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sábado, 7 de julho de 2012

RESUMO DO REGIME, DOS PARTIDOS E DO SEU LIXO

«O que a CGTP, PCP, BE e PS fingem não saber é o simples facto de não haver dinheiro para pagar tudo como se pagava até aqui. O PS deu um golpe absolutamente mortal à sustentabilidade do país endividando-o para lá de toda a sensatez. E isso aconteceu sabendo das taxas de crescimento anémicas que tínhamos durante uma década. Não é sequer preciso um economista para perceber que esse caminho tinha um desfecho terrível. O PS e Sócrates não quiseram saber. Usavam paliativos ridículos com os sucessivos PEC cuja receita desbaratavam logo de seguida. Com este tipo de actuação à vista de todos nunca as críticas da esquerda tiveram o tom que têm hoje. Sabiam o caminho que se estava a trilhar e entretinham-se a discutir idiotices. Foi o PCP que se manifestou a favor do TGV numa altura em que era óbvio para todos que era um projecto que não podíamos fazer. Não só pelo seu elevado custo inicial como pelo projectado prejuízo operacional.» Groink
por joshua no PALAVROSSAVRVS REX

domingo, 17 de junho de 2012

Os portugueses aprenderam a lição?

Espero bem que sim, porque é uma lição muito cara. Mas isso vê-se nas eleições, aí é que vamos ver se os portugueses aprenderam a lição. Se as pessoas disserem que estes indivíduos são maus porque lhes cortaram salários embora tenham conseguido estabilizar as coisas no país e depois nas eleições forem dar a vitória a um bloco de esquerda, então acho que não aprenderam a lição. João Duque em entrevista ao i

terça-feira, 1 de novembro de 2011

o que o povo quiser

na minha opinião, o anúncio de ontem representa a vitória da Democracia com ‘D’ grande. Em particular, a vitória daqueles que, como eu, deixaram de acreditar na legitimidade democrática de muitas decisões que se têm tomado, por esse mundo fora, através dos órgãos emanados da chamada democracia representativa. Assim, ao entregar a decisão final sobre os destinos do seu país aos seus concidadãos gregos, Papandreou fez o que a (boa) consciência de qualquer político na sua situação obrigaria a fazer. Venceu, portanto, a noção de “government of the people, by the people, for the people”. E ainda bem.
Agora, há uma coisa que convém salientar: ao contrário do que as sondagens indicam, é importante que os gregos entendam acerca da impossibilidade de, por um lado, conciliar o perdão da dívida e as condições de austeridade que lhe estão associadas e, por outro lado, de assegurar a sua permanência na zona euro. Querer o melhor dos dois mundos, simplesmente, não é possível. Se votarem “Sim”, pelo novo acordo, a austeridade manter-se-á, bem como a exigência de reformas estruturais que, a prazo, curem o problema da falta de competitividade e o défice externo da economia grega (portuguesa). Se, pelo contrário, votarem “Não”, condicionarão a Grécia (Portugal) à saída do euro, sendo quase certo que, antes do regresso a alguma prosperidade, afundarão mais do que aquilo que já afundaram porquanto o défice na balança de pagamentos terá de se ajustar à bruta e instantaneamente. por Ricardo Arroja no Portugal Contemporaneo

 post completo AQUI

Greece is done, I sink

o caminho que descrevi é o único que tem o patrocínio da lógica mais elementar. Não deixa de ser irónico que a Grécia, berço da nossa civilização, tenha agora na mão o detonador que pode fazer implodir o braço mais avançado da construção europeia. Para já, a noite das bruxas de 31 de Outubro de 2011 contínua a produzir vítimas no day after. Os mercados afogam-se no vermelho. E não é ketchup. É sangue. Se o leitor aprecia histórias de terror, está no sítio certo. Tenha medo, tenha muito medo. Se a lógica se impuser, ninguém ficará incólume. Para Portugal será um desastre. por Rui Rocha no Delito de Opinião

post completo, a não perder, AQUI

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

ex-primeiro-ministro responde por "negligência"

por lá:
O ex-primeiro-ministro islandês Geir Haarde voltou ao tribunal para responder à acusação de "negligência" no colapso do sistema financeiro do país em 2008.

por cá:
A família de Sócrates está sob investigação devido a contas em offshores mas como é usual nada se irá apurar... e o denunciante já está preso porque é “da extrema-direita”!

domingo, 4 de setembro de 2011

acabou a CRISE...

actualize-se! o nosso primeiro crismou a crise e agora
começou a
EMERGENCIA NACIONAL!

sabe-se lá até quando?

