Mostrar mensagens com a etiqueta jeronimodesousa. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta jeronimodesousa. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 9 de julho de 2012

país de doidos

Perscruta-se a comunicação social e é-se confrontado com o Jerónimo de Sousa a querer nacionalizar a banca, o Louçã a defender que não se paguem os juros à troika e o António José Seguro a dizer que a troika tem de prestar contas. Pelo meio, a súcia de socialistas socráticos que nos levou à bancarrota e o bloco aplaudem alegre e entusiasticamente o acórdão mais caro da História.
Com gente desta a pulular por aqui, é simplesmente extraordinário constatar que ainda estamos de pé. Curvados e cheios de doidos, mas de pé. por Vasco Lobo Xavier no Corta Fitas

domingo, 18 de março de 2012

fds antes da semi-greve...

a greve geral comunista...
O secretário-geral comunista apelou hoje à participação na greve geral, em que vai ser preciso ir "além do medo", porque "mais vale perder um dia de salário" do que "muitos dias", dado o que o Governo tem "em mente".
Para o secretário-geral comunista, na greve geral convocada pela CGTP-IN para quinta-feira "vai ser preciso ir para além das ameaças, do silenciamento, das atitudes repressivas, para além do medo".
...
Para o líder comunista, esta é uma "greve geral que dá expressão a um forte sentimento de indignação e descontentamento com o atual rumo do país, com as medidas de ataque aos direitos dos trabalhadores e do povo que está em curso, mas também uma exigência de mudança de política e um outro rumo para o país". ...  ACL / Lusa 

ah, se fosse primeiro-ministro...
O secretário-geral do Partido Socialista (PS) disse hoje em Leiria que a proposta de Reforma Administrativa do Poder Local apresentada pelo Governo é "uma 'leizinha' de extinção das freguesias".
António José Seguro sustentou que "o atual Governo e a maioria de direita quiseram passar a ideia de que tinham entregado na Assembleia da República uma proposta de Reforma do Poder Local, mas o que fizeram depois de nove meses foi entregar uma lei de extinção de freguesias".
...
Seguro admite que se fosse primeiro-ministro "também teria que tomar medidas de austeridade", mas criticou "o ritmo e a dose" de sacrifícios impostos pelo Governo liderado por Pedro Passos Coelho.
"Só olha para os números e para o memorando da 'troika', mas a responsabilidade de um político é garantir que não se deixa nenhum português para trás, nos cuidados de saúde, na justiça ou no emprego", enfatizou. ... JYMC. / Lusa

a tratar a saúde do SNS...

O Governo actual olha para a saúde meramente como uma despesa, o Partido Socialista olha para a saúde como um investimento humano”, sustentou o líder do principal partido da oposição no Fórum que em Coimbra encerrou a semana “Em defesa da saúde” e que levou os dirigentes a percorrer unidades de saúde pelo país.
Mas, António Arnaut, socialista, maçon e ex-Ministro “criador” do Serviço Nacional de Saúde, afirmou naquele debate que "o nosso secretário geral ainda não se levantou para defender o SNS" e lamentou que “infelizmente, o PS não está isento deste desvio de regras de gestão dos dinheiros públicos e desta forma engenhosa de tentativa de privatização”.
Curiosamente, ou talvez não, Jerónimo de Sousa, lider do segundo maior partido da oposição, corresponsabilizou os socialistas pela "cruzada contra a saúde", considerando que Seguro não tem "sentido do ridículo" ao afirmar defender o serviço nacional de saúde, de que o PS diz ser "pai".

sábado, 4 de fevereiro de 2012

os reis do... carnaval passou!

"Julgo que ninguém perceberia em Portugal, numa altura em que nos estamos a propor acabar com feriados como o 5 de Outubro ou o 1.º de Dezembro ou até feriados religiosos, que o Governo pensasse sequer em dar tolerância de ponto, institucionalizando a partir de agora o Carnaval como um feriado em Portugal", anunciou o nosso primeiro. 

