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terça-feira, 23 de março de 2010

estamos lixados: Constâncio descarta nova recessão


O governador do Banco de Portugal defendeu hoje, em Bruxelas, que a economia portuguesa não está em risco de entrar novamente em recessão devido à falta de medidas de estímulo económico no PEC.
"Não se antecipa propriamente, neste momento, uma nova recessão. Portanto, penso que esse risco, tal como pode ser avaliado neste momento, não existe", disse Vítor Constâncio em resposta a uma pergunta sobre se a "dureza" do Programa de Estabilidade e Crescimentos poderia fazer mergulhar o país, novamente, numa recessão.
Portugal registou uma queda de 1 por cento no último trimestre do ano passado, face ao período homólogo de 2008, e caiu 0,2 por cento face ao terceiro trimestre do ano passado, interrompendo dois trimestres de crescimento.
O Instituto Nacional de Estatística reviu a 11 de Fevereiro último, em baixa, a previsão inicial de estagnação nos últimos três meses do ano passado, "reflectindo sobretudo nova informação sobre o comércio internacional (valores nominais e deflatores)", de acordo com o organismo oficial das contas nacionais.
DN

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Nuno Melo volta a "atacar"


De acordo com um despacho publicado terça-feira em Diário da República, o Banco Português de Negócios já se pode financiar até mil milhões de euros com recurso à emissão de papel comercial, com garantia do Estado.

Nuno Melo exigiu hoje ao ministro das Finanças, Teixeira dos Santos, que clarifique quanto é que a nacionalização do BPN já custou aos contribuintes:
«Quanto é que o BPN já custou? Na dança de valores é importante que se saiba. Em segundo lugar quanto vale hoje o BPN, quanto é que já foi injectado pela Caixa Geral de Depósitos e em terceiro lugar o que vai acontecer ao BPN, se vai ser incorporado, se vai ser privatizado e por que valor».
...
«antes da nacionalização acontecer, há um parecer do Banco de Portugal que refere pouco mais de 400 milhões de euros de custo para os contribuintes».
«Depois disso, na defesa da nacionalização, o ministro Teixeira dos Santos garantiu que seriam 700 milhões. O governador do banco de Portugal na Assembleia da República garantiu que seriam menos de mil milhões. (…) A verdade é que para efeitos de aval do Estado já vamos em 3 mil milhões».
Sol

...parece que, o agora deputado europeu, não se esqueceu o porquê dos muitos votos que recebeu.
É bom saber que na politica ainda há alguns com memória.

domingo, 25 de outubro de 2009

Eles lá sabem porquê...


Os dados estatísticos que vão saindo constituem o outono do nosso desassossego. Agora são os do Banco de Portugal a revelar um trágico panorama de endividamento incobrável para as famílias e para as empresas. De facto, o montante dos créditos de cobrança duvidosa ascendeu, no último mês de Agosto, a cerca de 8,5 milhões de euros.
...
Para agravar a situação as poupanças dos particulares nas instituições de crédito diminuiram, entre Julho e Agosto, de 1008 milhões, situando-se nos 115.789 milhões de euros.
Quanto ao defice externo ele contrai-se nos primeiros oito meses do ano 24,6% relativamente a igual período do ano passado, atingindo agora 8.539 milhões de euros.
Resumindo, para não economistas, os calotes das famílias e das empresas crescem sem parar. As poupanças e o comércio com os outros países, ao contrário, diminuem a olhos vistos.
Não vale a pena fantasiar: o ano duro vai ser 2010. Disso, não tenha ninguém dúvidas. Mas quem governa continua a dizer que a recuperação já começou. Eles lá sabem porquê...
fio de prumo - Eles lá sabem porquê...