Manuela Ferreira Leite desconfia das projecções macroeconómicas apresentadas pelo ministro das Finanças Vítor Gaspar, critica o aumento do IRS para os “ricos” e diz que cortar nas deduções fiscais fará mais mal do que bem. “Cortar nas deduções das despesas de saúde no IRS, por exemplo, pode ter o efeito contrário do pretendido, desestimulando a exigência de recibos e facilitando a fuga ao fisco por parte dos médicos”, escreve no Expresso.
Quanto o aumento do IRS para os maiores rendimentos, MFL diz que os escalões propostos na verdade incluem uma grande fatia da classe média, o que implicará um desvio da poupança e do consumo privado para cobrir os buracos orçamentais. “Tributar cada vez mais esta classe de rendimento é optar por aplicar a sua poupança na manutenção do nível da despesa pública, em vez de deixar que esta se encaminhe para financiar o investimento necessário ao crescimento do país”, diz a antiga Ministra das Finanças do PSD no seu artigo.

Também um deputado democrata-cristão, não identificado pelo Jornal Sol, diz que «estas medidas não vão ao encontro do que defendemos na campanha. Bem pelo contrário» e não esconde a sua preocupação, bem como a de outros colegas de bancada, com as contradições do Governo.
Ainda assim, os deputados do CDS mantêm a expectativa, sabe-se lá até quando, de que estas medidas mais duras marquem apenas uma primeira fase e que dentro de pouco tempo a carga fiscal possa ser aliviada.

Uma leitura rápida pela blogosfera chamada “de direita” mostra o desencanto que vai emergindo e que já se reflecte no comentador “Duas Notas Rápidas” da sic-tsf.

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Frankfurt a perder mais de 5%

As perdas gigantescas das bolsas mundiais na última semana prolongaram-se hoje nos mercados de capitais europeus, com a bolsa de Frankfurt a registar um mini-crash ao derrapar mais de cinco por cento no fecho da sessão. Paris por pouco não afundava para o mesmo patamar. Lisboa perdeu mais de três por cento. por Pedro Crisóstomo no publico

sexta-feira, 15 de julho de 2011

EURO: nem os passageiros da primeira classe se vão salvar

Na passada quinta-feira, a Itália teve de suportar os juros mais altos dos últimos três anos para conseguir colocar 1,25 mil milhões de euros de dívida a cinco anos. O país pagou uma taxa de 4,93%, mais de 1% em relação a Junho.
O ministro italiano da Economia defendeu que este é um problema de toda a zona euro e não só de um ou outro país. “Atingimos um ponto de dilema e drama para a Europa e para o euro. Ou seguimos em frente ou afundamo-nos. Ninguém deve ter ilusões acerca de uma salvação individual. Tal como no Titanic, nem os passageiros da primeira classe se vão salvar”, afirmou Giulio Tremonti.
A Itália tem uma dívida pública superior a 120% do Produto Interno Bruto.

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Cravinho defende investigação das causas da Crise

O antigo ministro socialista João Cravinho aparece agora a defender que seria «muito útil» uma investigação, com participação estrangeira, às causas da crise portuguesa para aprender lições e encontrar formas de prevenção de novas crises.
O exercício, sugeriu, deveria ser uma avaliação independente, feita por entidades independentes com participação nacional, sobre as dimensões concretas, e em que medida, a crise com afectou, quer o país, quer as instituições, se houve ou não informação a tempo, o que falhou na detecção da gravidade da situação e em que medida os remédios foram aplicados ou não.

…vamos começar pelas SCUT?

terça-feira, 3 de maio de 2011

as coisas boas da "troika"

Pinto de Sousa anuncia as coisas boas do acordo:
Não mexe no 13.º mês, nem no 14.º mês, nem os substitui por nenhum título de poupança;
Não mexe no 13.º mês, nem no 14.º mês dos reformados;
Não tem mais cortes nos salários da função pública;
Não prevê a redução do salário mínimo;
Corta nas pensões acima dos 1500 euros;
Não terá de haver nenhuma revisão constitucional;
Não haverá despedimentos na função pública;
Não haverá despedimentos sem justa causa;
Não haverá privatização da Caixa Geral de Depósitos;
Mantém-se a tendencial gratuitidade do Serviço Nacional de Saúde;
Mantém-se a escola pública;
Não haverá privatização da segurança social;
Nem alterações à idade legal de reforma.
O aumento de impostos, taxas e outros agravamentos serão outros a anunciar e "não há almoços gratis!"

domingo, 1 de maio de 2011

Bem Vindo à Democracia!

