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quinta-feira, 29 de setembro de 2011

"Se não nos receberem, só saímos daqui à força"

Cerca de 20 professores contratados que ficaram sem colocação invadiram o Ministério da Educação e, desde as 11h, exigem ser recebidos pelo ministro Nuno Crato.
Aqueles professores exigem que o Ministério da Educação reconheça publicamente o erro e que volte a ser possível a candidatura antes do lançamento da próxima bolsa de recrutamento.
Para além disso, querem que «aos professores vítimas do erro ministerial - quer permaneçam no desemprego quer venham a obter uma colocação posterior - seja contabilizado o tempo de serviço a partir da data da bolsa de recrutamento em que o erro foi detectado (19 de Setembro)» e que «seja atribuída uma indemnização compensatória aos professores ultrapassados neste processo que já não venham a ser contratados no presente ano lectivo».

Depois de os políticos-candidatos terem ocupado o Jornal da Madeira chegou a vez aos professores…
As declarações de dirigentes partidários e de centrais sindicais, além das do nosso primeiro, começam a verificar-se!
Quem é que se segue?

sexta-feira, 12 de março de 2010

profissão de alto risco e desgaste rápido: professor


Segundo os jornais Publico e i, o professor, com 51 anos e licenciado em Sociologia, vivia com os pais em Oeiras e foi colocado nesta escola no início deste ano lectivo.
A 9 de Fevereiro, o professor parou o carro na Ponte 25 de Abril, em Lisboa, no sentido Lisboa/Almada, e atirou-se ao Tejo.
No seu computador pessoal, noticiam os dois diários, deixou um texto que afirmava: «Se o meu destino é sofrer, dando aulas a alunos que não me respeitam e me põem fora de mim, não tendo outras fontes de rendimento, a única solução apaziguadora será o suicídio».
De acordo com o i, os problemas do professor ocorreram com «um grupo de alunos do 9º ano», que o insultavam na aula, e que motivaram «pelo menos sete» participações do professor à direcção da escola, «alertando para o comportamento de um aluno em particular».
«Colegas e familiares do professor asseguram que a direcção não instaurou nenhum processo disciplinar», escreve ainda o i.
Sol

começa a ser habitual o silencio da ministra... e dos "outros"

sábado, 23 de maio de 2009

vaiados na António Arroio

Governo fascista é a morte do artista
Foi esta a palavra de ordem mais ouvida ontem na Escola Secundária Artística António Arroio, em Lisboa, onde o primeiro-ministro, José Sócrates, a ministra da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues, e o ministro das Finanças, Teixeira dos Santos, foram recebidos com uma manifestação de protesto.

Os alunos queixavam-se das condições de funcionamento da escola e pediam mais material de trabalho em vez das obras de requalificação previstas, no âmbito do contrato ontem assinado e que motivou a presença dos membros do Governo. Houve, contudo, alunos que acusaram os colegas de protestarem 'sem razão'.

No final, Sócrates teve de sair por uma porta traseira.
O presidente do conselho executivo, José Paiva, estava indignado com a contestação. 'Foram protestos próprios de jovens certamente mal informados. A escola nunca teve tão boas condições como tem e depois da remodelação vai ficar exemplar', disse ao CM, insinuando que a manifestação não foi espontânea:
'Houve aqui uma expressão juvenil eventualmente trabalhada, não se sabe bem em que termos.' Questionado se houve manipulação dos alunos por parte de forças políticas, retorquiu assim: 'Cabe-vos a vocês jornalistas investigar.'
Os contratos de empreitada ontem assinados dizem respeito à requalificação de mais 16 escolas, num investimento de 185,3 milhões"
Correio da Manhã: "23 Maio 2009 - 00h30

terça-feira, 12 de maio de 2009

PS recusa audição...

PS recusa audição da ministra Maria de Lurdes Rodrigues

Os deputados do PS recusaram ontem a proposta de audição da ministra da Educação sobre os interrogatórios da Inspecção-Geral da Educação aos alunos da Escola Secundária de Fafe.
e,
Os alunos manifestaram-se contra Maria de Lurdes Rodrigues, contestando o Estatuto do Aluno. O PCP qualifica como “inconcebível e seguramente ilegal” a actuação da Inspecção-Geral."
Correio da Manhã: "07 Maio 2009 - 00h30
...é cada vez mais óbvio que a senhora e o seu companheiro escrevem e coordenam o que vai ser a tese de doutoramento do engenheiro ex-presidente do conselho! Portanto: INTOCÁVEIS!