado para o lado quando a GNR o informa que para as promoções dos militares tem de haver dinheiro.
A extinção da Brigada de Trânsito ainda ontem levou toda a oposição na Assembleia da República a contestar medida tão "inteligente".
Resumindo:
Temos uma GNR farta de ser maltratada e abusada na sua entrega e funcionalidade em prol das populações.
Farta de aguardar pelas promessas.
Farta de arriscar a vida sem ter condições para andar no meio dos gangues aos tiros, já que nem orçamento existe para a aquisição de munições para os militares frequentarem a carreira de tiro. Farta de governos que mudam de ministros como se muda de camisa.
Em face de um panorama tão hostil entre Governo e uma instituição da máxima importância no que respeita à segurança do País, é natural que os homens de comando decidam ir-se embora.
Que fiquem os incompetentes ministeriais a gerir uma casa que sempre entendeu a sua existência por um lema sério que respeita acima de tudo a "lei" e a "grei".
É possível que o general Nelson dos Santos e outros oficiais façam as malas.
O ministro pode esfregar as mãos de contente, mas a população já tem na mão o veredicto para este tipo de governantes que não respeitam nada nem ninguém. in pauparatodaaobra

sexta-feira, 17 de julho de 2009

“Segurança de Xanana lidera ataques à GNR”


“Segurança de Xanana lidera ataques à GNR” - PARA ONDE CAMINHAMOS?
Parece-me ter bastante significado o facto de o líder dos consecutivos ataques a militares da GNR, ser um elemento do corpo de segurança pessoal do Senhor Gusmão e, mais do que isso, continuar nas mesmas funções junto deste senhor que é o Primeiro Ministro do Governo de Timor-Leste. Não é uma pessoa qualquer, é o senhor Primeiro Ministro.
Para onde estamos caminhando? Quem são os nossos representantes? A quem estão eles a dar força? Estas e outras perguntas, trazem-me muito apreensivo.Sabemos o quanto a GNR tem dado do seu excelente contributo para que a segurança e a paz ainda sejam possíveis em Timor. Nós, timores, sabemos disso, por isso respeitamos e queremos a presença dos militares da GNR na nossa terra, e eles sabem disso.
...
Os portugueses sabem que muitos de nós, timores, queremos partilhar a nossa história com eles, queremos tê-los ao nosso lado, dando-nos um acréscimo de força, pois bem precisamos de estar munidos da dignidade que herdámos dos nossos pais.
Quero aproveitar esta oportunidade, agradecendo o dom da palavra, e desculpem-me a emotividade, dizer abertamente, que os militares da GNR são admirados e respeitados em Timor-Leste, não pelos filhos degradantes da nossa Nação, mas por nós timores, que sabemos “ver” e reconhecer quem são os nossos Amigos, mas também quem são os nosso inimigos...
ler mais em
Timor Losae é Nação um excelente blog lusófono!
já agora porque é que não li nada disto na chamada comunicação social portuguesa?

segunda-feira, 22 de junho de 2009

ANSR não consegue dar vazão e GNR assegura que a situação tende a ficar normalizada


Os portugueses pagaram, até Abril, 8,9 milhões de euros em multas de trânsito, o que representa uma descida de 61,3 por cento face a igual período de 2008, quando tinham sido pagos cerca de 23 milhões. A diferença de 14 milhões de euros é, em parte, explicada pela greve de zelo da GNR, de acordo com uma notícia do jornal “i”.Contudo, uma outra explicação possível é o facto de a Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR), que substituiu a DGV (Direcção-Geral de Viação), ainda não ter o seu quadro de juristas fechado, pelo que não consegue dar vazão aos vários processos que acabam por prescrever, apesar de não haver números oficiais sobre este problema. Os dados avançados reflectem tanto os pagamentos feitos na hora, em acções de fiscalização, como os de anos anteriores e processados pela ANSR.Mas a GNR assegura que, ainda que no início do ano se tenha efectivamente verificado uma diminuição do número de multas, a situação tende agora a ficar normalizada. Isto porque, recorde-se, no final de Maio, mais de 2000 militares da Guarda Nacional Republicana apresentam-se nos novos postos, uma mudança que resulta da nova estrutura orgânica para estes efectivos. Dos 25 mil efectivos, oito por cento mudou de posto. 22.06.2009 - 09h34 PÚBLICO