O Bloco de Esquerda escreveu ontem ao Governo manifestando disponibilidade para se encontrar com o ministro da Presidência do Conselho de Ministros, a propósito do pedido de resgate internacional e antes de o Governo assumir qualquer compromisso com a troika.

O BE, depois do "encontro", deixa isolado o Partido Comunista (este sim, bem necessário ao futuro pós-troika).

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Crise política é “golpe”!


O sociólogo António Barreto afirmou que a demissão do Governo foi um “golpe” do ainda primeiro-ministro para provocar eleições, vitimizar-se e que isso aumenta as dificuldades para Portugal se financiar nos mercados.

“Agora estamos em situação praticamente desesperada”, disse ainda o sociólogo, que insistiu na necessidade de realizar uma auditoria às contas públicas.

Se não se realizarem auditorias, há dois problemas. O primeiro é que damos mais um sinal negativo ao exterior, isto é, que temos algo a esconder. Em segundo lugar, perante o eleitorado português, perante os cidadãos, é um factor de deslealdade inadmissível”, concluiu António Barreto.

quarta-feira, 30 de março de 2011

Portugal atravessa uma situação muito difícil...


No dia em que os juros da dívida portuguesa voltaram a atingir níveis históricos, comentador político da TSF, venerando ex-presidente, por inerência conselheiro de Estado, que dissolveu uma Assembleia com uma maioria absoluta estável, manifestou preocupação e insistiu que Portugal atravessa uma situação muito difícil e alertou que Portugal não vai conseguir restaurar a confiança no exterior sem um entendimento entre os partidos.

O povo é quem mais ordena. E já tirou o país da recessão.

A crise levou os islandeses a mudar de governo e a chumbar o resgate dos bancos. Mas o exemplo de democracia não tem tido cobertura dos média europeus.


Os protestos populares, quando surgem, são para ser levados até ao fim. Quem o mostra são os islandeses, cuja acção popular sem precedentes levou à queda do governo conservador, à pressão por alterações à Constituição e à ida às urnas em massa para chumbar o resgate dos bancos.


segunda-feira, 7 de março de 2011

O SHOW POLÍTICO CONTINUA

...
Da parte dos governantes são pedidos sacrifícios mas, no dia-a-dia, assistimos a comportamentos que contrariam o que é pedido aos cidadão.
Veja-se o percurso realizado, no passado sábado, pelo Primeiro Ministro.
Esteve em Amarante, em Lamego e na Guarda para visitar as obras de hospitais. Pela imagens passadas nas televisões, por enquanto só se vêem os tijolos.
Quanto terão custado ao país estas visitas relâmpago?
Em tempo de contenção de despesas justificavam-se estas visitas?
Normalmente o Primeiro Ministro não viaja sozinho. Arrasta uma longa comitiva. Ao nível regional há sempre Entidades que, obrigatoriamente têm que marcar presença. São os Governadores Civil, mais os adjuntos; os Directores Regionais, mais os sub-Directores; os Presidentes de Câmara, mais os vereadores; os Presidentes das CCR, mais os Vice-Presidentes; etc.
Nos últimos tempos tem sido assim. Visitas, mais visitas ... e, claro, oportunidades para aparecer nos tele-jornais.
Será esta a forma mais adequada para ajudar os portugueses a resolverem os seus problemas? por Lobo da Gardunha n'
O ANDARILHO

sábado, 5 de março de 2011

70% de lares portugueses em risco...


Contam-se 3,3 milhões de lares em Portugal a viver com menos de 1200 euros brutos por mês. São a "linha da frente" do choque económico que já aí está
...
Olhando para os próximos anos, é difícil vislumbrar uma inversão neste cenário. Actualmente, a grande guerra dos patrões passa pelas reduções salariais em Portugal, isto quando os salários já são baixos em comparação com o velho continente. Além disso, o sector público português dentro de dois anos vai estar a gastar o dobro em juros - a partir de 2013 vão ser mais de 10 mil milhões de euros por ano -, e, olhando para o histórico português, este salto nos custos de financiamento do sector público - Estado e empresas - deverão acabar a ser compensados por mais impostos, ou preços de serviços mais altos, o que corrói mais poder de compra e aprofunda a disparidade.
...
Além disso, a médio/longo-prazo, os aumentos das taxas de juro do BCE deverão iniciar uma escalada progressiva, à imagem do que ocorreu em meados da década passada e muitos portugueses seguramente recordarão. Também o petróleo não deverá ajudar nos anos vindouros.