Soares, em Ourique, disse “não ter reacção” à decisão do Governo de retirar a tolerância de ponto no Carnaval, lembrando as dificuldades que, o primeiro-ministro Cavaco Silva enfrentou, em 1993, quando tomou decisão idêntica.
Seguro, à margem do congresso autárquico "Coimbra...Construir o Futuro", disse aos aos jornalistas-acompanhantes, discordar da intenção do Governo de não dar tolerância de ponto aos funcionários públicos no Carnaval, defendendo "um respeito muito grande pelos dinamismos locais".
Sousa, admitiu que se a Assembleia da República funcionar normalmente no dia de Carnaval, os deputados comunistas irão trabalhar, isto é, não deverão repetir a ausência do Parlamento como aconteceu em 1993.
Louçã, defendeu que a tolerância de ponto no Carnaval é “um direito das pessoas, não é um baile”, e que é precisa uma economia em que as pessoas que trabalham tenham direitos.
Carlos, o secretário-geral da CGTP, disse que "Esta é mais uma medida inadmissível e que mostra a opção do Governo em castigar os trabalhadores com mais um dia de trabalho".
Avoila, da Frente Comum dos Sindicatos da Administração Pública, disse hoje que o Governo "anda o ano inteiro a brincar ao Carnaval" e prometeu uma "resposta adequada" dos trabalhadores à decisão do Executivo de não dar tolerância de ponto no Carnaval.

Porque é que o governo não avança com uma dispensa na Terça-Feira para todos os seus funcionários que apresentem um justificativozinho que prove a sua presença em qualquer dos carnavais que se celebram país fora?... obviamente assinada e carimbada pela autoridade local.

domingo, 18 de julho de 2010

a força do PêCê...

O secretário geral do PCP considera que a proposta de Paulo Portas de pedir a demissão de José Sócrates e a formação de um novo governo «parece tola», mas tem «um fundo de verdade».
Na opinião do líder comunista, «a proposta do CDS-PP não é assim tão tola», mas «obviamente levanta-se um problema».
«Substituir o primeiro ministro, substituir os ministros, se calhar até não era mal feito, mas o grande problema é este: substituía-se esta gente e continuava a mesma política, ou seja, o problema central e principal está na política que está a ser realizada», salientou.
mais no Sol

quinta-feira, 13 de maio de 2010

bombardeamento fiscal e paz dos cemitérios num gigantesco embuste


Em conferência de imprensa, hoje no Parlamento, o líder do CDS lembrou que a este aumento da taxa do IRS nos salários acresce o corte nas deduções fiscais na saúde e educação.
Ao aumento de impostos anunciado pelo Governo, Portas chamou-lhe “bombardeamento fiscal”, à falta de quantificação da redução da despesa do Estado, Portas chamou-lhe uma "desilusão".
Escolhendo atirar as críticas ao Governo e ao primeiro-ministro, sem beliscar o líder do PSD, Paulo Portas diz que “é preciso ter descaramento para caracterizar este aumento como um ‘pequeno esforço fiscal’”.
Em suma, a subida da taxa de IRS, do IVA e a tributação da poupança “é um bombardeamento fiscal para a economia”, sublinhou. Embora assuma que não tem simpatia por eventuais protestos sociais na rua, Portas considera “natural que haja um estado de indignação fiscal, sobretudo para quem trabalha e para quem quer arriscar e criar riqueza”.
mais»» PT
também,
O secretário geral do PCP considerou hoje as medidas de austeridade apresentadas pelo Governo um "caminho para o desastre" e apelou à "indignação" popular argumentando: "é preferível a luta e o protesto do que a paz dos cemitérios".
"As pessoas têm que reagir com indignação, com protesto e com luta para travar este caminho para o desastre (...) este é o pior caminho para resolver a situação e para resolver os problemas nacionais", disse Jerónimo de Sousa, comentando o conjunto de medidas de austeridade anunciadas hoje pelo executivo para acelerar a redução do défice.
Para o líder comunista, as medidas de austeridade vão significar que "quem vai comer a talhada maior é quem vive dos rendimentos do seu trabalho" - "É falso dizer que há aqui uma repartição equitativa dos sacrifícios. A parte de leão vai ser paga por quem trabalha, embora de uma forma disfarçada", sublinhou.
dn
e,
«Para quem vive uma vida de dificuldades e a quem foi prometido que não haveria aumento de impostos e que haveria, pelo contrário, mais justiça onde ela faz falta, esta violação da palavra dada do contrato eleitoral transforma estas decisões num gigantesco embuste», afirmou Francisco Louçã.
mas,
"A Comissão Europeia saúda as medidas anunciadas pelo Governo português para acelerar a consolidação das contas públicas", disse à agência Lusa Amadeu Altafaj Tardio, porta-voz do comissário europeu dos Assuntos Económicos e Financeiros, acrescentando que Bruxelas irá agora "avaliar essas medidas".
dn

