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quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

depois de Timor... o Brasil


O ministro das Finanças, confirmou durante a visita a Brasília, que o governo brasileiro poderá ajudar Portugal por meio da compra de títulos da dívida pública portuguesa.
Teixeira dos Santos admitiu que não chegou a discutir com o Ministro Brasileiro os valores para uma eventual operação desta natureza e Guido Mantega escusou-se a fazer qualquer comentário sobre a reunião que tiveram.
JN

terça-feira, 2 de novembro de 2010

E agora, Brasil?


O Brasil vive hoje em euforia política permanente. Os sucessos de Fernando Henrique Cardoso e Lula da Silva levaram o Brasil a um êxtase que contrasta com uma campanha decepcionante para um país que garantiu, a pulso, um lugar cimeiro na política internacional. Após uma morna primeira volta - o excelente desempenho de Marina Silva diluíra a bipolarização -, a agitação marcou a segunda ronda. Entrou-se no campo inevitável do arremesso eleitoral centrado no aborto, o que define a força das restantes propostas e a ausência de diferenças substanciais.
Serra passou a agressivo, e Dilma mostrou ginga política suficiente para não derrapar nas intenções de voto. Era na gestão deste confronto que os eleitores oscilariam da primeira para a segunda volta. Não o fizeram.
Desconfiaram do novo Serra e apreciaram o envolvimento de Lula que ajudou a cimentar a base eleitoral de Dilma, cativou a de Marina e cerrou fileiras contra Serra. Abster não era, por isso, uma hipótese.
O factor Lula levanta uma questão de saúde democrática: deve um presidente em exercício participar como candidato a umas eleições para as quais está constitucionalmente impedido? Dilma sai inevitavelmente diminuída e eleva a fasquia da afirmação e do desempenho no cargo a um patamar dificilmente gerível.
Por fim, a política externa, um tema ausente para um país redimensionado no exterior e com ambições nos debates das alterações climáticas, energia, comércio externo ou segurança. Teremos um Brasil ideológico (ao lado da Venezuela, Irão, Cuba), um Brasil pragmático (com China, Rússia, Índia), ou um Brasil ambicioso (juntando a estes os Estados Unidos e Europa)? Provavelmente o último. Estas eleições foram, porém, um completo anticlímax. Os brasileiros mereciam mais.
Bernardo Pires de Lima no DN

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Mulher cospe o prefeito por ele não cumprir promessas


Uma mulher por nome de Josicleide foi presa, por ter cuspido em Eduardo Carneiro de Brito, prefeito do município de Mamanguape, onde o facto aconteceu.
Após a prisão a mulher foi transferida para um hospital de João Pessoa.
Numa entrevista à imprensa da capital, o prefeito Eduardo Carneiro disse que não sabe o porquê da atitude da mulher.

À imprensa de Mamanguape Josicleide disse que o prefeito lhe fez várias promessas de campanha em troca do voto, chegou inclusivé a prometer emprego entre outras vantagens.
Em outra oportunidade ela já havia pixado o muro da residência do prefeito Eduardo, jurando vingança pelas promessas não cumpridas. in PortalMidia.net

e se a moda pegasse por cá...