"Pessimistas", poderá estar a achar nesta altura. Talvez, mas a melhor forma de encontrar soluções reside em conhecer o problema. ler mais no
jornal i um interessante artigo de Filipe Paiva Cardoso

sábado, 5 de fevereiro de 2011

medidas de choque na Espanha ?


O Governo e Parceiros Sociais da Espanha concertaram medidas e acordaram:
· Os desempregados de longa duração, que recebiam 426 euros mensais e cuja prestação terminaria em Fevereiro, continuarão a receber 400 ouros, durante mais seis meses, se tiverem familiares a cargo e entrarem num programa de requalificação.
· A partir de Junho, cada empresa deverá ter um fundo de capitalização para trabalhadores, que se accionará em caso de despedimento, mobilidade geográfico, reforma ou financiamento de formação.
· Reduções nos descontos para a Segurança Social, das empresas que façam novos contratos, mesmo que a tempo parcial. A medida, que se aplica aos contratos sem termo ou de, pelo menos, seis meses, durará um ano e será reavaliada ao fim de 180 dias. Abrange apenas os jovens até aos 30 anos.
· Diminuição dos descontos da Segurança Social nas empresas que mudem contratos temporários para definitivos.
· A idade da reforma passará de 65 para 67 anos, ao ritmo de um mês por ano até 2018 e dois meses entre 2019 e 2027 Cada trabalhador terá de descontar 38 anos e seis meses. Actualmente, são 35 anos. Quem prolongar a actividade profissional para lá dos 67 anos, receberá uma pensão mais elevada.
in Visão 935

Será que, por cá, os “nossos” irão aprender alguma coisa ou vão esperar que se atinjam os 20% ?

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Recurso ao FMI já não depende do Governo?


O fantasma do FMI renasceu e está mais perto do que nunca. Pela primeira vez, altos funcionários europeus avançaram com números sobre os custos de um eventual resgate à economia portuguesa. Logo depois da imprensa internacional ter dado como certa a intervenção de Bruxelas e do Fundo Monetário Internacional, em Portugal. O que motivou o executivo, liderado por José Sócrates, bem como o da chanceler Angel Merkel a negarem. O primeiro de estar a ser alvo de pressões e segundo de exercer qualquer tipo de pressão.
contudo se,
o nosso ainda primeiro ministro garante que está a tomar todas as medidas para evitar o FMI, mas os economistas dizem que o Governo já tem poucos trunfos. Entre eles
Jacinto Nunes entende que
o Governo não pode fazer mais nada. "Chegou a altura de invocar a Nossa Senhora de Fátima", ironiza o ex-ministro das Finanças. "Agora é esperar e ver o que acontece na próxima quarta-feira, quando se emitirem as Obrigações do Tesouro", diz, "porque se os juros forem para os 7%, é insustentável pagar aquilo".

Entretanto o comissário europeu dos Assuntos Económicos, Olli Rehn, veio afirmar que "não existem conversações a decorrer, nem se prevê que venham a ter lugar" para Portugal pedir ajuda externa e a ministra das Finanças de Espanha, Elena Salgado, diz que "Portugal não precisa de qualquer tipo de plano de resgate, uma vez que está a cumprir com os seus compromissos" mas o mercado não dá tréguas a Portugal, depois de notícias que dizem que a Alemanha e a França querem que Lisboa peça ajuda externa.
mas, infelizmente
os investidores parecem ter ignorado Rehn, Salgado e a garantia do Governo português de que o objectivo de défice para 2010 foi alcançado e estão a dar mais crédito às notícias divulgadas este fim-de-semana que dão conta que o eixo franco-alemão está a pressionar Portugal e sinal disso é a subida do juro da linha de obrigações do Tesouro portuguesas a 10 anos, com maturidade em 2020, até aos 7,150%, acima dos 7,083% registados na sexta-feira.
economico

...estamos lixados!