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Resolver a crise: O Bloco Central e os Outros.


O líder do Governo anunciou a antecipação já para 2010 das alterações nas prestações sociais, subsídio de desemprego e rendimento social de inserção, que estavam previstos no Programa de Estabilidade e Crescimento apenas para o próximo ano e mostrou também abertura para discutir as propostas apresentadas pelos sociais-democratas a semana passada no Parlamento de cortes nas despesas do Estado em 1700 milhões de euros.
Como contrapartida Passos Coelho mostrou-se completamente aberto a “cooperar com o Governo” na antecipação destas medidas para “tranquilizar os mercados internacionais” e “inverter a desconfiança sobre a dívida soberana portuguesa”.
dn
Em sequencia a ministra do Trabalho propôs aos parceiros sociais uma redução substancial do valor do subsídio de desemprego, sugerindo que, em nenhum caso, o subsídio mensal possa ser superior a 75% do valor líquido da remuneração de referência que será o ultimo vencimento liquido. publico
Os desempregados terão de aceitar num primeiro ano qualquer emprego que lhes dê mais de dez por cento do subsídio recebido e a partir desse ano, terão de aceitar os empregos com salários iguais do subsídio de desemprego.
O Governo garantiu que, até ao final do ano, os técnicos dos centros de emprego estarão presentes em metade das entrevistas de emprego.
Também os centros de emprego irão acelerar o processo de anulação da atribuição do subsídio de desemprego em caso de recusa a empregos ou em caso de falta de comparência a entrevista.
publico

O CDS-PP anunciou a marcação de um debate de urgência para quinta feira sobre a situação da dívida portuguesa, e disse "manter disponibilidade" para o diálogo, excluindo qualquer aumento de impostos.
Questionado pelos jornalistas, Paulo Portas disse "ver com naturalidade" o encontro entre o líder do PSD e o primeiro ministro, José Sócrates: "Vejo com naturalidade porque o PS apresentou o PEC e o PSD viabilizou-o. O CDS votou contra a resolução sobre o PEC.
dn

O secretário geral do PCP alertou que Portugal vive sob "uma intensa e perigosa operação de carácter especulativo dirigida pelos centros de decisão do grande capital", apontando "as dessensibilizadas agências de notação internacionais" como um dos principais instrumentos.

O coordenador da comissão política do BE rejeitou hoje cortes nas prestações sociais e propôs que a banca pague um mínimo de 25 por cento de IRC, uma medida "que recuperaria 600 milhões de euros".
Francisco Louçã considerou que qualquer redução do subsídio de desemprego ou de prestações sociais será "uma medida insensata, insensível e de uma ferocidade social inaceitável".
dn

sábado, 15 de agosto de 2009

Jerónimo de Sousa não é "grilo"

"O secretário-geral do PCP, Jerónimo de Sousa aludiu ontem a figura do grilo falante, personagem da fábula de Pinóquio, dizendo que os comunistas “não vão dar conselhos ao Pinóquio enquanto ele faz tropelias”. PUBLICO.PT
mas afinal quem este "pinóquio" de quem toda a gente fala?